Perdi minha virgindade com um pau enorme

Por: Cristina • 06/07/2026 • 450114 leituras
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By aventura.ctba
    Olá meu nome é Cristina, na época tinha 17 anos. Apesar dos meus 1,57m de altura, tinha um par de olhos verdes, cinturinha fina, bundinha empinada, Coxas grossas, seios durinhos de médio para grande, e virgem de tudo.
Perdi minha mãe ainda criança, e fui criada por meu pai e minha madrasta.
Sou de uma família humilde e muito rígida, as ordens do meu pai eram lei em casa, se o desobedecesse, o couro comia. Quantas vezes senti na pele todo seu ódio quando por um descuido ou esquecimento deixava de realizar um pedido seu. Minha madrasta também era uma coitada que morria de medo do meu pai, e não podia fazer muita coisa para me defender.
Meu pai não era só bravo em casa, na vila onde morávamos a maioria do pessoal tinha medo dele por ter fama de valentão.
Nunca tinha tido um namoro sério, pois sempre que meus pretendentes descobriam de quem era filha, sempre arranjavam desculpas para se afastarem de mim, até que conheci Carlos um garoto de São Paulo que veio morar com seu tio em uma casa ao lado da minha.
Carlos tinha acabado de completar 18 anos, veio morar com o tio doente para ajudar na despesa da casa, pois sua aposentadoria mal dava para comprar os remédios que eram receitados. Carlos era um menino lindo.   1,70m, moreno claro, cabelos e olhos castanhos, sempre com um sorriso maravilhoso estampado no rosto. Apaixonei-me logo que vi aquele jovem meio imaturo, carinhoso, atencioso e meio palhaço, só ele conseguia me fazer sorrir e esquecer a vidinha monótona que levava. O sentimento foi recíproco, pois logo rolou uma química entre nós e em pouco tempo começamos a namorar. Escondido do meu pai é claro!
Lembro-me com detalhes do dia que perdi minha virgindade. Meu pai e minha madrasta foram para uma cidade vizinha visitar uma tia que estava muito doente, e como não quis ir fiquei em casa louca para me encontrar com meu namorado. Por coincidência naquele dia, Carlos tirou o dia de folga para levar seu tio no médico e quando saí pra fora vi ele sentado na varanda da casa dele.
Quando soube que ia ficar sozinha em casa o dia todo, ficou radiante de alegria, então me arrastou pra dentro da sua casa e começamos a beijar e rolar aquele amasso mais picante.
Quando senti sua mão afastando minha calcinha e seus dedos penetrando minha bucetinha até esqueci-me do pai que tenho e também procurei seu pau que estava cutucando minha bundinha e apertei com força sobre a bermuda. Voltamos a si quando o tio do Carlos tossiu no quarto e perguntou quem estava com ele na sala.
Carlos disse que era eu e seu tio falou:         
        - Tomem juízo crianças não vão aprontar, vocês conhecem muito bem o Juvenal!
        - Pode deixar tio, a Cristina já vai pra casa dela, e eu também tenho que ir ao mercado e já volto!
Saímos, Carlos trancou a porta e corremos pra minha casa, pois tanto eu quanto Carlos estávamos loucos para prosseguir com aquele amasso gostoso.
Assim que entramos em casa trancamos a porta e Carlos me jogou sobre a cama dos meus pais, tirou minha camiseta deixando meus peitinhos à mostra, abaixou minha saia e junto com ela tirou minha calcinha e pela primeira vez fiquei nua na frente de um homem.

Carlos ficou certo tempo admirando meu corpo nu sobre a cama e logo caiu de boca nos meus peitinhos sugando como um bebe faminto enquanto seus dedos explorava minha bucetinha totalmente virgem até aquele momento. Eu gozava seguidamente enquanto minha mãozinha mal se fechava em torno do seu pau que estava duro como ferro ainda dentro da bermuda. Quando senti a boca do meu namorado sugando minha bucetinha meu corpo reagia em espasmos que percorria meu corpo da nuca até os dedos dos pés. Minha bucetinha estava toda alagada e Carlos sugava cada gota que escorria de dentro dela como se fosse o líquido mais precioso do mundo.

Ainda com o corpo mole de tanto gozar levantei-me e Carlos se deitou de costa para eu retirar sua bermuda. Puxei junto com a cueca e saltou pra fora um pau enorme e muito grosso com a cabeçona em forma de cogumelo. Fiquei por alguns segundos admirando aquela verga, pois era a primeira vez que via um ao vivo.
Comecei punhetando lentamente e tomei coragem e beijei aquela cabeçorra, tive dificuldade de abocanhar aquele pau, mas devagarzinho fui pegando o jeito e comecei a sugar seu pau como se fosse um picolé. Como era muito grande para a minha boquinha, chupava a cabeça enquanto punhetava o corpo com uma mão.

