O lugar onde moro é um pequeno vilarejo, mais ou menos umas 8 casas, bem no interior mesmo.
Dá onde moro anda uns 100m, dobra a direita em uma estradinha, anda mais uns 300m, tem um terreno com uma casa antiga, em estilo alemão, foi dos primeiros moradores do local, a casa hoje pertence a um neto do antigo dono, ele mora na cidade, dificilmente vão lá, mas tem um senhor que ele paga para manter o terreno limpinho, e a casa bem conservada, a cada 15 dias esse senhor vai lá, abre a casa, limpa tudo, fizeram uma cerca de tela em roda, e um portão com estes trincos de bater.
tem uns bancos de pedra na frente, muitas pessoas ás vezes vão lá, relaxar, descansar, ouvir a natureza, eu sou um deles, faço umas caminhadas, e quase sempre entro lá um pouco para descansar. Mas vamos ao conto, numa dessas minhas caminhadas bem a tardinha, estou passando e vi que o portão estava aberto, e vi dois cachorros lá dentro, um menor porte médio, e um cachorrão não sei que raça era, parei para ver, e me dei conta que o pequeno era uma cadela, e devia estar no cio, pois o grandão tentava subir nela, fiquei olhando, o grandão subia e tentava meter, acho que quando entrava a ponta, mela gritava e saía de baixo, até que numa daquelas ele conseguiu meter, e enterrou, a cadelinha fez um gritedo, bota gritedo nisso, e ficaram entalados, eu entrei fechei o portão e sentei num banco, fiquei ali uma meia hora esperando eles desgrudarem, quando se soltaram aquilo fez ploc, a cachorrinha saiu choramingando para um lado, deitou e lambia aquela buceta que pelo que eu vi era agora um bucetão inchado vermelho, enorme, olhei para o cachorro e entendi porque do gritedo, era um pau enorme, e um nó que não sei como entrou naquela pequena, abri o portão, botei o cachorro para fora, e fui tentar fazer um carinho na cadelinha, mas ela gruniu e correu para mais longe, dei um tempo, e aos poucos fui me aproximando de novo, tentei fazer um carinho na cabeça e ela deixou, fui falando mansinho e acariciava ela, enquanto ela lambia desesperada aquela buceta, peguei ela no colo ficou quietinha, levei ela para o fundo da casa, tem uma area com um tanque, pegava agua na mão e passava de leve na buceta dela, ela foi se acalmando, a esta altura meu pau parecia que ia estourar meu calção, coloquei ela num banco comprido que tinha ali, baixei meu calção, e o pau saltou para fora quase na cara dela, ela cheirou, deu umas lambidas, e ficou parada, eu virei a bunda dela para mim, cuspi bem na buceta, dei uma enfiada de dedo, ela entesou a cola para um lado, pensei tá querendo de novo, coloquei a cabeça da piça na entrada e comecei a empurrar, a piça entrou com facilidade, passou pelo canal sem trancar, e parece que caiu num caldeirão tal era o calor, comecei umas metidas lentas e aos poucos fui metendo com mais força até vir a vontade de gozar, foi uma loucura, comecei a gemer, a urrar, e me acabei todo, era leite que não parava mais, as pernas amoleceram, fiquei um pouco mais dentro dela, tirei a piça, ela tratou de se lamber e lamber o leite que escorria, e eu sentei no banco, fiquei ali me refazendo um pouco, lavei o pau no tanque, me arrumei, sai, fechei o portão e deixei ela lá fechadinha.
No outro dia peguei uma comida e fui lá levar para ela, quando estava quase chegando, vejo um gurizote duns 15, 16 anos entrando no pátio, fechou o portão, se foi para os fundos chamando a cadelinha, esperei um pouco, entrei devagarinho, e fui espiar, o guri tava mandando piça na cadelinha, uma piça de guri ainda uns 12 ou 13cm, fiquei ali observando até ele gozar, fui lá para a frente, sentei e fiquei esperando, dali a pouco vem ele, quando deu de cara comigo ficou todo sem jeito, num vermelhão, eu disse é boa de buceta a pequena né, comi ela ontem, ele disse por isso que achei meia larguinha, eu disse isso é culpa do cachorrão que comeu ela primeiro que nós, ele disse que morava lá perto do rio, que costuma caminhar, e viu a cadelinha, viu que ela tava no cio pelo tamanho da buceta, resolveu foder ela, eu disse vou deixar ela fechada aqui, eu venho todos os dias, podes vir também, ele foi embora, dei comida para a cadelinha, dei mais uma foda gostosa nela e fui embora, pensando no guri, é bem ajeitadinho, se encontrar ele lá de novo, quem sabe bem cantadinho ele não aceita me dar a bundinha.
Pobre cadelinha!
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