Graças a minha mãe encontrei meu macho.
Seu Herval era muito reservado, mantinha uma pequena oficina nos fundos do grande quintal, era uma rotina pessoas chegarem com seus Eletrodomésticos para reparos, comi esse trabalho era um hobby ele pedia para as pessoas comprarem as peças de reposição e o valor da mão de obra era para doarem na congregação que ele a esposa frequentam.
Uma grande procura por consertos levou seu Herval a contratar alguém para ajudá-lo, e é aí que eu entro na história, com 13 anos, minha mãe soube da vaga e me ofereceu para ajudar seu Herval, era a grande chance dela me afastar dos amigos que viviam me assediando para eu aceitasse os famosos troca troca, confesso que eu não resisti a um desses meus amigos e chupei seu piru, houve uma tentativa de penetração mas a falta de jeito atrapalhou.
Para felicidade de minha mãe seu Herval me aceitou, o início foi bem formal, de poucas palavras seu Herval ia me testando, foi me pedindo ferramentas para que eu me familiarizar, ele sempre sério, dona Estela nunca ia na oficina, ficava cuidando dos afazeres e escutando músicas evangélicas.
Passados dois meses eu já completamente ambientado, procurava sempre me antecipar e já pegava a ferramenta que seu Herval iria usar, nosso relacionamento foi mudando deforma gradual, um desconhecido seu Herval foi dando as caras, brincadeiras iam rolando de forma despretensiosa, o ambiente cada vez mais alegre, eu passei a frequentar a casa de seu Herval e de dona Estela.
Nas sextas eu recebia uns trocados, minha mãe super feliz, principalmente por eu estar afastado de meus amigos, as coisas iam fluindo eu já conseguia fazer alguns reparos simples, seu Herval cada vez mais soltinho passou a contar piadas, algumas bem pesadinhas, ficávamos rindo.
Além das brincadeiras que eram rotineiras, seu Herval passou a me abraçar e me elogiando bastante e falou que seu continuasse bonzinho eu poderia ganhar presentes, sinceramente não vi nenhuma maldade, eu apenas sorri.
Seu Herval passou a me ensinar melhor, em alguns momentos ele se coloca por trás e passava me orientar nos reparos, sinto sua respiração em meu pescoço, uma onda de arrepios percorre todo o meu corpo, os arrepios me fizeram errar, seu Herval encostou mais seu corpo no meu, pude sentir a dureza de sua piroca encostada em minha bunda, nem sei como mais consegui efetuar o reparo, seu Herval me elogiou e comentou que eu fui bonzinho eu ganharia um presente, recebi uma camiseta de presente, fiquei todo bobo
A rotina continuava, seu Herval cada vez mais carinhoso, os abraços por trás entraram na rotina diária, a piroca sempre dura roçando em minha bunda, beijos em meu pescoço me arrepiavam, eu continuava recebendo presentes, não demorei a perceber que ia presentes eram por eu aceitar as brincadeiras.
Os consertos passaram a ser mais demorados, um dia comum seu Herval pediu para eu sentar no seu colo, fiz um charme, mas sentei de uma forma que a piroca se alojou em meu rego, seu Herval respirava de forma descompassada, eu passei a me mexer, ganhei um beijo no pescoço, gemi baixinho, senti as mãos seu Herval deslizar em baixo de minha camiseta, as mãos espalmadas alisando meus peitinhos, fechei meus olhos e me entreguei, os dedos apertando os bicos me faziam gemer, foram minutos mais gostosos de minha vida, senti o corpo de seu Herval tremer, só mais tarde deduzi que ele teve um orgasmo.
No dia seguinte cheguei e logo fui recebido por um abraço, obviamente que foi por trás, a piroca dura como sempre, recebi um presente, seu Herval antecipou e me falou que eram cuecas, ao abrir o presente, vi que eram calcinhas de rendinhas e bem pequenas, seu Herval colocou a culpa na atendente da loja, ficamos rindo, eu fiquei olhando as calcinhas. Neste dia estávamos sozinhos dona Estela estava num retiro espiritual, seu Herval perguntou se eu teria coragem de usar uma calcinha dessas que ele havia comprado, rindo falei que sim, nas essas não davam para eu vestir devido eu ser meio gordinho, seu Herval pesou para que eu vestisse uma, escolhendo uma vermelha que com certeza iria se realçar devido eu ser branquinho, eu claro cedi aos pedidos.
