Na época dos meus 20 anos, durante as férias de verão sempre visitávamos um clube com piscinas na nossa cidade. Em um desses dias cheguei lá para me encontrar com o Matias e a namorada, Lidiane, que segundo o que ele me contava era mais safada que o capeta. Na mesma mesa estava outro cara que eu não conhecia, um moreno forte e bonito, que o Matias me apresentou como seu primo Marcos. Conversa vai, conversa vem, o dia foi passando e fomos nos divertindo na beira da piscina, tomando umas cervejas e eu não conseguia parar de olhar o Marcos. O Matias olhava pra mim e eu percebia que ele tinha um sorrisinho no rosto, parecia que sabia o que eu estava sentindo. Fui até o banheiro e depois de alguns segundos me assustei quando senti alguém me encoxando e depois sussurrando no meu ouvido:
- Calma meu putinho, se quiser provar desse moreno depois é só avisar.
Vi que era o Marcos e sabia que o Matias tinha dado com a língua nos dentes. Na hora de ir embora chamei o Matias pro lado e ele confessou que tinha contado para o primo sobre mim e que ele gostava de ser ativo com outros homens. Também me disse que já estava mais do que na hora de eu perder a virgindade.
Fui pra casa naquele dia pensando em tudo isso e percebi como estava com tanto tesão imaginando o Marcos me comendo. No outro dia combinei de nos encontrarmos.
Ele me buscou de carro em casa e fomos direto pro motel. No caminho perdi a vergonha e fui alisando o pau dele por cima da roupa, sentindo ficar duro. Aquilo me excitava mais e mais. Chegando lá não conseguia mais pensar em nada a não ser sentir aquele cacete dentro de mim. Me ajoelhei no meio do quarto, abaixei a bermuda dele e comecei a lamber e beijar a cabeça enorme daquela piroca preta deliciosa. Ele gemia enquanto ia bombando o pau na minha boca, me fazendo engasgar e babar como um louco. Depois de um tempo me levantei, dei um beijo de língua no gostoso e falei:
- Chega de chupar, tá na hora de eu virar puta de verdade.
Ele sorriu, me atirou de bruços na cama, empinou minha bunda e começou a morder minhas nádegas. Eu gemia de prazer, sentia meu pau babar de tesão enquanto ele chupava meu cuzinho, deixando bem babado pronto pra ser fodido. Eu pedi:
- Cuidado que esse rabinho é virgem.
Sentir a cabeça daquele pau forçando a entrada do meu cuzinho é uma das melhoras sensações da vida. Sentir ele me invadindo pouco a pouco, parecendo que ia me rasgar no meio me fez perceber como era bom sentir dor e prazer ao mesmo tempo. Conforme fui me acostumando com a sensação e a dor se transformou em puro tesão, perdi o resto de vergonha que ainda tinha e me transformei de vez. Pedi para o Marcos:
- Me esfola seu puto gostoso, deixa esse cu todo arrombado.
Aí ele começou a foder com vontade, socava aquela piroca até o fundo e voltava, várias e várias vezes, eu sentia as bolas dele baterem em mim enquanto ele atolava o pau. Pela primeira vez gozei sem nem me tocar. Nesse momento senti que tinha nascido pra levar rola e só pedia mais e mais pau. Senti que meu cuzinho tava ficando largo, quando ele tirava o pau não sentia mais fechar e ele já metia de novo. Com a piroca toda dentro de mim ele se aproximou do meu ouvido e perguntou:
- Quer tomar leitinho?
Na mesma hora ajoelhei e botei a língua pra fora, pedindo:
- Sim meu macho, me enche de porra.
E ele encheu mesmo. Senti vários jatos daquela porra quente e grossa. Terminei chupando e tirando até a última gota de leite daquela rola grande e como uma boa putinha engoli tudo.
No outro dia, quando cheguei no clube durante a tarde, o Matias e a namorada sorriam que nem dois demônios e eu fingia que conseguia sentar sem sentir dor.
O resto daquele verão foi de muito pau no meu rabo e leite na cara. No fim das férias, o Matias me chamou e perguntou se queria terminar me despedindo em grande estilo do primo. Mas isso eu deixo pro próximo conto.