__Como pode ser tão bela, tão fascinante, um pedaço de mal caminho? -disse ele se curvando sobre mim, até sua boca chegou junto a minha e a poucos centímetros ficou. Seu saco, estava apoiado em uma de minhas coxas, fazendo-me sentir os ovos se moverem, de um lado para outro, a medida que ele se mexia sobre mim.
__Seus olhos me veem assim? Posso acreditar que sou mais gostosa que...Lena, sua futura nora?
__Você acha que alguém pode se igualar a tudo isso? Você é inigualável e me dá uma vontade de a ter sempre, apesar do que somos.
__Moramos sob mesmo teto e me encontro sempre ao seu dispor, portanto, não me tem sempre, se não quiser...
__Sente desejo por mim?
__Tens alguma dúvida quanto a isso? Veja como estou excitada, molhada... - peguei uma das mãos dele e a levei entre minhas coxas, lá onde estava a minha boceta pulsando. Separei as pernas e assim ele pode sentir a umidade que impregnou seus dedos.
__Molhada, gostosamente, molhada. - retirou os dedos de minha xoxota e levou os dedos as narinas, aspirando a "fragrância" sexual que eles traziam- cheirosa como o perfume que uma rosa exala. Que gosto ainda terá...?
Wagner, levou os dedos a boca e os sugou ávidamente, engolindo a saliva prazerosamente. Aquela cena me deixou encantada e ousadamente, separei as pernas, o máximo que podia.
__Por que não vem experimentar, diretamente na fonte, o caminho você já conhece, portanto, venho ase deliciar nesta fonte que lhe ofereço.
Meu pai, sorriu e se esgueirando por sobre minhas pernas, ficou entre elas. Quando me vi livre do peso de seu corpo, levantei os pés e segurando as coxas com as mãos, senti a boca de Wagner, se apoderar da minha boceta, passando a chupa-la furiosamente. Ver aquele homem, que tinha uma mulher, minha mãe dormindo no quarto ao lado, ali entre minhas coxas, sugando todo o suco de minha xoxota, era extasiante e eu não pude me controlar, deixando que uma boa dose de fluido intimo fosse para sua boca. Fora um orgasmo, com toda virtude, de quem havia sido estimulada de forma correta. Sua língua trabalhava intensamente, pincelando para cima e para baixo, até que escorregando, um pouco abaixo do normal, tocou meu cu. Sufoquei um gemido, que seria descontrolado e poderia ser ouvido em toda casa, por isso apenas mordi os lábios e mais uma vez, gozei. Wagner,levantou a cabeça dentre minhas coxas e me olhando firmemente, começou a passar um dedo em minha boceta até o deixar bem lubrificado. Em seguida o direcionou para o meu cu e foi empurrando, fazendo com que ele fosse entrando lentamente, até que mais nada ficasse de fora. Acompanhou as mudanças que o meu rosto ia sofrendo, indicando o quanto estava bom aquela dedada. Vendo que eu estava em franco delírio, ele colocou mais um dedo até ver que três estavam inseridos. Sua boca, voltara a se apoderar da minha boceta e ai foi loucura total. Estava difícil de haver o minimo controle e eu poderia a qualquer momento ser ouvida no quarto ao lado. Temendo perder aquele momento mágico, por uma interrupção indesejada, levantei sua cabeça o encarando com os olhos esgazeados pedi:
__Me dá seu pau para chupar, por favor,tem pena de mim. Me dá esse pau, agora, já...
Recebi aquele pau teso entre os lábios, sentindo a maciez da bolota que me invadia a boca, pensando que se tratava de um petisco que teria que degustar. Passei a língua ao redor da glande, passando a seguir por lamber o mastro inteiro, até chegar ao saco, onde tomei cada ovo na boca os mordiscando de leve. Wagner, se contorcia e fazia careta, que não era de dor, mas de muito tesão. Passei a subir e descer naquele pau, com os lábios tentando o cingir, mas era impossível tal feito:
__Delicia de pau...hummm...cheiroso e belo.
__É todo seu...se quiser!
__Sem Lena?
__Sem Lena. E então?
__Põe na minha boceta?
Wagner levou a vara para o meio das minhas coxas e depois foi se pondo em posição de penetração, colocando a glande bem no meu buraco. Pincelou até a ter bem úmida com meu suco e depois, foi empurrando todo o pau, que foi se ajustando dentro de minha vagina, sentindo toda contração que ela provocava. Abracei com força, aquele corpo que estava sobre o meu, enlaçando suas costas com minhas pernas. Arranhava aquela pele masculinas nos estertores dos deliciosos tremores que me atingiam repetidamente, tolhendo meus sentidos. A cada estocada eu sentia que, minha boceta ficava mais relaxada, já comportando com mais folga o grosso pau. Uma das mãos de Wagner, se insinuara, entre o colchão e minha bunda, separando as nádegas e um dedo passou a percorrer o rego em busca do meu cu. Fiquei atenta para sentir o melhor momento e quando isso aconteceu eu mordi o dedo, para não deixar o som sair, da garganta, sem estar estrangulado, inaudível. A pica, como um bate estaca, me atingia profundamente e causava orgasmos recompensadores. Meu corpo já atingia o estágio que estava entre dar prazer intenso e em troca receber sua cota de esperma:
__Goza, dentro de minha xoxota- implorei, já sem muita força- me enche de porra para que eu fique feliz, meu papaizinho gostoso.Esporreie, como faz na boceta da mamãe...goze em mim...
Wagner, acelerou as estocadas e eu pude sentir que o pau se avolumara dentro de minha boceta, anunciando a chegada do prazer masculino. Meu corpo absorveu toda caloria que aquela porra provocou dentro de mim. Entre gemidos, nos abraçamos e nossos corpos trêmulos, ficaram por um longo tempo sobre o leito, sobre o qual pairava aquela aura de sexo concluído.
Quando o dia chego, me pegou ainda com aquela cara de mulher plenamente, cheia do prazer de ter sido possuída, pelo homem de minha mãe...Wagner, meu pai!