Mal viramos a esquina, ela já pegou na minha mão e depois de andar mais um pouco, estacionei o carro e dei um beijo nela, nossos lábios grudaram e não queriam mais se soltar, foi algo indescritível, mas não pudemos ficar muito tempo, tínhamos que passar no supermercado, mas isso foi o suficiente pra me acalmar, chegamos no supermercado e coloquei o carro numa vaga bem distante, compramos rapidamente e no carro, nos agarramos novamente, muitos beijos e dessa vez passei a mão no peito dela, que delirou, os mamilos estavam durinho, mas dessa vez durante o beijo, passei a mão em sua perna e procurei o final do seu vestido e fui subindo a mão sentindo a pele macia de sua perna, a cheguei na sua bucetinha coberta por uma calcinha, ela apenas fechou os olhos e ficou aguardando o próximo passo.
Passei o dedo no seu clitóris sobre a calcinha e fiz ela gemer, e lasquei um beijo de língua que abafava seus gemidos, ela abriu um pouco as pernas e consegui puxar a calcinha de lado e pude sentir a bucetinha dela em meus dedos, toda molhadinha de tesão, ia ser difícil fazer algo no estacionamento mas comecei a esfregar seu grelo, fazendo ela gemer, e não demorou muito, ela gozou na minha mão, dei um beijo gostoso nela, e voltamos correndo. O pessoal não desconfiou de nada, e o dia foi como todos os outros, mas dessa vez foi o melhor dia de todos para mim, mesmo não tendo acontecido mais nada.
E na volta para casa, tive que aliviar meu tesão na minha esposa, que recebeu muitas metidas e um gozo dedicado a minha cunhada.