Oii, tudo bem?
Para quem não me conhece dos outros contos publicados nesse site, meu nome é Maria Eduarda, tenho 15 anos e sempre estou cheia de tesão para esfregar minha boceta gordinha. Apesar da cara, eu não sou nenhuma santa, por isso, me masturbo desde os 10 anos de idade quando descobri as maravilhas de tocar o clitóris ou apenas me esfregar contra o travesseiro, mas nunca tinha enfiado meus próprios dedos dentro de mim. Confesso que eu deveria ter feito isso há muito tempo!
Eu estava em casa sozinha durante a tarde toda, então conseguiria me divertir bastante sem muita preocupação. Assim, como o clima estava quente, eu estava apenas com a minha camiseta da escola que tampava levemente meu bumbum e cobria meus seios grandes, além de uma calcinha de renda rosa socada na buceta. Eu fui em direção ao jardim, onde me sentei em uma das cadeiras de praia que meu pai deixou por lá.
O muro da minha casa é alto, então achei que não teria problema em me tocar.
Assim, tirei a camiseta e comecei a tocar os meus mamilos enquanto sussurrava safadezas para mim mesma. Eu adoro meus seios fartos, eles chamam muita atenção e os caras não param de olhar, além disso, eu solto uns gemidos muito gostosos quando os massageio. Fui descendo minhas mãos pela cintura até chegar à calcinha que estava socada, puxando-a levemente para ouvir o barulho úmido que a minha bucetinha estava fazendo. Eu queria que alguém estivesse vendo aquela cena tão gostosa.
Fechei meus olhos imaginando que eu estava me mostrando para o meu pai - um moreno alto com um pênis saliente. Então começeu a esfregar meu clitóris e em seguida, dei tapinhas nos lábios gordinhos da minha buceta. Senti que meus músculos estavam inchando, talvez avermelhados pelo contato. Foi então que enfiei um dedo, sentindo o quão apertada eu era, mas mesmo assim soquei lentamente para me acostumar. Mas eu tinha tanto tesão que enfiei o segundo dedo.
Ainda sou virgem, e socar dois dedos me fez ficar com a respiração descompassada e sentir uma leve dor. Mas a sensação era tão gostosa que continuei a bombear cada vez mais rápido. Imaginei que o pau grosso do papai estivesse tirando meu cabacinho enquanto ele falava safadezas. então comecei a gemer mais alto, fechando os olhos.
Aquela sensação deliciosa me fez aumentar o ritmo frenético ao esfregar meu clitóris, me contorcendo e levantando meus quadris para obter mais contato com meus dedos. Segundos depois, senti um líquido quente escorrer por entre meus dedos , e mal pude acreditar que eu tinha gozado tendo pensamentos tão impuros. Mas, para nunca esquecer aquele momento, chupei meus dedos como se fosse o pênis do papai, provando meu próprio gosto.
Eu espero que tenham gostado desse conto, talvez na prova eu já tenha perdido meu cabacinho com meu irmão e tenha mais relatos safados para vocês.
Até logo ?