Pequeno Harém Incestuoso, 2

Por: walter-soares-649 24/07/2026 2 leituras
Capa do conto

- Eu só queria um beijo, cunhada. Por favor, não me negue isso. Te ver de novo e não poder nem te abraçar é horrível...

Karen fora recebida super bem por todos, e isso significava tudo pra ela. Depois de uma bela tarde e noite de pizzas, refrigerantes e muita conversa boa, Bruno já estava bem sonolento. Além disso, ele queria dar algum espaço para as mulheres conversarem sozinhas assuntos mais tipicamente femininos:

- Pessoal, eu tô subindo, tô caindo de sono. Maninha, estou muito feliz em te ver novamente, viu?

- Eu também, Bruno! De verdade! - responde Karen

- Vai lá, querido, daqui a pouco eu subo, ok? - diz Monique

Bruno ia em direção à escada, dizendo:

- Não tenha pressa, querida, fique tranquila

Então as três ficam conversando todo tipo de assunto, até que Vick toma a palavra:

- ...Mas tia, você ainda não respondeu se vai ficar aqui com a gente. Estava tão legal você morando aqui...

- Vick, eu não sei se é correto dizer que morei aqui... Eu só passei um tempo...

Vick apela para a mãe:

- O que você acha, mãe? Não seria legal se ela ficasse!?

Monique tenta se esquivar:

- Sim, filha, mas coisas não são simples assim…

Karen vê a resposta de Monique como uma negativa, mas já esperava por isso, afinal, seu marido tinha voltado e já não havia mais lugar para ela.

Vick insiste um pouco mais:

- Ah, gente… Mas estava tão legal nós três!

- Realmente, foi muito divertido... - diz Monique, deixando escapar um sorriso verdadeiro, tendo boas lembranças

Mais tarde, todas foram dormir. Vick foi para seu quarto, Karen para o de hóspedes, e Monique para o quarto de casal, onde Bruno já dormia. As cunhadas, no entanto, não conseguiam pegar no sono. Monique pega o celular e vê que Karen estava online no WhatsApp:

"Karen?"

"Oi"

"Só te agradecendo por passar aqui"

"Ele é meu irmão, né? Eu também estava com saudade dele"

"É que você disse que não voltaria mais aqui…"

"Para ficar, não mesmo"

"Certo. Você entendeu por que acho melhor você não ficar, né?"

"Claro, Monique, relaxa"

"Você está bem?"

"Ah, tô levando... E você?"

"Bom, eu estou feliz por meu esposo ter voltado."

"Não foi sobre isso que eu perguntei..."

"… Eu não sei, Karen, talvez eu sinta um pouco sua falta. Mas… a gente não pode…"

"Tudo bem, isso já entendi. Eu só…"

"Diga"

"Eu só queria um beijo, Monique. Por favor, não me negue isso. Te ver agora e não poder nem te abraçar é horrível."

"Karen… não, por favor."

"Tudo bem, deixa pra lá, eu não vou tocar mais nesse assunto"

"O que um beijo ia adiantar?"

"Bom, pra mim ia valer muita coisa, Monique. Mas se pra você não vale nada..."

"Me encontre na cozinha. Só um beijo, ok?"

"Ok!"

Cinco minutos mais tarde, Karen já estava na cozinha, com blusinha preta de alcinha e um shorts de algodão bem soltinho, calçando uma pantufa. Ela senta à mesa e espera por Monique. Alguns minutos de espera e Monique chegava, com sua camisolinha preta, coberta com um roupão de seda azul.

- Você é linda, Monique.

Monique sorri e caminha na direção de Karen, que se levanta.

- Só um beijo, hein? rs - diz Monique, louca de vontade de ser beijada.

Monique põe as mãos na cintura da cunhada, que, por sua vez, coloca as suas no quadril de Monique. Elas se olham e se beijam. Karen, que era mais baixa, fica na pontinha dos pés. O beijo, que começou contido e sem língua, logo virou intensa troca de saliva. As mãos começavam a deslizar livremente, guiadas pelo desejo. Contudo, sabendo que não podiam avançar mais, elas se abraçam bem apertado, tentando interromper o tesão.

- Que raiva, meu irmão podia ficar preso só mais uma semaninha! rs

- Hahaha, que horror, Karen! Isso é coisa que se diga?

- É claro que estou brincando, né? rs. Mas… tudo o que eu queria era…

- Não, Karen, não dá... Eu também tenho vontade, eu juro pra você, mas...

- Você ficou molhada? - pergunta Karen ainda abraçadinha

- ... Sim, fiquei

- Duvido, rs

- Eu não vou deixar você conferir, sua sem vergonha! rs - diz Monique já sabendo as estratégias da cunhada.

- Só queria sentir um pouco...

- Eu… também sinto falta, só queria que você soubesse disso, Karen. Não pense que você foi só um refil enquanto o Bruno esteve ausente.

- Eu sei, relaxa.

Então elas se separam e sentam juntas para conversar à mesa. E depois, beijam-se mais uma vez, se despedem e voltam, cada uma para eu quarto.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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