Não demorou e lembramos a nossa transa alucinante, que eu fiz ele chupar meu consolo como se fosse um pau. Ficamos malucos com o tesão que tomou conta dos nossos corpos. Aproveitei o momento e perguntei se ele estava preparado para chupar um de verdade. O Paulo disse que ainda não. Precisava amadurecer mais a ideia.
Continuamos falando sobre o assunto ali mesmo, no bar. Mostrei alguns homens e brinquei com meu marido, falando no ouvido dele como seria ele chupando o pau de cada um que passava.
Não estávamos aguentando mais e resolvemos ir embora pra casa. Mas, no caminho para o estacionamento, passamos em frente ao cinema. Já era muito tarde, última seção, quase vazio. Visualizei um homem olhando os cartazes, ele me chamou atenção e bateu uma ideia. Olhei para o Paulo, para que percebesse o que iria fazer. Então me aproximei para conferir de perto aquele homem moreno alto, dotado de uma elegância singular. Comentei que o filme exposto tinha cenas maravilhosas e percebi que ele me olhou de cima abaixo como se eu estivesse sem roupa. Isso foi o suficiente para que Paulo fosse a bilheteria e se aproximasse de nós com 3 ingressos na mão. Chamei o homem para assistir o filme com a gente, falei fazendo cara de safada. Ele entendeu, olhou para o Paulo e veio sem hesitar.
Não nos apresentamos, apenas escolhemos um lugar mais afastado no canto. Estava quase vazio devido ao dia e horário da sessão. O nosso convidado tentou me deixar no meio, mas eu não deixei e coloquei ele no meio! Mal apagaram as luzes, o cara colocou a mão na minha coxa. Nem se importou com o Paulo ao lado. Eu não resisti e taquei um beijo de lingua no desconhecido. Começamos a nos agarrar ali mesmo. Ele pegou nos meus peitos e eu coloquei a mão no pau dele. Beijos e tudo mais. Resolvi tirar o cacete do desconhecido pra fora da calça. Estava escuro, mas que surpresa boa! Uma piroca grossa e toda melada!
Comecei uma punheta bem lenta e com movimentos de rosca. O desconhecido se recostou na cadeira e gemia muito baixo. Olhei para o Paulo e como eu previa, estava de olhos vidrados tentando enxergar o pau na escuridão. Então falei baixinho e de forma que os dois pudessem ouvir. Amor, vem e me ajuda a punhetar nosso amigo! Parecia que os dois sabiam que isso ia acontecer. O nosso amigo se encostou bem na poltrona e o Paulo foi pegando bem devagar na rola dura e grossa. Os primeiros movimentos foram junto comigo, mas logo tirei a mão e deixei meu marido se divertir sozinho!
Enquanto o Paulo punhetava, o desconhecido já tinha colocado minha calcinha de lado e acariciava minha buceta.
Ele sabia fazer gostoso. Alisava em volta dos grandes lábios, depois pinçava os lábios de dentro e também meu clitóris, enfiava dois dedos. Eu já estava jorrando o líquido do prazer e ao mesmo tempo ouvia o som da punheta que o meu marido tocava no desconhecido.
Ficamos nesse trenzinho de masturbação por alguns minutos até que o nosso amigo anunciou baixinho que estava prestes a gozar. Aquilo acelerou meu tesão de um jeito que em segundos minha buceta começou a jorrar um liquido que só sai quando eu estou pra lá de excitada! Gozei pra valer!
O Paulo ainda punhetava devagar o nosso amigo. Acho que meu marido não queria que aquilo terminasse. Mas o sujeito estava com tanto tesão que não teve jeito e depois de mais algumas bombadas que o Paulo deu nele, saiu o primeiro jato e por sorte não tinha ninguém na poltrona da frente!
Acho que pela inexperiência do Paulo ehehehe. Para evitar que os jatos continuassem voando para longe, coloquei a mão no cabeção do pau e mandei o Paulo punhetar com força! Vieram muitos jatos e eu fui ajudando meu maridinho a espalhar naquela rola grossa.
Quando acabou, abaixei meu vestido, dei um beijo no desconhecido e sai com Paulo pelo canto dos escadas. Quando já estávamos fora da sala de cinema, no corredor escuro, puxei o meu marido para um canto e enfiei minha mão cheia de porra na boca dele! E ainda mandei deixar minha mão limpinha!
Depois disso dei um beijo de lingua bem quente.