Descobri o porque da minha prima ser a preferida da familia.
Eu nunca entendi o motivo de Renatinha ser a preferida da família. Na certa ela era bonita: magrinha, com uns peitinhos redondas e bundinha dura. Mas nada que justificasse os mimos que ganhava dos nossos parentes.
Por exemplo, temos a mesma idade e eu também sou bonita, talvez até mais do que ela. Então porque no meu aniversário o meu avô né deu uma mochila (linda, que eu amei) e no dela três meses depois ele deu um iPhone? Não tinha sentido.
- Ela é mais pobre, filha - O meu pai explicou certa vez. Mas ela não era. Inclusive o tio Théo, pai dela, tinha um emprego igual ao do meu pai.
- É porque ela ajuda o vovô a pagar as contas - Foi a explicação da minha mãe quando me queixei. De repente não queria mais usar a bolsa que ganhei pois me senti muito injustiçada.
- Apenas aceite - O meu irmão falou certo dia, quando fomos passar o fim de semana no sítio dos meus avós e Renatinha exibiu pra mim o óculos da Rayban que ganhou do nada, do nosso tio, que não queria mais e lhe deu.
Eu nunca ganhei nada parecido.
Éramos as únicas netas meninas. E havia o meu irmão também mas ele já era adulto apesar de morar com nossos pais.
Naquele fim de semana, eu estava excepcionalmente emburrada. Não aceitava o descaso que tinham comigo por mais que fossem atenciosos. A nossa família eram os nossos avós, meus pais e eu e meu irmão, e meus tios que eram os pais da Renatinha.
- Vovô disse que vai me dar um carro quando eu fizer dezoito anos - Ela contou quando fomos dormir - Amanhã vou pedir pra alguém me ensinar a dirigir.
Eu virei na cama, chateada e não quis conversar. Ouvi o riso dela e senti vontade bater. Mas apenas fiz bico.
No outro dia, ela saiu cedo e quando levantei ouvi uns risinhos que eu ignorei quando fui a cozinha. Mas sabia que estavam falando dela e não entendi no início.
- Theo a esta ensinando a dirigir no caminhão - E todos riam.
Todos eram os homens. Minha mãe estava com minha avó na varanda e minha tia dormindo.
Aquela frase ficou na minha cabeça. Fui pra varanda e eu ouvi o barulho do caminhão. Ela estava aprendendo a dirigir.
Com inveja, eu observei sentada na varanda. Tio Theo estava sentado, e Renatinha no seu colo. Ela ia pra frente e pra trás, pra frente e pra trás e eu observava que o caminhão acelerava nos buracos da única rua que dirigiam.
Ela dava pulinhos e ria, no colo do pai.
Ela não era muito grande pra tá no colo? Eu me perguntei. Mas dei de ombros, devia se aprender assim. Ainda assim, me causou um certo estranhamento o que eu via. Tio Theo não parecia concentrado, na verdade, ele parecia até estar de olhos fechados em alguns momentos e ela mal guiava por o caminhão só ia pra frente e dava ré. Não era assim que se aprende. Ou era?
Fiquei olhando a cena, curiosa. Tive a breve impressão de ver que em algum momento o meu tio com as mãos apertavam seus peitinhos mas achei que era coisa da minha cabeça. Achei Renatinha muito vermelha, mas ainda não entendi a situação. E em determinado momento o caminhão parou e eu percebi que ela dava uns pulinhos.
O que estava acontecendo?
- Renata, Theo! - Minha tia chegou ao meu lado e gritou, me dando um susto. Mas ela não observava o mesmo que eu, na verdade parecia apressada - Vem almoçar! Vem, Pamela - Falou comigo também.
As mulheres me tratavam igual. Apenas os homens não.
Eu acenei, vi minha tia entrar em casa, e voltei a olhar o caminhão. Quando a porta se abriu, eu arregacei os olhos.
Primeiro porque tive certeza que, ao descer, Renatinha estava sem calcinha e eu vi porque seu vestido grudou na porta e se levantou e eu vi a bundinha. E segundo porque, quando ela se ajeitou e tio Theo desceu, ele mexia muito no ponto.
E eu tive a impressão de ver ele bater na bunda da filha.
O que estava acontecendo?
Fiquei abismada, mas fingi não ver e me levantei. Renatinha se aproximou corada, sorrindo e parecia ofegante.
- Você não é grande pra ficar no colo dele? - Já éramos mocinhas adolescentes.
- Eu aprendo assim - A voz dela parecia ofegante. Era só empolgação?
Vi meu tio se aproximando, e apenas entrei com a minha prima.
Senti alguns olhares, como sempre endereçados a ela e aquilo novamente me incomodou. Mas fiquei quieta.
Mas, mais tarde quando todos dormiam após o almoço, eu fingi dormir também e não parei de pensar nela no colo dele no caminhão e no tapa que eu vi.
Levantei bem quietinha, todos dormiam mas não achei a minha prima. Nem o meu avô. Sai bem devagarinho de casa, tentando entender mais alguma coisa. Fui ao caminhão, a porta estava aberta e olhei o interior. E vi que eu não alucinei. Havia uma calcinha usada e amassada jogada em seu interior. Rosinha.
