QUANDO O DESEJO FOI MAIOR QUE A RAZÃO

Por: Marcia • 08/07/2026 • 485483 leituras
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By aventura.ctba
Olá, meu nome é Marcia, sou morena clara, olhos verdes, 1,65m, 28 anos, 58 kg .
Considero-me uma mulher bonita e tento manter meu alto estima elevado e me afastar o máximo que puder do fantasma da depressão, ninguém merece isso.
Sou casada, feliz no casamento, tenho um casal de filhos maravilhosos. Tenho um ótimo emprego onde conheci João Paulo. 35 anos, 1:85m, moreno claro, 88kg, olhos verdes, um tremendo gato com olhar penetrante e um sorriso encantador. Sabe aquela pessoa que você se identifica logo de cara, almoça junto todos os dias e acaba ficando amigo? Como almoçamos quase todos os dias juntos, acabamos nos conhecendo bem um ao outro, e naturalmente nos tornamos confidentes, sabia do apimentado relacionamento com sua esposa, que ele venerava ela. Ele também sabia muitas coisas a meu respeito, inclusive que era uma pessoa feliz, fiel e que amava meu marido.
Como não levo muito jeito para dirigir, comecei a pegar carona com meu amigo ao final do expediente, fato que achei melhor esconder do meu marido, pois ele é um pouco ciumento. O coitado acha que eu vou e volto de ônibus, mas ônibus são tão lotados e demorados e como meu amigo passa pelo bairro onde moro, ele me deixa a poucas quadras de casa.
Um dia na volta pra casa, o trânsito estava horrível parado por enchentes, e ele sugeriu pararmos em uma ruazinha para dar um tempo para a água abaixar, por sorte o carro tem vidros escuros dando mais segurança. Ele conversava virado para mim com a mão no encosto do meu banco, e estranhamente comecei a gostar daquela situação, me sentia bem ali a sós com ele me tecendo elogios. Continuamos conversando, nisso ele começou a passar a mão nos meus cabelos, me elogiando sempre. Comecei a ficar excitada com aquela situação, sentia uma estranha comichão entre as pernas, um calorão por dentro e logo senti meus fluídos vaginais molharem minha calcinha. Até o momento nunca tinha sentido desejos por meu amigo, afinal, para mim que sempre levei uma vida de esposa fiel, tudo era novidade, e novidades sempre atraem as mulheres.
João Paulo desceu a mão até meu pescoço. Sentia sua respiração acelerada e o desejo estampado no seu rosto. Ao sentir o toque da sua mão em meu pescoço, arrepiei-me, ele percebeu e veio se aproximando cada vez mais, segurou meu rosto, olhos nos olhos, foi aproximando até que encostou seus lábios nos meus. Eu não sabia o que fazer e fiquei surpresa, paralisada. Senti a língua dele passando suavemente por entre meus lábios até entrar em minha boca e tocar minha língua. Um calorão percorreu o meu corpo todo do fio de cabelo ao dedão do pé. Fiquei toda sem jeito, assim que recobrei um pouco da minha lucidez carinhosamente eu o empurrei e me afastei um pouco.
Ficamos um longo tempo em silêncio olhando um nos olhos do outro, sempre ele segurando meu rosto. Depois ele puxou minha cabeça novamente, encostou seus lábios nos meus e acabamos nos beijando ardentemente. Eu estava em transe, tremendo, ofegante, deixando escapar alguns gemidos quando ele começou a passar a mão nos meus seios por sobre a blusa. Meus mamilos já estavam completamente duros querendo furar o tecido fino da camisa que usava. Enquanto me beijava eu tentava enganar a mim mesma sussurrando em seus ouvidos:
- Para, para, por favor! Não faz isso, somos casados!!!
- Me larga, vamos embora a chuva já passou!!!
- Pare, por favor, não é certo o que estamos fazendo!
João Paulo me beijava cada vez com mais eloquência, confesso que aquilo me dava um prazer quase que desconhecido, era uma delicia sentir nossas línguas se duelando em nossas bocas enquanto ele apertava meus seios. Sentia-me de volta à minha adolescência.
Naquele frenesi todo nem percebi quando ele pegou minha mão e colocou sobre seu pênis que já estava duro que nem uma rocha, quando vi aquela gostosura toda não aguentei, fechei a mão e apertei com gosto sentindo minha bucetinha toda melada, fiquei segurando um pouco admirando aquele colosso, ele tomou meu gesto como aceitação e desabotoou minha blusa, enfiou uma mão dentro do bojo do soutien e segurou meu seio, com a outra mão ele abriu o zíper da minha calça, afastou minha calcinha de lado e seus dedos enormes adentrara em minha bucetinha e lentamente foi-me fodendo num movimento de entra e sai cadenciado enquanto retribuía tocando uma punhetinha pra ele. Bastou alguns movimentos para sentir um estremecimento percorrer pelo meu corpo todo e não teve como evitar um gemido:
- Ahhhhh!!!! Que delícia!!!
Enquanto lavava a mão do meu amigo em um gozo alucinante que poucas vezes tinha alcançado com meu marido, o meu amigo também gozou em seguida lavando minha mão e sua calça jeans.
Após recobrar a consciência depois daquele orgasmo delicioso, despertei para a realidade e resolvi parar definitivamente com aquilo, pois estava se tornando cada vez mais perigosa aquela aventura, a noite caia rapidamente sobre nós. Carinhosamente o empurrei, abotoei minha blusa com as mãos ainda trêmulas e molhadas com seu esperma, ele colocou seu pau pra dentro da calça, mal se limpou com uma flanela que estava no carro e fomos embora em silêncio.
Nessa noite, na cama com meu marido, eu cometi um grande pecado, pois o coitado não merecia. Segurei seu pau, fechei os olhos imaginando ser o pau do meu colega, abaixei a calça do pijama dele e comecei a lamber a glande, até que coloquei na boca. Meu marido que nem imaginava meu pensamento, ficou excitado e seu pau logo deu sinal de vida, então arranquei minha calcinha, puxando-o entre minhas coxas e forçando-o a me possuir (ele queria por camisinha, mas eu puxei até que seu pau duríssimo entrou todo em mim).

Eu sempre de olhos fechados, imaginava ser o pau do meu amigo que fodia desesperadamente minha buceta, tinha de me concentrar para não falar o nome do meu amigo sem querer, por isso eu só dizia:
- Que gostoso amor, enfia mais aaiii que delicia!!!
- Mete com força, me abre toda amor, não pare!
Meu marido deve ter estranhado meus pedidos, pois sempre fui calma enquanto transávamos, mas acho que gostou de me ver mais solta, pois metia bem gostoso em mim com estocadas fortes e contínuas. Chegou uma hora que não aguentei mais e disse:
- Não pare está vindo amor!!! , Uuuuiiiii que delícia!!!
- Continue assim!!! Vou gozar, vou gozar amor!!!
Ahhhhhhh!!! Estou gozando, estou gozando amor!!!! Uuuuiiii que gostoso!!!
Meu marido também não aguentou e antes de gozar queria tirar de dentro, mas eu o prendi com as pernas e ele despejou dentro enchendo minha bucetinha de porra. Senti vários jatos lançados dentro de mim, eu ainda de olhos fechados, imaginava ser meu amigo que estava me enchendo de esperma, abracei forte meu marido com braços e coxas e fiquei curtindo aquele momento por vários minutos, se meu marido desconfiou de mim naquele dia não deixou transparecer, mas que deve ter estranhado minha atitude isso deve.
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