Quando para o samba, bate palma e pede bis...

Por: zeta-ekato-1 13/07/2026 1237 leituras
Capa do conto

Eu era estagiário de uma grande empresa. Feliz com a oportunidade de trabalhar com gente reconhecida pela qualidade e com as oportunidades que eu poderia aproveitar. Eram várias festas que a empresa organizava. E como é uma empresa que preza pela imagem, todas as mulheres iam sempre arrumadas para o trabalho. No auge da minha adolescência, passava o dia de pau duro no trabalho. Uma sexta-feira, o pessoal do trabalho resolveu ir a um samba. Eu adoro e fui também. Lá, ficou todo mundo junto, bebendo e dançando. Já no final, aconteceu uma coisa que eu não estava acostumado. Uma de minhas chefes, uma coroa alta, tipo 1,80, magra, com tudo em cima, mas que era muito na dela, se esbarrou comigo na pista de dança. A gente dançou um pouco e rolou uma química muito forte com a música “sem compromisso”. Foi fogo. Sem muito o que dizer, resolvemos ir embora. Ela, no banco do passageiro, foi me punhetando até o motel. Mal a porta elétrica se abaixou, nós começamos a nos agarrar. Ainda na escada, levantei o vestido dela e dei uma chupada naquela buceta molhada e peluda (tá certo que não gostei disso) por trás. Uma lambida que a fez tremer de prazer. No quarto, os dois suados, não tivemos tempo de nada. Ela fez um boquete de quem não chupava um pau há tempos. Ela, já com a buceta escorrendo rios, foi penetrada loucamente pelo estagiário roqueiro. Adolescente que era, demorei a gozar pelo tanto de punheta que batia por dia. Ela ficou louca. Gozou seguidas vezes. Como era magrinha, dava para colocar no pau e ficar girando, girando, girando. Comi bastante. Gozei na boca e tive a promessa de tirar o cabaço do cú. Agua morro abaixo, fogo morro acima e mulher quando quer dar, ninguém segura....

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