Punheta e Comida (poema)

Por: felipe-254 • 12/07/2026 • 184996 leituras
Capa do conto
Ele segura meu pau duro com sua mão esquerda e eu tenho um calafrio de prazer. Eu faço mesmo e seguro o dele com minha mão direita. Ficamos nessa brincadeira fazendo movimentos de subida e descida enquanto um geme baixo no ouvido do outro.

Junto com o tesão que cresce, palavras surgem, para aquecer ainda mais a relação. Palavras que não dizemos fora do quarto e da intimidade.

Ele me vira de lado e aperta a minha bunda, ainda com a mão esquerda no meu pau e eu gemo. Um dedo percorre o buraco que é dele e onde ele mais sabe explorar. Já viajou até ali algumas vezes e não cansa de voltar.

Sinto algo tomando conta de mim e gemo. Como é boa sensação. Movimentos circulares me fazem gemer mais alto e ele aperta meu pau mais forte, como se gostasse do que ouvisse. E ele gosta. Gosta de se sentir no controle e de saber que está me dando prazer. Quando me dou conta eu gozo, sem ao menos ter penetrado ele ainda. Mas ele não para. Eu eu nem quero.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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