Um dia, no shopping, eu estava andando com amigas quando de repente, eu fecho os olhos e, quando eu abro os olhos, bato de cara nas costas de um garoto. Pedi mil desculpas, e quando ele se virou, tive uma surpresa enorme. Era Pedro, um amigão meu de escola. Tinha um corpo de dar suar frio! Moreno dos olhos azuis, uma boca vermelha e sensacional, carnuda; costas largas, barriga tanque e sem pelos. Uma farta bunda, pernas grossas de dar água na boca e um pauzão de 23,8 cm!! Tá, voltando ao encontro... a gente se cumprimentou e tal e ele acabou por me dar o seu telefone e eu dei o meu pra ele. Depois, fui para casa, tomei um banho e tal, quando o telefone toca. Era ele, disse que queria me encontrar, pois fazia mais de 2 anos que não nos víamos e, como éramos grandes amigos, tínhamos muitas coisas a conversar.
Ele me convidou para ir a sua casa, no mesmo dia, ás 9 da noite. Eu aceitei e disse pra ele caprichar no comitê de boas vindas. Deitei, assisti um pouco de TV e, faltando uma hora pra nos encontrarmos, tomei outro banho [mania minha] e comecei a me arrumar, botei minhas melhores roupas, e me lotei de perfume. Sai do meu apartamento, peguei meu carro e fui pra casa dele. Chegando lá, ele me recebeu com a maior gentileza, nos cumprimentamos, ficamos na sala conversando e conversando. Ele começou a beber vinho, e eu fui junto. Conversa vai, conversa vem, uma garrafa de vinho aqui e outra lá, e o tempo passa rápido, e quando eu vejo, já eram uma hora da madrugada. Ai eu expliquei que tinha que ir embora e me levanto. No mesmo momento que eu falo isso, ele levanta também, me puxa pela cintura e sussurra no meu ouvido: “Ah não, fica mais um pouco... agora que vai esquentar você vai ir embora?” – e deu uma mordida na minha orelha. Ai eu não agüentei, vendo aquele morenão querendo transar comigo? Rá! Peguei ele e lasquei um beijo naquela boca carnuda e quente. Ficamos muito tempo nos beijando, um apertando a bunda do outro, nos esfregando, ele me dando altos chupões... ai ai... Até que eu senti que seu pau estava dando sinais de vida.
Então, ele parou com os esfregões e me disse: “Agora eu quero comer essa sua bundinha”. Me levou pro seu quarto, nos deitamos e fomos logo tirando a roupa. Eu beijei ele, depois se pescoço, seus mamilos, sua barriguinha, até chegar no ponto P. Ele já estava estava com o pau duro, aquela bela pica com seus 23,8 cm, grossa, cheia de veias e com a cabeça roxa. Quando eu vi ela, minha primeira reação foi de meter minha boca nela, e foi o que fiz. Abocanhei aquele membro e fui chupando todinho... lambia desde a cabeça até as bolas, das bolas até a cabeça. Chupei a cabeça dele todinha, e ele deu um gemido alto. E comecei os movimentos com a cabeça e ele delirando de tesão, virando até os olhos verdes para trás, gemendo e sussurrando “Vai seu putinho... chupa tudo... ai, isso...”. Nossa, aquela pica era muito boa! Não parava de chupar, queria seu leite quente, e continuei chupando aquele mastro, até que ele disse que ia gozar. Eu continuei chupando, até que ele gemeu altasso e eu senti o jato de porra quente na minha boca... Deixei um pouco pra sentir o gosto... e então, não me fiz de rogado e engoli. Depois, limpei o seu pau e beijei novamente Pedro, pra ele sentir um pouco o gosto de sua porra.
Então, ele disse pra eu ficar de quatro e eu obedeci, e ele começou a fazer um delicioso cunete em mim. Lambia meu cuzinho a toda, explorando meu cuzinho com aquela língua quente. Não agüentei e comecei a gemer. Depois de muito tempo sentindo sua língua quente em meu cu, ele me disse que agora ia começar a sacanagem. “Te prepara seu puto gostosão... agora eu vou arrombar esse cuzinho seu... hum...”. Eu fiquei cheio de tesão e com um pouco de medo... a pica dele era muito grande. Então, senti ele botando a cabecinha, e ele começou roçar a cabeça no meu cu, que estava até piscando de tanta vontade de ser arromabado.Já estava até gostando dele ficar roçando a cabecinha em mim, quando, do nada, sinto um coisa rasgar por dentro! Ele tinha enfiado tudo de vez dentro de mim... Urrei de dor! Então ele veio e me disse: “Calma... essa dor vai passar... agora eu vou fazer tudo direitinho... você não vai se arrepender”.
Ele deixou sua rola dentro de mim e, enquanto isso, me masturbava e me dava chupões na nuca. Eu, morrendo de dor, fui vencido pelo prazer e disse pra ele que já podia continuar. Então, ele começou devargazinho com os movimentos de vai e vem, e eu agüentei a dor. Então, os movimentos ficaram mais fortes e rápidos e dando tapas na minha bunda, ele já estava quase tirando a toda a pica do meu cu e enfiando tudo dentro de novo. Então, eu já não sentia dor, e comecei a gemer gostoso, pedindo pra ele me comer, me arrombar gostoso, que eu era a putinha dele naquela noite. Então, ele começou com estocadas violentas, me bombando e arregassando, mas aquilo estava muito bom. Até que num momento ele pára e pede pra iniciarmos um frango assado. Eu viro e deito de barriga pra cima, e ela já veio em cima de mim, abrindo minhas pernas e arrombando meu cuzinho. Enquanto me arrombava, ficou me olhando com aqueles olhos azuis profundos, que até viravam de tanto prazer. Como ele estava muito perto de mim, agarrei ele e comecei a beijar ele todo, a boca, o pescoço, segurei suas costas com bastante força. Ele já estava suado, mas com um cheiro de homem que me dava mais prazer. Ai, com uma mão alisava sua bunda lisinha, grande e durinha, e depois comecei a enfiar meu dedo no seu cu, e ele gemeu mais alto, enquanto com a outra me punhetava. Ele continuou com aqueles movimeto durante uns 30 minutos, ele nós estávamos suando feito loucos, e o suor dele pingando em mim, quando ele sussurra no meu ouvido: “Não agüento mais... vou gozar”.
Então, ele começou a bombar mais forte do que antes, pro meu espanto, e eu senti suas pernas tremendo, e logo depois, 3 jatos quentes de porra dentro de mim... nossa, como foi boa a sensação de porra quente dentro de mim... Daí, ele continuou com seu mastro dentro de mim até que amolecer. Ele tirou o pau do meu cu e eu chupei pra limpar. Depois, ele pegou mais vinho e começamos a beber e namorar pelados em sua cama. Essa foi a primeira dentre muitas outras que eu irei contar mais tarde.