"Gosto de homem sim, sou viado!" respondi abuptamente.
Daí em diante a conversa mudou para minha viadagem. Falei que ainda era cabaço, que so chupava rola. disse que morava com uma mulher na Leopoldina. Quando deixamos o restaurante Milton falou que ainda tinha tempo para mais um drink. Perguntei se ele náo queria ir no meu apartamento. No apartamento servi um vinho e ele disse que minha conversa tinha lhe deixado curioso. Eu comecei a dar corda e falei que sabia mamar uma rola muito bem. Milton começou a ficar alterado. Vi seu volume crecer através das calças. De repente ele perguntou se eu queria mamar a rola dele.
Um frio desceu pela minha espinha. Mal podia acreditar que eu ia chupar a rola daquele macho. Sua pica era tipo bico de chaleira,
bem grande e cheia de veias. Após dar beijinhos na caceta como eu sempre faço comecei a arregaçar seu caralho com meus lábios.Tinha gosto de salmão defumado. Pensei que ele ia me dar suco de pica, mas ele disse que queria meu cu. Estava tão vidrado no homem que passei vaselina e fiquei de quatro. Ele meteu tudo de vez. Vi estrêlas. Que dor filha da puta! Após uns 10 minutos de sofrimento, ele jorrou seu leite dentro de mim. Sua rola saiu molhada de sangue que também saia do meu cu. Milton se vestiu e foi embora. O sangue não parava. Fiquei apavorado. Quando Nilseia chegou eu ja estava pensando em ir para o pronto socorro e dizer que fui estrupado a força. Nilseia mme acalmou e preparou um banho de salmora. O sangue continuava a sair. Nilseia conhecia um medico que era viado e telefonou para ele. O médico passou um creme e disse para eu so tomar liquidos e não dar o cu pelo menos por 1 mês. O Milton tinha estourado muitos vasos sanguinos...minhas pregas. Minha paixão pelo Milton aumentava dia a dia.Eu so tinha ele na cabeça. A Nilseia trazia alguns homens que pegava na praça Maua os quais eu mamava pensando estar mamando a caceta do Milton. Passaram-se 10 dias e fui comprar o carro. Telefonei para Milton fazer nova inspeção. Tudo em order. Pegamos o carro, e fomos para meu apartamento. Ofereci-lhe um drink. Ele novamente pediu para eu mamar sua rola. Falei que so mamar porque ele tinha me deflorado violentamente e meu cu estava muito ferido. Ele entendeu e jorrou seu leite quente e cremoso na manhã boca. Delicia de porra. Quando ele foi embora perguntei quando eu o veria novamente. Ele disse que telefonaria. Passaram-se dias e o telefone nunca tocava. Eu estava obsecado pelo macho. Nilseia dizia par eu acordar. Que homem do tipo do Milton so queria bicha como diversão quando eles tinham vontade de comer um cu.