Peguei minha irmã no flagra e acabei me dando bem

Por: marcos-128 10/07/2026 36690 leituras
Capa do conto
Essa história aconteceu em idos de 2000, quando eu tinha 23 anos. Eu morava num quarto nos fundos da casa dos meus pais, fazia faculdade e trabalhava. Tenho duas irmãs, um com cinco anos de diferença e a outra com dez. Elas moravam na casa com meus pais e tínhamos uma boa relação. Nessa época, minha irmã do meio, Lara, começou a namorar sério um cara aqui do bairro. Geralmente, eu chegava em casa depois das 23hs, mas naquela terça-feira a minha aula acabou mais cedo e cheguei em casa por volta das 20hs. Achei estranho que meu quarto estivesse aberto, mas as vezes isso acontecia, pois minhas irmãs iam usar o computador ou a impressora. Entrei sem fazer muito barulho e qual não foi a minha surpresa quando encontro minha irmã Lara de joelhos na beirada da cama fazendo um boquete para o namorado. Meu sangue ferveu.
- Que putaria é essa?
Eles se assustaram. O rapaz deu um pulo e guardou o pau para dentro da calça.
- O que vocês pensam que estão fazendo no meu quarto? Fora daqui seu vagabundo, disse eu para o namorado da minha irmã. O cara mais do que depressa saiu, minha irmã fez menção de acompanhar, mas segurei ela pelo braço e disse:
- Você fica aqui que quero ter uma palavrinha com você.
- O que você quer? Perguntou ela na defensiva.
A verdade é que sempre tive um tesão na minha irmã e vendo ela ali chupando um pau fez com que esse sentimento despertasse. Minha irmã é uma moça bonita, cabelo preto quase na bunda, pele branquinha, seios pequenos e uma bunda grande. Típica mulher pera. Nesse dia ela estava vestindo um shorts que mal cobria a bunda e uma regata sem sutiã.
- O que passou na sua cabeça em vir fazer isso aqui? Falei
- Era para ficarmos mais reservados, não sabia que você ia chegar.
- Mas cheguei e agora vou ter que contar o que aconteceu para a mãe e para o pai.
- Não, por favor não.
Meu pai era muito brabo e com certeza ia proibir o namoro da minha irmã. Isso se não fizesse coisa pior.
- Por favor, não conta, implorava ela.
- Posso não contar, mas você vai ter que colaborar.
- Como?
- Já que minha irmãzinha gosta de chupar um pau, você agora vai chupar o meu.
- O que? A gente é irmão. Não vou fazer isso...
- A vai, sim. Senão eu conto para nossos pais e ainda aumento a história. Sabe que eles vão acreditar.
- Por favor...
Cheguei mais perto dela, peguei sua mão e coloquei em cima do meu pau. Estava muito duro. Ela tentou tirar a mão, mas depois começou a acariciar.
- Isso, Larinha. Agora põe meu pau para fora.
Ela tirou meu pau para fora da calça e começou a me punhetar. Primeiro de uma maneira tímida, mas depois com mais firmeza.
- Boa menina, agora põe na boquinha, põe.
Ela ajoelhou-se, segurou meu pau com uma mão e começou a lamber a cabecinha. Parecia que estava se deliciando com um pirulito. Depois colocou na boca e passou a sugar de forma compassada. A safada sabia o que estava fazendo. Segurei-a pelos cabelos e a fiz colocar o pau inteiro na boca. Ela engasgou, mas depois acostumou. Ela me chupou por uns 15 minutos e quando mal percebi gozei muito em sua boquinha. Ela se assustou, mas acabou engolindo tudinho.
- Uau, você sabe mesmo chupar um pau.
- É só o que eu faço.
- Quer dizer que nunca fez nada além disso.
- Ainda não, disse ela.
Aquilo me deixou mais excitado.
- Bom, está satisfeito? Perguntou ela.
- Ainda não.
Levantei-a pelo braço e comecei a beijar seu pescoço. Ela não esboçou resistência. Tirei sua camisetinha e passei a mamar naqueles seios rosas, me revezando entre eles. Minha mão estava em sua bunda e percebi que estava sem calcinha. Ela gemia baixinho. Deitei-a na cama e tirei seu shorts e vi aquela maravilha de bucetinha virgem na minha frente. Não pensei duas vezes e cai de boca, chupando e lambendo seu clitóris, descendo pelos grandes e pequenos lábios e subindo de novo. Fiquei ali um bom tempo, sugando seus líquidos e preparando sua bucetinha. Só que ela não aguentou muito tempo e acabou gozando. Quando estava bem molhada, comecei a esfregar meu pau na entrada para que ela se acostumasse. Dei uma estocada rápida e meu pau entrou na sua vagina apertada. Comecei a bombar devagar. Ela gemia cada vez mais alto. Fui aumentando o ritmo e logo estávamos num movimento frenético. Coloquei ela de quatro e a visão daquela bunda foi demais para mim. Uma bunda perfeita, durinha e lisa. Continuei metendo nela de quatro, puxando-a pelo cabelo.
- Nossa, rebola mais no pau do seu maninho.
E ela rebolava e gemia e quase não se aguentava. Acabou gozando mais uma vez. Passei a encarar aquele cuzinho. Deitei-a de bruços e comecei a lamber sua bunda, a dobra entre as nádegas e a coxa, descia até a parte de trás do joelho e voltava. Quando ela estava bem relaxada, comecei a lamber seu cuzinho. Ela foi a loucura. Se contorcia inteira. Quando estava bem relaxada, babei bastante na entrada e coloquei-a de quatro de novo.
- Hoje é dia de você perder todos os cabaços.
Enfiei meu pau no seu cuzinho. Ela gemeu de dor e depois começou a se acostumar. Sentia meu pau sendo pressionada, nunca havia metido em nada tão apertado, mal conseguia mover. Fui forçando e aos poucos passei a foder seu cu de forma compassada. Em pouco tempo gozei, enchendo seu cu de porra. Quando tirei meu pau, a porra escorreu de seu cuzinho, numa visão alucinante. Deitei-me na cama e ela foi se limpar. Depois se vestiu e saiu sem falar nada, mas no outro dia estava me esperando sozinha no quarto. A partir disso, passamos afazer sexo com frequência até que me mudei e nunca mais tivemos relações.

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