Sem o menor pudor, tirei meus shorts e cuecas, fiquei de costas, deixando a mostra minha grande bunda, foi bem difícil vestir, mais finalmente consegui, uma ereção dificultou um pouco mais vesti, a sensação deter algo enterrado no rego causando uma cosquinha, principalmente quando eu andei, seu Herval parecia hipnotizado me fez desfilar.
Não aconteceram pedidos ou explicações, um abraço apertado, seguindo de beijos na boca, meu corpo passou a ser beijado, lambido e mordido, meus peitinhos estavam sendo sugados de forma forte, mordidas nos bicos arrancando gemidos manhosos, a calcinha retirada, a mesa de trabalho foi esvaziada,um lençol e eu fui deitado, os beijos continuavam sendo dados, até minha piroquinha ganhou uns afagos. Mas aí ser virado minha bunda foi erguida de uma forma que meu rosto ficou apoiado na mesa enquanto minha bunda fiava erguida, minha falta de experiência e conhecimento, me fizeram levar um susto, minha bunda foi arreganhada e sem avisar Herval meteu sua cara em minha bunda, as primeiras lambidas me assustaram, mas as ondas de prazer que viajavam por todo o meu corpo me deixavam molinho, como era gostoso, Herval mantendo minha bunda escancarada e com a cara metida em minha bunda me fazia gemer eu já forçando minha bunda de encontro, senti uma das mãos largar minha bunda, a língua tentando me penetrar, meu saco estava sendo massageado e logo eu era masturbado, em minutos meu corpo todo estava tremendo,, Herval deve ter percebido que eu iria gozar, tirou o rosto e veio com um dedo e passou a brincar em meu cu, uma aliviada na masturbação, acredito que foi para retardar meu orgasmo, o dedo foi me penetrando, quando pensei em reclamar a punheta voltou, o dedo enterrou em meu cu, e em sincronismo com a punheta me fizeram ter um orgasmo mágico, a cada jato de porra mei cu contraia parecendo que mordia o dedo de seu herval.
A mão suja de esperma foi levada até meu cu né lambuzou, uma nova posição e agora minha bunda estava no nível de seu Herval, não aconteceu o "eu posso", a piroca encostou em meu cu melecado, a cabeça sendo esfregada em círculos, comi eu estava curvado sobre a mesa, minhas costas era alisada por uma das mãos, uma estocada forte e a cabeça entrou, a dor intensa, seu Herval me elogiando, falando que meu cu era gostoso, pedido para eu relaxar, fui relaxando, a piroca deslizando lentamente em minhas entranhas, o cheiro de suor e sexo, ambos gemendo, uma pausa e teve início as estocadas, o som de nossos corpos se encontrando, gemidos, as dores não sumiram, mas não impediam que as estocadas fortes acontecessem de forma ritimada.
Uma troca de posição, ainda deitado na mesa, minhas pernas nos ombros de seu Herval, a piroca atolada em meu cu, ser comido e encarando o macho me deu um prazer enorme, um dia meus peitos ia sendo apertados, tive mais um orgasmo bem ralo, seu Herval metia com vontade, até que uma estocada e ele se manteve colado em minha bunda, senti os espasmos do esperma jorrando em meu cu, minha mãe me proporcionando viver esse momento onde dei meu cu para um macho, senti um vazio quando a piroca deixou meu cu um filete de esperma e sangue escorria, ganhei uma ajuda para levantar, nos beijamos, não teve pedidos de silêncio, só troca de carícias.
O cheiro de sexo no ar, a piroca suja de seu Herval, uma ducha ali no quintal, fui ensaboar seu Herval, a piroca a meia bomba que em segundos estava dura, não resisti e cai de boca, mamei igual a um bezerro faminto, e terminei sendo premiado por mais porra, que engolia com prazer.
Bom não preciso dizer que virei amante de seu Herval, o homem sério agora é meu macho, na oficina ficamos nos amassos e claro metemos com vontade e prazer.