Desde que era muito nova, sentia uma coisa estranha entre as pernas
Sempre gostei de me esfregar em ursinhos, e sentar no colinho dos homens da família.
Quando eu tinha 7 anos, fui morar com meu pai. A gente dormia junto, e eu adorava ficar de conchinha com ele. Sentia seu pau duro na minha bundinha, e ficava cheia de tesão
Sempre saia do banho, e ia pro quarto peladinha, as vezes passava a mão dele nos meus peitinhos, as vezes deixava minha bundinha roçar nos pés dele
Ele sempre estava "dormindo", então não acontecia nada
Uma vez, ele estava assistindo televisão. Estava passando um programa qualquer, e eu estava dormindo, mas acordei com o barulho da tv
Lembro que tinha umas cenas sexuais no programa, e ele pegou minha mãozinha, e levou até seu pau. Meu coração disparou, e eu fingi continuar dormindo, bem devagar ele foi punhetando o próprio pau, com a minha mão.
Nesse dia, só aconteceu isso
Até que um dia, ele ia me colocar pra dormir (eu sempre dormia bem cedo), e me deu meu suco, como de costume, junto com a minha janta.
Eu nesse dia não bebi o suco, e estranhamente não senti sono, mas estava tentando dormir.
Até que um tempo depois, ele chega alisando a minha bunda, e beijando as minhas costas. Continuei fingindo que estava dormindo, e ele continuou fazendo aquilo.
Foi tirando meu short devagar, e eu estava sem calcinha
Do nada sinto uma coisa quente, parecida com as línguadas que eu tomava do meu cachorrinho. Fiquei com muito tesão, e quase gemi. Ele veio até meu ouvido, e falou "queria tanto fazer isso com você acordada. Ver essa sua carinha de tesão. Mas é muito arriscado". Continuei fingindo que estava dormindo, pra ver até onde isso ia
Ele foi passando as mãos pelos meus peitinhos, e pelas minhas coxas e ficava dizendo "se eu tivesse coragem de fazer com você acordada. Eu ainda vou te foder todinha, com você me olhando e pedindo mais. Algum dia, eu paro de te dopar". Nessa hora, me assustei. Eu era nova, mas já sabia o significado de "dopar" alguém. Preferi continuar fingindo que estava dormindo, já que ele fazia uso de drogas, e eu não sabia o que ele seria capaz de fazer, se eu "acordasse".
Ele chupou meus peitinhos pequenos, lambeu minha bucetinha, que até então ele não tinha violado, e se tocava gemendo alucinadamente, chamando meu nome, me chamado de cachorra, dizendo que ia me arrombar todinha qualquer hora, que não ia se segurar mais.
Ele chegou a me dar 2 tapas leves na cara, onde minha farsa quase foi descoberta, mas consegui segurar o choro, e a expressão facial.
Ele começou massagear meu clitóris, enquanto chupava e lambia meus peitos, e ficava se tocando
Num ímpeto, ele subiu em cima de mim, e colocou seu pau na minha boca, começando um movimento de vai e vem. Ele gritava de prazer, dizia que eu era uma cadela, que eu já tava bem grandinha e podia levar rola. Que eu deveria fazer o papel de mulher da casa, e que ele ia arrombar meu cuzinho inteiro
Ele bombava, e gritava que eu era uma putinha gostosa, que ele amava me ver tomando banho. Parecia que na cabeça dele, eu estava acordada
Aquilo estava me assustando muito, mas estava me deixando com muito tesão
Até que com 2 tapas na cara, enquanto socava sua rola na minha boquinha, ele gozou, e eu claro, gozei junto, mesmo sem ele me tocar, naquele momento. Ele foi me chupar e percebeu que eu havia gozado, então falou "você gosta, né safadinha? Eu ainda vou fazer tudo isso, com você acordada".
Eu não tive escolha a não ser engolir tudo aquilo, e fingir que nada aconteceu. Mas me masturbei lembrando de tudo isso
Quando eu era criança, fui dopada, e estuprada
Sua imaginação também tem espaço aqui.
Escreva o seu conto