Que estranho.
Caminhei devagar até o celeiro, naquele horário não havia ninguém em passeando. Eu fui curiosa, porque não achei mais Renatinha em casa. E o que eu vi me chocou profundamente.
Por trás da madeira, eu observei o que mudou o meu conceito de família.
Em cima do feno, estava Renatinha. Mas ela estava de quatro. A minha prima estava peladinha, como veio ao mundo. De olhinhos fechados e a cabeça jogada para trás.
- Tá gostoso, putinha? - Quem estava atrás dela era vovô, que lhe deu o iPhone.
Vovó ainda era enxuto, mas era velho e peludo e eu fiquei completamente chocada.
Vovô apesar da idade a firmava forte pela cinturinha e metia a vara na minha prima. Ele apertava a cintura de Renatinha e metia fundo, até o talo. Snap, snap, snap.
- Tá, vovô - Renatinha respondia - Tá vovô.
Ele metia fundo na minha prima. A putinha tava com a bunda empinada, corpo jogado e levando vara dele. Que vadia, eu pensava.
Era por isso que tinha iPhone.
- Não acaba com ela não, pai - Quem aoarexeu então foi o meu pai. E eu arregacei os olhos. De onde ele saiu?
De rola pra fora, mexendo, ele parou na frente dela. Que, tomando vara na boceta, começou a mamar o meu pai.
Ela mamava e suava e gemia enquanto vovô comia ela. Vi meu pai urrar, vovô também. Meu pai batia com o pau na cara dela, e vovô metia fundo e meu pai a fazia engolir tudo enquanto engasgava e parecia querer chorar pela boca cheia.
- Tá doendo, vovó - Ela dizia - Para.
- Não quer ir pra Disney? - Ele perguntou.
- Tá bom, vovô - Ela repetiu - Quero.
Vi meu avô e pai rirem da mudança de fala.
Snap, snap, snap.
Meu avô metia forte nela. Eu via o saco peludo batendo na bunda lisa.
- Vou gozar - Ele gritou de repente. Urrando - Vou gozar, rê!
Vi que ele gozou. Mas meu pau não.
Meu avô a firmou imóvel e urrou paralisado e atolando tudo até o fundo e Renatinha teria gritado. Mas meu pai a segurou pelos cabelos e batia o pau na sua cara e ela quando foi gritar pela dor da fincada forte meu pai atolou a piroca na cara dela. Meu pai puxava os cabelos dela, batia na cara dela e fodia a boca dela.
Eu observei, chocada.
O que era aquilo?
Meu avô deu um forte tapa com as duas mãos na bunda dela quando saiu, e meu pai continuou metendo na sua boca. Vi meu avô pingando e vi brevemente a boceta dela começar a escorrer.
- E esse cu? - Meu avó enfiou o dedo no rabo dela. Bem devagar - Já tá aguentando?
Ela negou, os olhos marejados por estar com um pau na garganta e meu pai rindo batendo na cara dela.
Meu avô tirou o dedo, parecia satisfeito e com preguiça. Era velho, né.
Meu pai cuspiu no dedo, e ele começou a enfiar no rabo dela enquanto ela mamava a rola dele.
- Tá apertado ainda - Papai dizia, e enfiou dois dedos molhados que, em protesto, Renatinha tentou impedir.
- Para! - Ele deu um forte tapa na bunda dela - Chupa, vadia!
Ela parecia chorar, mas voltou a chupar enquanto papai chupava os dedos e enfiava no rabinho dela. Eu também via a porra de vovô escorrer e papai pegar e ir enfiando na bunda da sobrinha.
Renatinha parecia não gostar, ela tentava mexer a bunda mas então apanhava com forte tapa na bunda e isso a inibia de tentar fugir.
Vi que meu avô se aproximou de novo, tocando punheta.
- Sai - Ele falou com meu pai.
Meu pai riu. E tirou o pau da boca dela e eu vi chocada vovô enfiar e ela mamar. Vovó era violento, batia na cara dela, puxava cabelo e cuspia na cara.
- Chupa, chupa, chupa - Dizia fodendo a boca e ela parecia estarf engasgando e querendo chorar.
Vi papai então ir pra trás dela. Ele tinha um rolão. Vi papai a segurar pela bunda e levantar pro alto, vi ele bater no rabo dela, e vi ele começar a meter na boceta.
Ela tentou gritar mas não conseguiu porque vovó a segurava pelo cabelo e metia tudo na sua garganta.
Papai começou a foder igual bicho ela, ele metia fundo e o corpo da coitada balançava pela força.
Bolas dele batendo na bunda, tapas eu estava hipnotizada.
Ele metia o dedo no cu dela, e ela gênia quando conseguia se livrar da boca. Renato há não parecia estar gostando, na verdade ela parecia estar sofrendo e eu não sabia nem o que pensar.
- Oi - A voz baixa me assustou.
Eu olhei pro lado, e vi tio Theo.
Ahhhhhhhhhhh