Apontei meus 17 cm de cacete na entradinha da sua chaninha e fiquei brincando com ela, pincelando na entradinha, mas sem enfiar, aos poucos após encaixá-lo bem, fui empurrando e meu cacete passou invadir aquele tesouro adentro. Ia bem devagar para deixá-la com mais vontade e mais excitada. Não aguentando mais ela disse: “Para com isso, para de maltratar, coloca tudo, por favor,” e foi o que fiz, lentamente fui pressionando e quando eu senti seu hímen dei uma pequena pausa, comecei a beijá-la e forcei a entrada com mais força, mas ao mesmo tempo de forma muito carinhosa e mesmo com todo o carinho que eu fazia, quando o cabacinho foi rompido, ela urrou de dor, gritou muito, pedindo para que eu parasse o que eu fiz, mas sem tirar meu cacete de dentro, eu buscava acalmá-la com beijinhos e aos poucos ela foi se acostumando com a espessura dele dentro dela e sentindo mais confiança, pediu pra que eu continuasse e assim voltei a colocar de forma bem lenta, para poder sentir perfeitamente cada milímetro daquela até então grutinha inexplorada, bombava lentamente, dando de vez em quando uma bombada mais rápida, fazendo-a gemer e falar palavras desconexas nos meus ouvidos. Ela estava em êxtase e muito excitada e sempre, ao mesmo tempo em que eu a beijava e enfiava minha rola que nesta altura já entrava fácil na sua chaninha, eu apertava aquela bundinha deliciosa e ela soltava um gemido mais alto. Cada enfiada que eu dava na bucetinha dela, era um beijo gostoso que ela me dava e pedia que fizesse sempre gostoso daquele jeito, que se eu quisesse ela seria minha para sempre. Eu respondia que seriamos um do outro sim enquanto nos entendêssemos bem e sentíssemos tesão e prazer um com o outro. Ficamos nisso por uns dez minutos e quando eu percebi que estava prestes a gozar, pedi que ela ficasse de quatro e ensinei a ela como fazer. Vendo-a na posição com aquela bundinha linda e exposta daquela forma, toda a minha disposição, dei uma mordida bem gostosa em cada uma de suas nádegas, me levantei um pouco e encaixando novamente, enfiei meu pau todo na sua rachinha maravilhosa, fazendo-a soltar outro gritinho e começar a gemer muito e mais alto o que demonstrara o prazer que ela estava sentido a cada estocada que recebia. Após mais algumas bombadas eu tirei meu cacete de sua chaninha e coloquei na entrada do seu cusinho pressionando-a. Ela se assustou e recuando me disse que suas amigas que já transavam sempre diziam que doía demais. Eu a acalmei dizendo que iria devagar e que se doesse eu tiraria. Confiando no que falei ela disse que deixaria eu tentar então. Encostei a cabeça do meu cacete naquele buraquinho, que lubrifiquei com o meu cuspe misturado ao melzinho que escorria da bucetinha dela e fui pressionando a entrada, mas tranquilizando-a dizendo que eu não iria colocar tudo, e não coloquei mesmo, nisso empurrei a cabeça para dentro do seu cuzinho fazendo-a soltar um grito quando passou. Então parei sem retirá-la e segundos depois, dei uma brincadinha tirando e colocando novamente, empurrando lentamente e pedindo que ela rebolasse a bundinha para ir acomodando-o melhor. Em minutos eu já estava com meu cacete parcialmente enterrado naquele buraquinho que também era virgem e ela já não sentindo mais tanta dor, dizia que estava ficando gostoso e pra que eu não parasse, pois estava sentindo uma sensação muito boa. Eu a penetrava no rabinho e ao mesmo tocava na bucetinha dela que estava encharcada e recebia muito bem o meu dedo dentro dela ou tocando-a no grelinho. Ela gemia muito e aos gritos disse que estava gozando e eu ao ouvi-la dizer aquilo, também não resisti e empurrei de vez meu cacete naquele buraquinho rompendo-lhe o restinho das pregas que ainda haviam nele. Ela gritou e me xingou, eu ignorei-a e acelerando os movimentos de entra e sai, gozei, gozei aos berros e muito no cusinho dela. Foram muitos jatos de porra e ela sentindo minha porra inundando-a gozou novamente, se deitou, me puxou pro seu lado e virada pra mim me olhando nos olhos e me fazendo um carinho no rosto, disse: “Eu te amo, obrigado por me dar a tarde mais perfeita de minha vida e me tornar mulher”. Eu nada falei, apenas retribui os carinhos que ela me fazia e nos olhando descansamos por alguns minutos, pra depois nos levantarmos, tomarmos o nosso primeiro banho juntos e recomeçarmos tudo de novo, pois ainda faltava algo que ela não tinha feito. De volta no quarto e na cama, deitei-me de costa e com meu cacete pra cima, pedi pra que ela desse um trato nele e o deixasse novamente duro e pronto para satisfazê-la novamente. Ela segurou-o e começou a movimentá-lo lentamente sentindo-o crescer. Quando já estava semiduro, eu pedi pra ela enfiá-lo na boca e chupá-lo. Ela pensou um pouco, talvez com nojo, sei lá, mas fez o que pedi e desajeitadamente enfiou na boca e passou a chupar. Eu orientava ele como devia fazer e seguindo minhas instruções logo já estava me chupando com grande maestria e até me fazendo gemer com o prazer que eu estava sentindo. Resolvi retribuir no mesmo instante e puxando-a ao contrário, coloquei-a por cima e com a xotinha dela na minha cara e comecei a chupá-la