Quando chegamos notei o caseiro comendo a Paulinha com os olhos. Quando chegamos no quarto, abracei a Paulinha e encostei o meu pau que estava muito duro. Ela rebolou bem gostoso e perguntou o motivo de estar assim. Disse a ela que havia adorado o olhar que tinha recebido. Nisso ela gemeu e contou que o caseiro já tinha dado em cima dela em outras vezes.
Comecei a beijar e tirar a roupa dela, a bucetinha estava molhada. Não aguentei e a coloquei de quatro, fiquei acariciando a bucetinha dela e depois comecei a meter. Ela gemia alto e comecei a falar no ouvido dela para ela imaginar o caseiro metendo nela, nisso ela rebolava feito uma putinha e começou a gozar.
No dia seguinte, a Paulinha vestiu uma calça leg branca transparente, uma blusinha de alça sem sutiã. Ela desfilava para o caseiro deixando a gente de pau duro.
Quando fomos embora do sítio e chegamos no hotel no interior de MG a Paulinha veio se esfregando em mim e disse que tinha uma surpresa. Ela tirou uma calcinha preta que estava toda gozada e disse que o caseiro havia se masturbado e gozado naquela calcinha.
Ela havia pego o caseiro saindo da casa dele com a calcinha dela na mão. Ele disse que tinha escutado ela gemendo e não aguentou. Também disse que estava doido para meter nela. Ela disse que pegou a calcinha e sussurrou no ouvido dele que iria guardar suja para lembrar dele.
Joguei a Paulinha na cama e começamos a transar loucamente, nisso ela falava o nome do caseiro e dizia que era para fuder bem gostoso.