Professora de Música

Por: andre-346 • 10/07/2026 • 35467 leituras
Capa do conto
A minha filha de 4 anos gosta de música como o pai, então inscrevi-a no ano passado na academia de música e ela está a gostar!
A professora é do tipo baixinha, com uma cara mesmo muito bonita, é muito linda, olhos rasgados, pele bem morena, corpo magro com curvas pouco pronunciadas, mas aquela cara de ninfa, buf…

Ela vive até bem próximo de minha casa, por isso mesmo decidiu passar para pessoalmente entregar as notas finais da pequena.

-Prof. - Boa tarde Sr….
-Eu - Bem, já começamos? Tudo bem que sou pai da tua aluna, mas caramba, pouco mais velho sou, até chegamos a coincidir na escola!
-Prof. - Hehe, tudo bem… Trago então as avaliações da nossa pequena.
-Eu - Ah, porreiro, entra então para falarmos um bocado. Aceitas um café, um sumo, uma água? Ou até um capuccino, a minha máquina tira uns bem bons!
-Prof. - Pode ser então, obrigada.
Tirei o capuccino bem caprichado, estava tão distraído que nem a convidei para sentar…
-Eu - Conta lá então, como tem sido a prestação dela nas aulas.
-Prof. - Olha, ela é um bocadito traquina, mas nestas idades é normal.
-Eu - Mas porta-se mal?
-Prof. - Não, de todo, só é um pouco irrequieta, mas gosta muito de música e tem muito jeito, tem bom ouvido, e memoriza bem as músicas. Pelo que percebi tem muitas influências tuas.
-Eu - Gosto de ouvir isso, fico muito contente. Mas o mérito também é teu, ela gosta muito de ti!
-Prof. - Oh, que querida, ainda bem que ela gosta!
-Eu - E também diz: “A minha pofessora de mússica é muito bonita!”.
-Prof. - Que tontinha, assim deixa-me envergonhada…
Enquanto dava uma carícia naquela face de ninfa angelical:
-Eu - Não fiques, porque ela tem razão!

Os nossos olhares fixaram-se, aproximei-me e a beijei. Afastamo-nos por breves instantes com o mesmo olhar fixo, acho que ambos estávamos a pensar o mesmo: “Isto não está certo!”, mas voltamos a beijar, um fogo começou a arder nos nossos corpos, levantei-a no colo e a levei para o quarto, as roupas já começavam e estorvar e assim foram largando nossos corpos desejosos deste ato pecaminoso. Pude agora contemplar com detalhe o corpo daquela ninfa, como referi as suas saliências não são muito pronunciadas, mas o conjunto é muito apetitoso. Apliquei o tratamento que um corpo feminino merece, mamei bem nos seus pequenos seios, masturbei, dedilhei, lambi e chupei o seu clitóris, os seus gemidos pareciam notas musicais saídas de uma linda melodia. Dispus-me para a possuir, então penetrei o seu orifício vaginal que estava super quente e sobretudo húmido, penso que ja atingira um orgasmo sem me ter apercebido tal era o êxtase naquela divisão, os nossos gemidos em perfeita sintonia formavam uma linda sinfonia, acompanhados pela harmonia sexual emitida pelo rosse das nossas partes íntimas, e o nosso balançar marcava o ritmo cada vez mais acelerado. Pediu-me para me deitar, tomou agora a posição de instrumentista de sopro, “tocando” com destreza e maestria a minha flauta utilizando a sua boca gulosa.
Depois do meu instrumento estar bem lubrificado, partimos para o segundo andamento desta composição, ela posicionou-se em cima de mim, senti que o meu pau a penetrava novamente mas desta vez senti que estava mais apertado, ela sorriu sensualizando e aí percebi que me estava a proporcionar um anal bem gostoso. Começou a cavalgar, cada vez de forma mais intensa, até que não aguentei e preenchi aquele pequeno orifício com o meu sumo.
Nesse mesmo instante, a minha mulher que acabara de chegar entra, e aproximando-se diz:
-Ela - Então não podiam ter esperado por mim para a diversão?
Enquanto começa a tirar a roupa…

Toca o despertador…

Era hora de mais um dia de trabalho…

Bolas, foi só um sonho...

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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