PRIMEIRA EXPERIÊNCIA APÓS A SEPARAÇÃO

Por: fernanda-63 • 20/07/2026 • 18552 leituras
Capa do conto

Prestes a completar 30 anos de casada fui abandonada pelo marido, que me trocou por uma jovem de 23 anos. Sofri muito com a separação, por ter sido rejeitada e trocada por uma mulher bem mais nova.

Com 52 anos de idade e tendo sido totalmente dedicada ao marido durante tantos anos, é compreensível o trauma sofrido. Minha amiga Joana, que havia passado por experiência parecida, ajudou-me a vencer o estado depressivo e aos poucos voltei a frequentar a academia de ginástica e me cuidar como sempre fazia.

Saíamos para curtir um chopinho e conversar descontraidamente. Certo dia Joana convidou-me para ir a barzinho com música ao vivo e pista de dança. O local era bem animado, com vista para o mar, muito agradável.

Dois rapazes bem jovens aproximaram-se e nos convidaram para dançar. Joana aceitou de pronto e eu, após alguns segundos de hesitação, aceitei.

Após 6 meses de separada, senti pela primeira vez um toque masculino. Ele era bonito, forte, cheiroso e de personalidade agradável. Elogiou-me, principalmente meu corpo que realmente atrai os olhares masculinos.

Aceitamos a presença dos dois à nossa mesa e dançamos diversas vezes. Na conversa animada, disseram que tinham 26 e 28 anos de idade, eram solteiros e estavam visitando a cidade pela primeira vez. Eram mineiros.

Durante a dança comecei a sentir que ele me apertava cada vez mais contra o seu corpo e sussurrava elogios ao meu ouvido. Percebi que o seu pênis estava duro ao roçar em minhas coxas e a situação foi me excitando e acabamos nos beijando.

Fomos ao toalete e trocamos ideias a respeito deles. Joana estava doida para se entregar, sentir os prazeres do sexo e me perguntou se toparia sair com eles para o motel. No estado de excitação que me encontrava e atraída por ele, disse que sim.

Nunca havia me relacionado com outro homem nos últimos vinte anos, principalmente mais novo, muito jovem.

Chegamos ao motel e ficamos todos numa suíte. Uma novidade agradável para mim; meu ex-marido nunca havia me levado a um lugar assim.

Após os banhos passamos a corresponder às carícias dos rapazes que estavam excitadíssimos, com os pênis grossos duríssimos, enchendo-me de tesão por me sentir desejada por macho tão bonito e másculo.

Tremi de prazer quando senti a língua dele tocar o meu pescoço, orelhas, chamando-me de gostosa e descendo vagarosamente em direção aos mamilos. Deteu-se por alguns minutos lambendo e mordicando os biquinhos retesados, fazendo-me gemer de prazer.

A língua ágil e quente continuou explorando meu corpo rumo à região pubiana, passeando ao redor da minha vagina e descendo pelas coxas até tocar os meus pés. Eu gemia de prazer.

Ele lambeu e chupou os dedos dos pés, uma delícia. A língua voltou a subir serpenteando entre as coxas com mordidinhas até chegar ao monte de vênus.

Eu estava louca de tesão. Ele, então, tocou minha vagina com a pontinha da língua e explorou-a como se estivesse faminto e ficou pincelando o clitóris fazendo-me chorar de prazer.

Eu ansiava por sentir o jovial pênis e fui atendida quando ele se aproximou do meu rosto e eu peguei no êmbolo de carne palpitante e duríssimo. Impulsivamente exibi a glande lustrosa e lisa como uma ameixa madura e passei a língua ao seu redor, arrancando gemidos de prazer daquele macho.

Foi uma delícia sentir a pulsação da glande inflada abocanhada e pincelada pela minha língua. Pincelei o pênis nos mamilos e me preparei para a penetração tão ansiada por ambos.

Ele, gentilmente, fitando meus olhos, aproximou a glande da entrada da vagina e começou a penetrá-la vagarosa e firmemente. Quase desmaiei de tesão ao sentir aquela invasão do aríete duro, pulsante e quentíssimo. Ele começou o entra e sai até soltar o jorro de esperma, quando eu também atingi um orgasmo inédito e gratificante.

Vi que a Joana estava de quatro na beirada da cama, exibindo seu imenso traseiro e o rapaz se preparando para a penetração anal, o que me chamou a atenção e, curiosamente, fiquei observando aquela cena. O rapaz introduziu o pênis no ânus dela, arrancando gemidos de dor no início e de prazer pois ela passou a rebolar o traseiro para ele.

O meu rapaz elogiou minhas volumosas e rijas nádegas salientes, insinuando que gostaria de me dar tratamento idêntico ao de Joana, mas recusei de maneira educada, dizendo que ainda não estava preparada para tanto.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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