Ressalto aos leitores que o contexto geral da história é real, tento descrever o mais proximo possivel da realidade dos ocorridos.
Após presenciar o segundo orgasmo do meu avô as coisas mudaram completamente entre a gente, a nossa intimidade estava diferente, as barreiras estavam se quebrando. Ele continuava fugindo dos sentimentos e tentações mas era cada vez mais difícil fugir do quanto eu mexia com ele. Prefiro ocultar minha idade pra fugir de polêmicas mas entre eu e ele existem 24 anos de diferença. Em uma oportunidade em que estivemos junto a outras pessoas mas em um distância segura dos demais eu perguntei ao meu avô sobre o ocorrido com minha mãe ele disse que nao gostaria de entrar em detalhes mas que nunca chegou tão longe como estava indo comigo. Novamente me disse estar apaixonado mas que nao sabia com lidar com esse sentimento, que apesar de ser errado o consumia dia após dia. Ele nao queria que minha avó nem se quer desconfiasse entao me disse que se eu quisesse que ele continuasse a me dar carinho precisávamos ser discretos. Foi uma conversa rápida mas objetiva, eu soube que apartir dali meu avô avançaria, e eu de forma indireta dei carta branca, deixei aberta a brecha q ele precisava e depois dali, por muito tempo nada foi capaz de pará-lo. Poucos dias após nossa conversa, entre alguns momentos de carinhos disfarçados houve entao nosso terceiro "encontro". Minha avó havia saído pra um evento da igreja com amigas dela, eu tava no quarto, era pouco antes do pôr do sol, meu avô foi até la e pediu pra conversar comigo. Sentou na borda da cama enquanto eu fazia umas lições, ele me olhava da forma q so olhava qnd ninguem estava perto, era como se quisesse me devorar com os os olhos. Perguntou se eu tava pronta pra receber novos carinhos dele, se ele podia fazer o que sentia vontade, eu nao soube verbalizar mas consenti com a cabeça. Ele sentou mais perto, me puxou pra q eu sentasse ao seu lado, o quarto estava bem claro, ele baixou a alça da minha blusa na intenção de ver um pouco mais de mim, quando um dos meus seios estavam quase a mostra, envergonhada pedi a ele permissão pra fechar cortina, pra que o quarto ficasse um pouco mais escuro, eu sentia vergonha de tanta exposição, era muito novo pra mim. Ele mesmo levantou e fechou a cortina, o blackout deixou o quarto escuro, mas de modo q ainda nos víamos perfeitamente. Ele sentou novamente ao meu lado, so que mais junto, me puxou pro seu colo, sentade de frente pra ele, muito perto. Hoje nao tinha xeiro de alcool, era o xeiro normal dele, ele me acomodou em seu colo e eu o abracei tentando esconder meu rosto, eu ainda me sentia constrangida querendo evitar encara ele. Deitei minha cabeça em seu ombro e ele voltou a baixar as alças da blusa até retirar toda a minha blusa que ficou no cós do meu short, deixando todo o meu corpo da cintura pra cima exposto, a mercê dele. Ele me afastou com carinho, continuei de olhos fechados bloqueando o ctt visual e senti seus labios nos meus, leve, devagar e molhando aos poucos. Sua lingua brincava com minha boca, orelha e pescoço, deixando um rastro molhado por onde passava. Eu imaginava q aquilo seria nojento mas vindo dele estava tao gostoso. As sensações chegavam, novamente eu sentia meu corpo arder, queimar , principalmente na minha buceta que ja estava sendo pressionada contra a ereção dele. Os gemidos, ele começou a gemer enquanto me beijava, me falava frases de carinho expressando o quanto me amava, era tao bom ouvir. Meus seios que ate ali so eram espremidos contra seu peito agora era afagados por ele, apertados, os bicos dos seios eram pressionados quase chegando a doer e entao senti o toque mais perfeito que meus seios ja haviam sentido, o da sua boca. A língua brincava com os bicos dos seios , as mãos subiam e desciam por toda a parte nua da cintura pra cima, a boca dele nao sabia se me beijava , sugava ou lambia e a sensação era algo que nunca imaginei ser capaz de sentir.