também e no mesmo tempo, no nosso primeiro sessenta e nove. Logo ela passou a gozar na minha boca e eu que já estava prestes a gozar também, quis me aproveitar mais um pouco daquela bucetinha e do cusinho dela que eu acabara de tirar os selinhos e pedi pra que ficasse de quatro novamente. Pus-me por detrás dela e comecei a alternar as penetrações ora na rachinha e ora no cusinho. Ela gemia e dizia estar gozando sem parar o que acreditei pois sua bucetinha mais parecia um lado de óleo de tão encharcada que estava. Ficamos metendo direto por mais de uma hora, onde eu a fiz experimentar várias outras posições e novas sensações até que fudendo a bucetinha dela numa posição que eu adoro, com ela sentada no meu cacete de costas pra mim de forma que eu tenha a visão do cusinho dela que ficava abrindo e fechando a cada cavalgada que ela dava, não resisti mais e quando ia começar a gozar, retirei-a de cima e me levantando rapidamente, conduzi meu cacete pra boquinha dela e pedi para chupar-me. Ela fez e em segundo começou a sentir meus jatos de porra batendo dentro da boca e garganta dela chegando a se engasgar e tentando tirar, mas eu segurei sua cabeça pressionada contra o meu cacete e não permiti o que só deixei quando tinha terminado de gozar tudo. Ela ia jogar a porra acumulada na boca fora mas eu disse que não fizesse, pois eu queria vê-la engolindo tudo. Ela me olhou e mesmo balançando a cabeça num sinal de não, eu pedi com carinho pra ela me dar este presente e ela mesmo fazendo cara feia, engoliu tudo. Enfiei novamente meu cacete na boca dela e disse pra ela suga-lo até a última gotinha. Ela assim fez e quando terminou, puxei o rosto dela de encontro ao meu e selei aqueles nossos momentos com um beijão na boca que ela retribui com muito carinho e muito amor. Depois ficamos novamente deitados de frente um pro outro e entre beijos, carinhos e carícias conversamos sobre tudo e como ficaríamos dali pra frente e se ela falaria do nosso envolvimento com os tios dela enquanto estivesse na casa deles, já que quando as aulas fossem ser reiniciadas ela teria de viajar de volta pra cidade que ela morava. Ela disse que deixássemos rolar e que se eles viessem saber por outros não teria problema, afinal agora ela já era maior de idade e sabia bem o que estava fazendo, pois não devia este tipo de satisfação a eles que não sabiam que ela chegara uma menininha virgem na casa deles e retornaria pra dela já como mulher. Neste mesmo dia (á noite) quando ela chegou a casa, eles sabiam que ela esteva comigo, pois um dos nossos vizinhos vira quando ela entrou na minha casa e ao encontra-lo, contou. Perguntei se deu algum problema até pra eu poder me preparar caso eles viessem falar comigo, mas ela tranquilizou-me dizendo que não, que estava tudo numa boa, pois eles mesmos disseram que não tinham o direito de interferir na vida dela e além do mais que eu era uma pessoa honesta, do bem e legal. Conversamos mais um pouco sobre tudo que rolou e ela disse que estava muito feliz e realizada, que não via a hora de voltar pro colégio e dizer pras amigas mais íntimas de confiança dela, tudo que rolou, a pessoa especial que eu sou e como tudo acontecera, da mesma forma que elas fizeram, contando-a quando também se tornaram mulher. Já no dia seguinte, quando nos encontramos depois que terminei meu trabalho, fomos pra minha casa e novamente transamos e gozamos deliciosamente, Quando a chamei pra tomarmos um banho e disse que depois a levaria pra casa dela, com um sorrisão estampado ela disse que não precisava, pois havia avisado pro tio que dormiria comigo na minha. Delirei ao ouvir, nos beijamos, entramos pro banho e voltamos a transar. Transamos e gozamos muito naquela e nas noites seguintes. Durante quase dois meses e meio que ela ainda ficou na casa do tio, antes do início das aulas na cidade que ela mora. Durante o dia ela ficava na casa do tio e no final da tarde quando eu chegava do trabalho, vinha pra minha, jantávamos, transávamos e dormíamos juntinhos. Neste período que ficamos ela de menininha pura, tornou-se numa mulher puta, pois comigo ela aprendeu como deveria chupar gostoso o meu cacete, me deu muito a sua bucetinha e o seu cusinho, e acima de tudo passou a adorar sentir a porra caindo dentro da boca pra depois engolir tudo. Virou uma expert em sexo que certamente daria muitas alegrias ao namorado ou ficantes que ela certamente conquistaria quando voltasse pra cidade dela. Depois que ela foi embora, confesso que senti muitas saudades e ficamos sem nos ver até janeiro deste ano de 2015, quando ela fez questão de vir passar o aniversário aqui em Angra na casa dos tios e reviver novamente nossos momentos de muito sexo e prazer, o que aconteceu na noite do niver e nas seguintes durante os vinte dias que ela ficou por aqui, antes de retornar novamente pra cidade dela, prometendo voltar novamente em 2016 caso eu não esteja com alguém. Continuamos a nos falar por telefone e é quando ela conta detalhes de algumas transas que tem com o namoradinho corno que ela arrumou e alguns ficantes que surgem a deixam com tesão. Galera vote e comente se gostaram.
Foto ilustrativa.