Pedreiro

Por: benedita-santana-205 11/07/2026 1236 leituras
Capa do conto
Vazamento no banheiro, moro no sexto andar, consegui um pedreiro por indicação de um amigo. No primeiro contato cheguei levar um susto um homenzarrão na faixa dos 40 anos , corpo sarado, um senhor negro muito reservado mais com um sorriso cativante. Acertamos preço material necessário, preço do serviço e um final de semana para efetuar o serviço.
Na sexta mulher e filha enviadas para casa de minha sogra, sábado chega Paulo o pedreiro e suas ferramentas. Tivemos que aguardar um tempo para iniciarmos o serviço, preparei um café e ficamos papeando , Paulo em minutos parecia velho amigo, revelando ser separado da mulher, indaguei o motivo e como resposta veio o fato da mulher ser ruim na cama, em menos de uma hora estpalvamos trocando detalhes mais íntimos.
Finalmente poderia dar início nos trabalhos, Paulo perguntou se poderia tirar a camisa, sem problema afinal estamos só nos no apartamento, ao tirar além dos músculos outro detalhe chamou monha atenção, a ausência de pelos no tórax incluindo axilas, comentei o fato é recebi como resposta que era depilação total excluindo a cabeça, admirado perguntei tudo mesmo, rindo Paulo respondeu que sim, quem efetuava a depilação indaguei, a resposta me deixou de boca aberta.
- Eu tenho um amigo gay dono de um salão que faz minha depilação em troca de uma borracharia, respondeu rindo.
Eu também sorri, e falei que não tinha coragem de me depilar e pelo fato de não ter muitos pelos no corpo. Fiquei sentado observando Paulo trabalhar, conversávamos quando ofereci uma cerveja que logo foi aceita, sentamos e as conversas fluiam não demorou voltou a depilação, confesso que estáva querendo ver Paulo pelado, na adolescência paguei uma mamadas e algumas sagradas.
Paulo morando minha curiosidade, falou que só não tirava a bermuda pois estava sem cuecas, não sei de onde tirei coragem e falei por mim sem problema. Uma grande golada de cerveja e a bermuda foi baixada uma piroca linda semi dura balançou com seus saco seguindo a piroca um senhor saco lisinho, realmente não tinha nem um pulinho, eu paralisado tentava afastar minha cabeça mais não dava hipnotizado seria uma boa descrição de minha situação.
A piroca em segundos mudou de estado, agora dura latejava , uma ordem de pegar me tirou um pouco do trans, a garganta seca, olhei para cima um sorriso cativante, Paulo segurou a piroca com a mão e ainda sobrava bastante pica livre, a piroca movimentada para direita e para a esquerda era acompanhada por minha cabeça, sem perceber fui me aproximando já sentia o cheiro de macho , a piroca agora batia no meu rosto lado direito e esquerdo não demorou senti encostar em meus lábios um gosto salgado que há anos não sentia, fechei meus olhos e fui abrindo a boca senti minha boca ser preenchida a cabeça e uma parte da piroca ia e voltava eu babava segurei seu saco liso pesado eu estava entregue mamei por um bom tempo, sentir o corpo másculo e liso me enloquecia.
Fiquei de pé segurando a piroca e a punhentando bem gostoso, Paulo mandou eu ficar pelado, com vergonha me despi , senti meu corpo servirão meu rosto colado na parede beijos em meu pescoço e dedos buscando meu cu que piscava alucinadamente querendo ser penetrado quase berrei quando um dedo calejado forçou a entrada, empinado a bunda para trás demostrando que estáva totalmente entregue gemi gostoso o dedo buscou minha b9ca e mamei o dedo como se fosse uma piroca, logo o dedo babado entrava no meu cu e voltava para oitra chupada, logo três dedos eram salivados e entravam em meu cu. Paulo bem mais forte me virou me encarou e me beijou, era estranho mais o desejo me consumia, num ato sem pensar puxei Paulo para monha cama, quando iria imaginar levando um macho para me comer na cama que duvido com minha esposa, foda-se pensei , sentei na cama mais um boquete , deita de bruços obedeci, senti minha bunda ser aberta por duas mãos calejadas e como uma seta senti a língua forçar meu cu , puxei os travesseiros para baixo agora minha bunda totalmente a mercer do meu macho gemendo e suplicando para ser comido senti meu cu babado novamente chupei os dedos que logo brincavam em meu cu me preparando para o melhor , uma pincelada me arreganhei ao máximo uma pressão e a cabeça entrou rasgando minhas últimas pregas mordo o lençol, Paulo experiente lentamente foi introduzindo não demorou o som de nossos corpos se tocando foi ficando mais forte, a piroca já tinha mais facilidades ia e vinha cada vez mais forte senti meu corpo tremer minha piroca doendo não demorou eu estava gozando , uma nova posição agora tinha as pernas nos ombros era enrabado e via o rostp do meu macho socando forte até que Paulo gozou vários jatos de porra em meu cu o som imaginável do momento o cheiro eu realizando o telão de um macho, caimos exaustos, dormimos um pouco . Levantamos um banho mesmo com as obras terem iniciado, Paulo sentou no vaso a piroca novamente dura, não resisti mamei um pouco e de frente para meu macho sentei e cavalguei muito Paulo mordia meus peitos eu virei uma putinha safada gozei lambuzando a barriga truncada de Paulo que levantou lavou a piroca e me dei para mamar, mamei até ganhar uma leitada na boca, nesse dia não teve trabalho.
Sobrou o domingo que claro não deu para acabar, consegui três dias de folga, mantive a obra que finalmente acabou, mais eu virei uma putinha do Paulo que me fode gostoso. Beijos e votem se gostarem.

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