POR TRÁS E PELA FRENTE

Por: denise-machado-740 12/07/2026 1237 leituras
Capa do conto
Sei que sou gostosa e sou capaz de deixar qual­quer homem caidinho por mim. Sempre fiz sucesso por causa da minha voz (sou cantora) e, modéstia à parte, da bunda tesuda que Deus me deu. Mas tu­do nem sempre foi assim e tive bons “professores” antes de aprender a apro­veitar todo o meu tesão.

Antes de começar a can­tar em boate eu até que era meio quieta, porque vi­via com meus pais. Meu pai, que é muito durão, mandava meu irmão mais velho me vigiar. O mano entrava no jogo até que eu descobri que ele estava transando com uma coroa casada e fiz uma chanta­genzinha pra ele me deixar em paz.

Com 21 anos e o em pre­go de cantora de boate, re­solvi sair de casa e morar com a Lúcia, minha me­lhor amiga. Hoje eu não transo mulher mas tenho que confessar que foi ela .quem me ensinou tudo o que eu sei de prazer e o que muito homem que passou na minha cama ja­mais Imaginou.

Logo que a gente foi mo­rar junto eu nem sabia que ela era sapatão, mas, quando transamos pela primeira vez, eu também estava muito a fim dela. A gente já estava conversan­do há um tempão e ela co­meçou a beijar o bico dos meus peitos e meu deu um beijo na boca que me dei­xou nas estrelas, enquanto me acariciava os pente­lhos. Nunca entendi bem como ela conseguia isso, mas, quando esfregava sua xoxota na minha, tinha hora que eu pensava que ela tinha um pinto.

Mas o favor maior que a Lúcia me fez foi quando me a presentou os dois vizi­nhos do andar de cima, os homens mais tesudos que eu já conheci. O Mário, o mais velho, era o mais bo­nito deles, porque era for­te, alto, com cabelo loiro liso e um sorriso que me conquistou desde o pri­meiro minuto. Ele tinha também uma coisa que sempre gostei nos ho­mens: uma bunda durinha e cheia de pêlos. O Lauro era quatro anos mais novo que ele, tinha 23 anos e, mesmo sendo mais baixo que o Mário, tinha um pa­po de derrubar élvião. Ele tinha o cabelo preto e en­caracolado, bem compri­do, e uma boca que me da­va tesão só de olhar.

Até hoje, não sei de qual dos dois eu gostava mais. No dia em que a Lúcia me apresentou para eles tava um puta calor e eu só esta­va com uma camiseta, de barriga de fora, e uma saia sem calcinha por baixo. A Lúcia me apresentou pra eles e o Mário, um puta sa­cana, já me disse “oi” pas­sando a mãos nos meus peitos que, claro, não ti­nham nenhum sutiã pra atrapalhar. Eu gostei mui­to daquele Jeito dele me passar a mão sem pedir li­cença. Além do mais, ele só estava com uma sungui­nha que deixava ver bem seu pau grosso.

O Lauro foi mais com­portado com as mãos, masjá começou a falar bobagens e eu não conseguia parar de rir. Ele estava com um cheiro bom de xampu e vestia uma bermuda co­lorida e uma camiseta, bem mais vestido que o amigo, mas isso não durou muito tempo.

Ficamos sentados os quatro no chão da sala be­bendo cerveja e ouvindo o Lauro contar piadas. De re­pente, o Mário passou a mão na minha bunda e, notando que estava sem calcinha, pediu pra eu tirar a saia ali mesmo. Nem le­vantei: puxei a saia e fiquei com a bunda virada para o lado dele e perguntei se ele tinha gostado. Os três gargalharam e caíram em cima de mim, me tirando também a blusa. Logo es­tava todo mundo pelado e fiquei surpresa quando a Lúcia, que tinha ficado o tempo todo com o Lauro, deu um puta chupão na boca do Mário.

O Lauro, com os olhos brilhantes que só ele tem, partiu para cima de mim, beijando meu pescoço e a barriga. Ele não sabia co­mo eu morro de tesão quando me beijam a barri­ga! Pus o pau dele na m i­nha boca e chupei como se fosse um pirulito, dando grandes lambidas. Ele gos­tou e, com o pau bem mo­Ihadinho, entrou todinho no meu cu.

Nessa hora, a Lúcia e o Mário estavam fazendo 69 áo lado e a chupação era geral. O Lauro sabia como não me machucar e isso é difícil de um homem per­ceber. Foi uma transa inesquecível. Quando já não imaginava poder gozar mais e me masturbava pe­la frente, o Mário largou a Lúcia e enfiou o pau na mi­nha xoxota. Ele e o Lauro começaram a me comer ao mesmo tempo e se mexiam sem parar. Eu abraçava o Mário enquanto o Lauro me abraçava as costas. A Lúcia, ainda por cima, bei­java nós três e nos dava lambidas pelo corpo intei­ro. Gozamos várias vezes e quando nos separamos a Lúcia lambeu minha boce­ta e o pau dos dois. Eles me espantaram quando começaram a se beijar e a brincar um com o pau do outro, se masturbando.

Como eles tinham uma banheira legal, com hidro­massagem e tudo, o Mário disse pra gente tomar um banho, todo mundo junto. Pra caber nós quatro na banheira, sentei no colo do Lauro e a Lúcia no do Má­rio. A espuma deixava o corpo da gente mais macio e fizemos amor mais uma vez.

Na semana seguinte, além de cantar comecei a fazer “strip-tease”, na boate. Eles sempre iam me ver e dançar comigo. Fi­quei apaixonada pelos dois e a Lúcia também. Fica­mos nessa transa a quatro até que eles, que tinham grana, foram passar férias nos Estados Unidos e não voltaram mais.

Já faz seis anos que isso aconteceu e esse prazer de transar com dois homens ao mesmo tempo é insupe­rável. E eu repito sempre que encontro dois caras que queiram satisfazer mi­nha fome de sexo.

Shirley - Manaus, AM

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