Puticlub em Espanha

Por: bruno-206 • 13/07/2026 • 87889 leituras
Capa do conto
Uma dia estávamos no Algarve e fomos jantar
Sevilha em Espanha. (Maria, eu, Manel e Zé). Tínhamos
combinado dormir em Sevilha e fomos a uma
discoteca nos arredores. Quando voltámos
vimos um Club e todos tínhamos curiosidade
em saber como era e como funcionava. O Zé
e o Manel nunca tinham entrado em nenhum mas
cada um tinha uma ideia diferente sobre o funciona-
mento. O Manel dizia que era como em Portugal.
Discoteca, bar e cheio de meninas e com quartos
para elas levarem os clientes a quem cobravam.
O Zé dizia que podia haver ou não quartos, tudo se
passava nas salas e nas mesas. Os clientes pagavam
à entrada e podiam fazer o que quisessem com as
meninas desde que lhes pagassem bebidas e elas
não podiam recusar clientes. Resolvemos entrar e já
lá dentro o Manel foi logo à casa de banho e vieram-nos
dizer que tínhamos que sair pois que ali não eram permitidos
casais pois qualquer homem podia fazer o que quisesse com
qualquer mulher. O Zé disse que isso não era problema mas
mesmo assim disseram que só lá podiam estar as miúdas que
estavam contratadas. O Zé e o Manel insistiram mas fomos
todos convidados a sair e arrancámos para o hotel. Como o
hotel também era nos arredores, a Maria e eu subimos para
os quartos (estavamos cansadas e cheias de sono), eles ficaram
no bar a beber um copo e a conversar. Perguntaram ao barman
se ali perto havia algum Club (puticlub) que fosse giro, com miúda
de nível e que não fosse chunga. Aquele em que tínhamos entrado
era muito chunga, enorme e as gajas e os homens também eram
todos muito chungas). Eles resolveram ir ver sózinhos. Acho que
beberam uns copos e ainda foram lambidos por várias meninas.
Eles, antes de sairem foram aos quartos buscar as chaves para
não nos acordarem quando chegassem. Sacanas, fingiram que sem
querer tinham trocado as chaves dos quartos. Resultado, acordei
com o Zé todo nu na minha cama e o mesmo aconteceu à Maria
que acordou com o Manel a fodê-la e só depois percebeu que não
era o Zé. Foi uma noite bem passada e no dia seguinte foi só rir.
Gostaram do bar, as miúdas eram giras e os clientes mais selectos.
Pagaram à entrada e podiam fazer o que quisessem com as meninas.
Com grande lata, disseram que tinham duas amigas portuguesas que
tinham conhecido em Sevilha que procuravam trabalho e que se calhar
iam gostar de trabalhar ali. O gerente disse que estavam sempre à
procura de miúdas e que se elas fossem lá no dia seguinte, se estivessem
interessadas até podiam logo começar a trabalhar. Até disseram ao Zé e
ao Manel quanto as miúdas ganhavam por noite e como abriam às 5 da
tarde era bom que as candidatas fossem ter com ele às 4 horas. Achámos
piada, tínhamos combinado um fim de semana para a desbunda e resolvemos
experimentar. A curiosidade era imensa e a ideia excitante.
Combinámos que nós íamos de táxi as duas e que eles iam lá ter ao fim da tarde.
Se não ficássemos lá avisávamos. Fomos entrevistadas pelo gerente, um gajo com
ar de cigano mas muito doce. Foi muito simpático, disse que eramos as duas muy
guapas e que se quiséssemos podíamos logo começar a trabalhar. Disse-nos que
íamos ganhar fixo por noite 200 euros e já não me lembro quanto pelas bebidas que
os clientes bebessem connosco. Havia regras, ir para um quarto o cliente tinha que
pagar uma garrafa de espumante (meia hora). Irmos para uma zona semi privada em que podiamos
estar nuas e o cliente também, meia garrafa. Table ou lapdance o mesmo (meia garrafa).
Apalpanços, mãos e punhetas um copo e um broche outro copo. Não podíamos recusar
um cliente e tínhamos que os deixar mexer. Sempre que quiséssemos ou um cliente nos
pedisse, podíamos fazer dança de varão à vontade.
Dizendo que tinha que testar o nosso à vontade perguntou se alguma queria ficar lá fora
enquanto a outra era testada (fodida). Dissemos que podíamos estar juntas.
Pondo uma música pediu para nos despirmos devagar fazendo uma espécie de streap.
Resolvemos passar ao ataque e começámos a aquecer-nos uma à outra e a deixá-lo loco.
Ele também se despiu, ataquei-lhe o caralho, foi-me ao cú, fiz-lhe um broche e
quando estava a vir-se fodeu a Maria. Disse que estávamos aprovadas e que podiamos
começar a trabalhar quando chegassem os primeiros clientes. Não tivemos mãos a medir
durante toda a tarde, experimentámos todas as modalidades e as nossas "colegas" diziam
que ao fim da tarde e noite ainda ia haver mais movimento. As "colegas", tirando uma ou
duas eram giras, simpáticas e com nível. E havia três portuguesas, que nos disseram que à
noite esperavam um grupo de 5 portugueses e que se quiséssemos podíamos alinhar com
elas. Passei uma hora num quarto com um caramelo, teve que pagar 2 garrafas mas
andou por tudo o que era buraco (boca, cona e cú) e veio-se por 2 vezes. Quando saíu
ainda estava de pau feito. Ao mesmo tempo a "Maria foi para a zona semi privada onde as
miúdas podem e devem estar nuas e os homens também e aí tudo se passa em cima de uma
esteira. Essa sala é gira pois as paredes são forradas e decoradas com rocha. Levou atrás
dela um grupo de 3 amigos. Nessa tarde devo ter feito mais de 10 broches e a "Maria" não sei
quantos. Quando o Manel e o Zé chegaram a "Maria" estava a fazer um broche a um caramelo
e eu estava num quarto com outro. Quando a "Maria" estava sózinha numa mesa e junto ao
corredor que leva aos quartos,apesar de ser expressamente fotografar, o Manel que tem uma
máquina muito pequenina e de muita qualidade e que funciona sem flash (tipo espião) consegui
fazer umas fotos giras, ainda lhe fez outra nua na sala semi privada, mas quando a quis
fotografar a fazer a dança de varão, eles perceberam e um segurança disse ao Manel que se
o apanhasse a fazer mais fotos lhe apreendia e destruia a máquina e avisou-o que íam estar
muito atentos. Acabaram-se as fotos. O Manel e o Zé viram-nos fazer Lapdance e TableDance,
fizemos streap na dança do varão. Eles pagaram copos às nossas "colegas" portuguesas e
foderam-nas na zona semi privada. O Manel e o Zé saíram de lá passava das 2 da manhã e nós
chegámos as 2 ao hotel perto das 8 da manhã de táxi. Estoiradas mas bem saciadas. Foi das
vezes que de seguida mais mamámos, fodemos, levámos no cú, etc. No dia seguinte dormimos
todo o santo dia.
Carla

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