Chegamos a tal região do bosque, sentamos em uma mesa das mais escuras e lá continuamos. E sim, se os dois primeiros beijos já tinham sido “violentos”, o que ocorreu dali pra frente eu não tenho nem como qualificar. Nos beijávamos, nos apertávamos, apalpávamos, agíamos como dois animais, era muito tempo perdido, muita vontade reprimida, era o nosso primeiro momento de liberdade.
Naquela altura meu pau estava a ponto de explodir a cueca. Não esperei mais, tirei pra fora e coloquei a mão dela sobre
- Nossa, é grosso...
- Você gosta assim?
- AMO!
- Então me mostra que você ama mesmo!
Sandrinha sentou no baco de concreto enquanto eu permaneci de pé encostado na mesa. Ali começou a chupar, inicialmente a cabeça, passou a língua pelas bolas, e então começou a mamar vigorosamente, como se a vida dela dependesse daquilo.
- Minha nossa, como eu queria seu pau!
- Queria mesmo?
- Sim! Ele inteiro!
- Então me dá essa bucetinha agora.
Sandrinha se levantou, ergueu a minissaia, e afastou a calcinha e disse:
- Vem! Me faz sua putinha agora...
Segurei e puxei aqueles longos cabelos e falei no ouvido dela de maneira bem autoritária:
- O que? Você acha que vou te foder com calcinha? Putinha minha me dá sem nada pra atrapalhar!!!
Num único movimento rasguei a calcinha preta de renda que ela vestia e joguei longe. Voltei ao ouvido e disse baixinho, mas com autoridade:
- Empina mais!
- Sim, meu macho, faço o que você me mandar...
- É isso que quero ouvir...
Encaixei por trás e comecei a foder com força. Ela gemia e repetia:
- Que pau gostoso! Mete! Arromba sua putinha!
Quanto mais ela falava mais cadência e força eu colocava nas estocadas. Até que veio...
- Vira pra cá! Senta! Abre a boca!
Sem dizer nada Sandrinha atendeu a cada comando. Logo vieram os jatos fortes em que ela recebeu na boca:
- Ainda tem leite na cabeça... Limpa!
Sandrinha começou passar a mão pra tirar o “excesso”, momento em que abaixei, peguei no queixo dela e disse:
- Ôh cadelinha, quando eu digo pra limpar é pra limpar com a língua.
Mais do que rápido, Sandrinha lambeu todo o excesso de esperma que tinha na cabeça do meu pau...
- Engoliu?
-Sim...
- Perfeito...
Não mais que de repente voltamos ao normal e ela, com uma falsa indignação me dá um tapa e fala:
- Hey, como você faz uma coisa dessas comigo?
- O que?
- Você fez eu engolir sua porra! Não faço esse tipo coisa não!
- O que você faz então?
- O comum... O papai-mamãe básico, umas cavalgadas e de ladinho.
- Que vida sem graça... kkkkkkk
- Hey para! Kkkkkkkkk
- Mas vai falar que você não gostou...
Com a cabeça meio baixa e meio envergonhada Sandrinha admitiu:
- Gostei bastante...
- Pois comigo sempre vai ser assim, é bom se acostumar.
- Acostumar?
- Sim, ou você acha que não vamos repetir a dose?
- Com certeza vamos kkkk
- Agora dá um jeito de se limpar que a gente precisa voltar.
- Vou usar o banheiro ali da cantina.
Enquanto Sandrinha ia se arrumar onde funcionava durante o dia uma espécie de lanchonete, eu me vestia e pensava “Esta viagem vai ser diferente...” Mal eu sabia que não seria só a viagem...