De repente senti aquilo engrossar ainda mais e sem que desse tempo de tirar da boca várias golfadas de porra atingiram minha garganta. Engoli pela primeira vez aquela gosma com gosto de água sanitária, senti nojo e ânsia de vômito ao mesmo tempo, quase vomitei. Carlos pediu desculpa por não ter dado tempo de me avisar.
Também estava sendo a primeira vez do meu namorado. Com a cara cheia de porra e ainda escorrendo pelo canto da minha boca nós rimos daquela situação tão constrangedora tanto pra mim quanto pra ele.

Após nos limparmos comecei novamente a alisar o pau do meu namorado e logo estava duro novamente. Tinha adorado a chupar o pau do meu namorado e novamente levei a boca e comecei fazer uma chupetinha novamente, em pouco tempo estava duro como um ferro.
Agora foi minha vez de deitar de costa e abrir as pernas para meu namorado se ajeitar entre elas. Senti quando ele encostou a cabeçorra do seu pau na entrada da minha bucetinha, meu cuzinho chegou a piscar. Estava ansiosa e ao mesmo tempo com medo de não aguentar com aquela verga dentro de mim. Mesmo sendo a nossa primeira vez Carlos demonstrou maturidade e foi penetrando devagar seu pau na minha bucetinha que aos poucos ia conseguindo engolir aquele estranho dentro dela.
Quando passou a cabeça senti um pouco de dor e pedi para que meu namorado parasse um pouco. Após ter relaxado um pouco mais, pedi para que continuasse até sentir aquele cacete encostar e forçar meu cabacinho.
        - Aaaaiii! Está doendo, para um pouco!!!
        - Acho que chegou no cabacinho!!! Disse Carlos.
        - Se prepare que vou forçar um pouco mais!
Sem que tivesse chance de falar alguma coisa, Carlos soltou seu peso sobre mim e seu pau foi adentrando minha bucetinha alargando e fazendo a coitadinha atingir seu grau máximo de elasticidade até sentir seu saco encostar na minha bundinha e aquele mastro forçar meu útero pra dentro.
Eu prendi a respiração trinquei os dentes e mesmo sentindo um ardume na minha bucetinha, me sentia orgulhosa de ter aquilo tudo dentro de mim. Senti-me adulta, e feliz por ter deixado de ser uma garotinha e passado a ser mulher daquele momento em diante.

O sorriso estampado na cara do meu namorado demonstrava a alegria de ter estourado o primeiro cabacinho da sua vida e também deixado de ser cabaço.
Pedi para que metesse devagar até me acostumar, e Carlos foi tirando seu pau aos poucos de dentro da minha bucetinha e colocando novamente.
Estava tão gostoso que pedi para que acelerasse mais, em pouco tempo estávamos metendo que nem gente grande.

Após ter passado a dor inicial comecei a ter prazer e gozei pela primeira vez com um pau enorme dentro da minha bucetinha. Carlos começou a meter forte e rápido eu agarrava seu corpo e cravava minhas unhas em sua costa, até que senti vários jatos de porra inundando minha bucetinha, o tesão do meu namorado era tanto que seu pau nem chegou a amolecer e continuou metendo sem parar, perdi as contas de quantas vezes tinha gozado, e Carlos continuava em cima de mim metendo seu pau sem dó.

Estava com minha bucetinha ardida de tanto levar ferro. Deu certo alívio quando senti Carlos gozando em mim novamente. Era muita porra dentro da minha bucetinha que sentia escorrendo por minhas coxas e também por minha bundinha.
Após ter gozado Carlos continuou em cima de mim com seu pau ainda atolado na minha bucetinha, conforme amolecia ia saindo pra fora. Quando saiu completamente senti um vazio enorme dentro de mim. Passei a mão na minha xaninha para avaliar o estrago e veio muita porra misturada com sangue dos nossos cabaços.
Logo aquele momento mágico se acabou e voltamos à realidade, tinha esquecido do meu pai e da minha madrasta, só ai lembrei que estávamos na cama deles e rimos da situação.

Fomos ao banheiro tomamos banho juntos e antes do Carlos ir embora queria me comer novamente mais minha bucetinha estava toda assada de tanto levar pau, então me ajoelhei a sua frente e chupei seu pau novamente até gozar na minha boca só que agora estava prevenida e a quantidade de porra foi bem menos. Criei coragem e engoli tudinho, diferente da primeira vez até que gostei de engolir sua porra e deste dia em diante fiquei viciada em chupar seu pau e engolir tudo.
Assustei-me com o tamanho da mancha de porra misturada com sangue que tinha ficado no lençol da cama dos meus pais.
Troquei o lençol e botei na máquina para lavar o sujo. Quando meu pai e minha madrasta chegaram nem desconfiaram do que tinha acontecido na ausência deles.

Depois que perdi meu cabacinho, sempre que tínhamos uma chance dava minha bucetinha pro Carlo e ele me comia bem gostoso, até que um dia notei que minha menstruação estava atrasada e quando fizemos o teste não deu outra estava grávida.
Carlos não me abandonou, pelo contrário mais uma vez demonstrou maturidade me dando a maior força, disse que assumiria eu e nosso filho.
O que temia era a reação do meu pai quando soubesse do meu estado.
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Casal aventura.ctba.

                                

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