Ajoelhada e de coração palpitante, estava preparada para receber o que viesse. Totalmente oferecida, a supremacia do seu par era evidente e ela deixava-se possuir. Sabia que, mesmo subjugada, o prazer era o único objetivo que ansiava sentir. Sentia agudamente a penetração dele, excitado, duro, grande, em movimentos de luxuriante intensidade e que acarretavam em seus sentidos uma agudeza imensa de desejo por ele e o desejo aumentava paulatinamente num nervosismo concomitante ao prazer. Ouviu seu respirar arfante. Sentiu suas mãos roçando sua bunda e ânus, deixando-lhe uma respiração profunda e entrecortada de suspiros.
Estremeceu, de receio e de desejo, inspirou e expirou profundamente. Sentiu uma mão, suave e pesada, percorrer-lhe os seios, traçando círculos imaginários e arrepios díspares, dirigindo-se sempre para baixo, pelo ventre fora, encontrando-a temerosa mas ávida. Enterrou nela com tudo até o talo, provocando-lhe um contorcer instantâneo e um gemido descontrolado, um escorrer imediato, um rogar sem pedir, um implorar em gemidos concupiscentes, um consentimento a tudo no silêncio sem palavras, apenas manifestado no ruído do corpo que falava por si só. Deixou-se levar, ciente de que o prazer era soberano e o orgasmo iminente pelos sentidos tomados por paixão, volúpia,vontade, tesão... Gozou sem pudor. Gozou com ardor!