" O fato que vou lhes contar aconteceu comigo no final de 95 quando eu, minha mulher e mais um casal de amigos viajamos para Ubatuba nas férias de fim de ano. Meu nome é Richard, tenho 50, moreno claro, 1,72. Minha mulher, Maria é uma morena de 52 e 1,62. Sou gerente numa indústria e ela gerente de RH. Passamos quase o dia inteiro fora e vínhamos planejando uma viagem para o litoral há algum tempo. Decidimos então convidar um velho casal de amigos, José e Joana, ele, 47, mais ou menos de mesma altura que eu, moreno, porém bem gordo. Ela, uma gauchinha, mais velha, 48, de aproximadamente 1,65,um corpinho de delirar, toda clarinha, pernas grossas, lisinhas, seios fartos e empinados. Combinamos tudo; alugamos uma bela casa em frente à praia e fomos os quatro, cada um em seu carro. Chegamos à noite mortos de cansaço, arrumamos os quartos e fomos fazer compras. Estava calor e Joana usava um shortinho jeans que arrancava muitos olhares dos homens, inclusive eu,que tentava disfarçar...
No dia seguinte fomos à praia...minha mulher, linda como sempre, mas Joana estava impossível...usava um biquíni pequeníssimo, deixando mostrar todo aquele rabão e aquele par de melões parecendo querer sair. Ficava maluco vendo aquele mulherão , às vezes até deixando ela perceber. Aproveitávamos bastante e a temporada ia chegando ao fim na penúltima noite bebemos bastante e no dia seguinte dormi até tarde, minha mulher, ao contrário levantou cedo e foi até o mercado comprar roupas. Ficamos os três, eu ainda na cama, nossos amigos na sala, conversando. Ele insistia para que ela o acompanhasse para andar de jet, porém disse estar cansada e ficou. Agora éramos só nós dois. Tomei coragem e levantei da cama, lá estava ela ,deitada no sofá, de blusinha e shortinho. Conversamos durante uma meia hora e eu sempre jogando olhares e insinuações, ela resistindo...por fim levantou alegando estar cansada e subiu pro quarto. Resolvi partir pro tudo ou nada. Fui atrás e antes de fechar a porta disse que tinha uma coisa pra lhe dizer, aproximei, encostei-a na parede, minhas mãos foram tomando sua cintura, abaixando até suas coxas, ela limitando-se a falar para, para...eu já beijava seu pescoço, levantando sua blusinha, abaixando até abocanhar seus seios fartos, ela, então, soltou um longo suspiro, passando a me beijar loucamente. Ia tirando agora seu short, sua calcinha, sentindo seu grelinho molhado. Joana ia me despindo também. Já estávamos completamente nus quando a tomei no colo e joguei-a na cama, fui direto metendo a boca naquela xoxotinha deliciosa, arrancando suspiros da loira, que, já bem desinibida, me pedia para por. Peguei-a no tradicional "papai-mamãe" e experimentei aquele mulherão, ia no vaivém chupando-a toda, ela gemendo bastante, me mordendo tirei, e pedi para ficar de quatro novamente penetrei aquele grelinho, agora mais devagar, beijando seu pescoço, minha mão massageando seu clitóris eu, quase gozando, tirei novamente e fui beirando seu rabinho, que pedi para experimentar ela disse que não, que nunca tinha feito, mas fui colocando bem devagarzinho, até por tudo naquele buraquinho apertadíssimo ela me chamava de safado, chorando de dor enquanto eu tirava o cabaço daquele rabo virgem. Já não aguentava segurar e gozei tudo lá dentro estávamos exaustos dei-lhe um longo beijo, então, ela me pediu para manter tudo aquilo em segredo e que ficasse tudo por ali concordei e fui pro meu quarto. Meia hora depois chegaria seu marido e logo depois minha mulher, que me vendo até àquela hora na cama disse não conhecer ninguém tão preguiçoso como eu. Ah, se ela soubesse... O resto da viagem foi normal e Joana e eu não tocamos mais no assunto. Continuamos os amigos de sempre e até viajamos outra vez, mais não tive mais a oportunidade de enrabar aquela gauchinha novamente •.