Nesse meu caminho sempre passava na mesma rua, eu um dia, de longe, percebi dois caras no portão de uma das casas, do lado de dentro, olhando pra mim e rindo. Não entendi o motivo, passei por eles meio encabulado e segui meu caminho, sem deixar de notar que eles ainda tavam sorrindo, meio que achando graça de mim, foi o que me pareceu. Achei estranho, mas segui a vida. Na volta de escola, já de noite, passei de novo na frente da casa e notei que estava os dois la dentro, deviam morar juntos ali e provavelmente teriam se mudado recentemente, pois nunca os havia notado. Achei que um deles tivesse me visto olhando pra dentro à distância e fiquei meio envergonhado, apressando o passo.
Daquele dia em diante, era bem comum eu passar por ali e ver um ou outro, ou os dois juntos, e sempre ficavam me olhando. Eu fingiu que não notava e seguia. até que uma noite, voltando da aula, desci do onibus debaixo do maio pé dágua, chuva e vento, bem comuns aqui na minha região. MEu guarda chuva praticamente se desfez na ventania, e decidi encarar o mau tempo e ruma pra casa mesmo assim. Andei uns 3 ou 4 minutos, e já totalmente encharcado parei um pouco sob uma marquise pra decidir se esperava, mas como já estava milhado ia me decidindo por andar assim mesmo, quando ouvi:
-"espera um pouco rapaz, vai ficar doente nesse tempo".
Me virei e vi um dos dois rapazes, sorrindo. também molhado e esperando a chuva passar. Respondi que já tava encharcado e era melhor ir de uma vez trocar de roupa, e ele respondeu:
- tá bom, vou contigo então, pode ser?
Falei que tudo bem, e partimos na chuva. estávamos a uns 100 metros da casa dele e pra piorar, começou da dar vários relâmpagos e a luz de todo o bairro apagou, escuridão tomando conta. A chuva só aumentava e paramos na varanda da casa dele pra esperar acalamar, eu ainda estava a uns dez minutos da minha casa pelo menos. Então ele me falou que se chamava Vitor, e falou pra entrarmos pq tava frio todo molhado e no escuro. Achei que tudo bem, tava perto de casa, e tava mesmo gelado daquele jeito. O Vitor abriu a casa e entramos, ele correu pegar umas toalhas e falou pra eu me enxugar, que podia tirar a roupa ali e ele ia ver alguma coisa pra eu vestir, mas fiquei com vergonha. Ele voltou eu já seco, de bermuda de futebol e camiseta, e eu tava ali na entrada da cozinha dele, todo molhado ainda. Ele riu alto e falou:
- Cara, ta molhando minha casa toda, vem vai ali no banheiro, e me trouxe um roupão.
Bem sem jeito me enxuguei e vesti o roupão, voltando pra sala. E nada da chuva parar. Ele me contou que tinham mudado recentemente e que o outro cara era primo dele, o Jr. Que o primo era militar e ele trabalhava em uma empresa de contabilidade. tinham ambos proximo dos 30 anos, pelo que calculei. PErguntou minha idade e qdo respondi ele riu e falou: bem novinho! com uma cara engraçada.
Nessa hora a gente tava no sofá, ainda sem luz e chovendo demais. No meio dos relâmpagos um hora eu percebi o Vitor com a mão no pau, e pensei que aquilo tava ficando diferente. Mas me deum um friozinho gostoso na barriga, imaginei que pudesse estar excitado comigo ali, o escuro, a chuva... e fui eu mesmo ficando excitado.
Ele se levantou,foi ate a janela, olhou pra rua e falou:
- Acho que essa chuva demora...
Voltoue sentou mais perto de mim, deixando a perna dele esbarrar na minha. não esbocei reação e ele encostou a perna e deixou encostada, e ai me mexi um pouco de lado deixando ele encostar melhor. Eu tava curioso querendo ver o que ia acontecer. O vitor então botou a mão na minha coxa, subindo um pouco por dentro do roupão, e perguntando se eu já tinha feito algo assim. Falei que não, e que tinha medo. Ele disse que tudo bem e que podíamos só brincar um pouco, e eu concordei. Ele me forçou me virando no sofá e levantou meu roupãp, deixando minha bunda de fora. Focou passando a mão e elgiando, e eu adorando tudo aquilo. Pegou minha mão e botou no pau dele, por dentro do calção, e tomei um susto. Era muito maior e mais grosso que o meu. Ele pediu falando no meu ouvido:
- Quer chupar?
Falei que não, que não tinha coragem e não sabia, e fiquei punhetando ele devagarinho. Ele disse que tudo bem. Começou a lamber e beijar meu pescoço enquanto tirava o shorts, e disse:
- Vou ficaar te sarrando, tá?
Falei que tudo bem e comecei a sentir o Vitor me encoxando, passando o pau entre as minhas nádegas e esfregando no meu cuzinho. Encostava a cabeça e forçava, mas sem enfiar. E me chamou de putinha gostosa. Quando ouvi aquilo fiquei meio bravo, mas com um misto de excitação. Não entendia, mas fui deixando. Ele continuava passando as mãos e o pau em mim, pegava na minha cintura, mordia a minha orelha e me xingava de vez em quando. Ficamos nesse amasso até que ele me virou de bruços,ficou por cima das minhas coxas abrindo a minha bunda e batendo uma punheta. De repente, senti jatos quentes batendo no meu cuzinho, várias vezes me deixando todo melado. Quando terminou de gozar, o Vitor deitou por cima de mim com o pau ainda duro encaixado no meu rego lambuzado, me chamando de delícia e dizendo que eu poderia ser assim, a namoradinha dele sempre que quisesse.
E assim foi meu primeiro contato sexual com um homem. Espero que gostem, e assim que der, volto com mais uma história.