Puta da minha tia - Parte 2

Por: patricia-362 • 11/07/2026 • 180296 leituras
Capa do conto
O sol raiava, e despertava-me de meu sono inquieto. O que acontecerá na noite anterior era novo para mim e diferente, minhas emoções estavam bagunçadas e confusas. Ana não estava ao meu lado, o som do chuveiro estava alto, Ana tomava um banho com a porta aberta. Eu me vesti e fugi pela porta em direção a casa da minha avó.
- Alyce!? - perguntou Ana surpresa ao me ver saindo às presas de sua casa.
Eu cogitei respondê-la, mas estava envergonhada. Então só andei.

Para me distrai, fui até a casa da minha amiga de infância, a Bruna (ou Bruh pros mais íntimos). Passei a tarde, e voltei ao anoitecer. Passava na frente da casa de Ana quando notei ela na porta sentada em uma cadeira de plástico com um cigarro acesso entre os dedos, somente com uma regatinha verde limão e um shorts jeans. Ela estava sem sutiã.
- Venha aqui Alyce. - Falou Ana em um tom imponente, quase que ordenando.
Eu submissa, voltei a entrar no covil do predador. A cozinha era pequena e apertada, a sala era grande com um belo sofá vermelho.
- O que queres de mim titia? - perguntei bancando a inofensiva e ingênua presa.
- Eu quero...o seu melzinho.
Ana me agarrou e me prensou contra a parede, tapando minha boca para mim não gritar e me olhando fixamente nos olhos. Puxando meu short preto com babados para baixo, agarrando minha coxa e tirando a mão lentamente da minha boca. Eu estava em um misto de surpresa, ansiedade e medo. Minha pepeka adorou a ideia de ser forçada a transar, ela estava encharcada antes mesmo de Ana começar a fazer seu trabalho. Ana enfiou o dedo sem dó, fazendo movimentos rápidos e avassaladores. Ana não perdoava um segundo sequer, me deixando sufocada de prazer, prazer que veio de forma brutal, que atiçou minha parte submissa, que eu e minha pepeca amava.
- Eu vou te contar um coisa - falou Ana enquanto movia os dedos continuamente -, você é minha puta de agora em diante, você entende isso né? Você virou minha puta quando entrou nessa casa.
Eu nada disse, como poderia? Seus maravilhosos dedos me penetravam e eu delirava de prazer.
- Diga que você quer ser chupada, como uma puta deve ser chupada.
- Eu...aahhw... quero que me chupe... oohw... como uma puta. - falei entre gemidos.
Ana parou de meter os dedos. Se abaixou, mostrou a língua e se enfiou no meio da minha rachinha. Sua língua era hábil, me penetrava e fazia-me sentir as estrelas, ela passou a lamber de cima a baixo, enquanto massageava o meu clitóris. Círculos, ela rotacionava a língua no meu botão, de maneira precisa porém suave enquanto enfiava apressadamente dois dedos na minha xana.
- Toma o seu melzinho - falei enquanto forçava a cabeça de Ana com as mãos.
Meu corpo tremeu, fechei meus olhos fortemente, fiquei tomada pela euforia do momento e libero gemidos altos e claros, uma sensação de tranquilidade invade meu corpo, meu corpo se encontra solto e cheio de palpitações. Tudo que quero, é um beijo de Ana. Minha tia se levanta limpando a boca, com um ar de trabalho cumprido.
- Se gostou... não fuja. - disse Ana ao levantar e ir em direção em chuveiro.
O chuveiro é ligado e eu continuo paralisada rente a parede. Paralisada. Como se meu corpo estivesse com alguma toxina vinda de Ana, que paralisará todo meu ser. Olhei para baixo e vi meu short no chão, minha boceta pingava e escorria pela minha coxa, Ana fizera aquilo, e eu gostei. Caminho lentamente até o chuveiro onde Ana estava tomando banho, nua e com o cabelo preso.
- Me ensine. - falei ao notar que Ana me viu.
Ela pareceu não entender, mas teve certeza do que era quando me despi e entrei no banho junto a ela. Beijei-a carinhosamente, deslizei a mão pelo seu corpo, seu peito era fofo e gostoso de apertar, seu mamilo era duro e sensível. Nossas línguas se entrelaçavam continuamente, eu derretia por dentro e ela também. Ela pegou minha mão e colocou-a em sua racha, começou a princípio a fazer movimentos de vai-e-vem em toda a boceta, ela soltou a minha mão e colocou em minha pepeca.
- Me imite. - falou Ana ao movimentar seus dedos no meu clitóris.
Ela fazia movimento circulares e assim os imitava, ela fazia movimentos de vai-e-vem e assim os imitava, ela colocava dois dedos dentro da minha xaninha e assim eu imitava colocando na dela, ela gozava em minha mão e eu gozava na dela.

By Alyce

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