Rodrigo prontamente atravessou a rua com dona Odete e foi até os fundos da casa onde, em coisa de 5 minutos trocou os botijões.
__ Por favor, você não sai daqui sem tomar um cafezinho de agradecimento.
Rodrigo disse que não precisava, que vizinho é pra isso mesmo, mas a insistência de dona Odete fez parecer que recusar mais uma vez seria até mal educado. E ela já ia passar um café mesmo, não custava nada lhe fazer companhia né.
Na conversa descobriu que o seu Paulo passa o dia na rua, cuidando dos 2 estacionamentos que ele tem no centro da cidade.
__ É bom que você me faz companhia.
Não demorou muito e dona Odete trouxe as xícaras. Conversa vai, conversa vem, ela elogiou Patrícia, a esposa de Rodrigo. “Ela tem muita sorte”, fazendo-o ficar um pouco sem graça. Contou que eles tinham 2 filhos já em idade adulta e que moravam em outra cidade.
__ E você e a Patrícia, tem filhos? Nunca ouvi barulho de criança na casa de vocês...
__ Não, não temos.
__ Por quê? Ela não pode?
__ Pode sim. Mas achamos que ainda não está na hora.
__ Ah, entendi! Mas pelo menos estão treinando?
É claro que dona Odete fez uma brincadeira. Mas aquilo sem ele esperar, deixou-o ainda mais sem jeito. Rodrigo riu sem graça, tomou o resto do café e agradeceu já se levantando.
__ Olha, desculpe a minha brincadeira. O Paulo mesmo diz que às vezes eu passo um pouco da conta, não queria deixar você sem graça.
__ Que é isso, tá tudo bem! A senhora não me deixou sem graça, não, imagina. E a gente treina todo dia!
__ Ah, que bom! Porque aqui, depois de tanto tempo, a gente nem treina mais. Se abusar, até já esqueci...
Rodrigo voltou para a sua casa e a vida seguiu. Até comentou com sua mulher sobre o acontecido e ela riu. “Agora você vai dar conta da coroa?” Rodrigo riu. Mas aquilo fez cair uma ficha. Desde a adolescência ele tinha uma tara nunca realizada de comer uma mulher mais velha. Isso o fez começar a olhar de outra forma para a dona Odete. E ela não era uma coroa de se jogar fora. Do jeito que Rodrigo gostava: uma mulher de verdade. Peitos maiores que da Patrícia, sua esposa, aquelas coxas grossas com um pouco de estrias que dá gosto de pegar. A cintura já não era fininha, mas num bom tamanho pra segurar e, seguramente, o ponto alto era aquela bunda que ainda atraía os seus olhares. Cabelos ruivos e curtos que certamente ela pintava pra tentar disfarçar um pouco a idade. Enfim, um mulherão de verdade.
Duas semanas depois, lá estava dona Odete de novo pedindo a ajuda do Rodrigo. Dessa vez era seu guarda-roupas que havia quebrado com a fechadura dentro e ela precisava de uma bolsa com documentos que estava lá dentro. Mexe daqui, mexe de lá, meia hora depois usando um alicate, Rodrigo puxou a porta que veio junto com uma gaveta, jogando tudo o que estava lá dentro no chão. Eram calcinhas e soutiens de renda de várias cores e provocantes. Rapidamente ela se apressou em recolher tudo e foi ajudada por Rodrigo que não conseguiu disfarçar o olhar ao entregar as roupas para dona Odete.
__ Gostei dessa daqui. – disse Rodrigo, enquanto segurava a calcinha branca rendada.
__ Agora fui eu que fiquei sem graça... disse dona Odete rindo.
__ Que é isso! Olha, pra me desculpar, vou aceitar o café.
__ Mas eu nem ofereci!
__ Pois o que a senhora oferecer agora eu vou aceitar.
__ Que danado!... e não me chame de senhora.
__ É só um pronome de respeito.
__ Que é isso, agora nós já somos íntimos. Você até já viu minhas calcinhas.
__ Não vi não. Infelizmente.
__ Viu sim!
__ A senhora... digo, você não estava dentro... Infelizmente.
__ Queria ver? Até parece.
__ Quero!
Dona Odete entendeu. E sorriu: espere aqui!
Ela saiu com a lingerie na mão. Voltou alguns minutos depois, ajeitando a alcinha do lado da calcinha.
__ Que é isso, dona Odete! A senhora tá com tudo em cima. Que corpão, hein!
__ Gostou? Odete deu um giro, rebolando levemente.
__ Gostei!
Odete viu o volume na bermuda de Rodrigo.
__ Parece que você gostou mesmo.
Rodrigo foi chegando mais perto, mais perto e mais perto até que apenas alguns centímetros separavam os seus corpos. Era impossível não imaginar o que aconteceria. A tensão do momento explodiu num beijo violento como se cada um quisesse sugar o outro imediatamente. Ainda beijando e ofegante, dona Odete tirou toda a roupa de Rodrigo com uma das mãos enquanto a outra estava massageando o seu cacete duro.
__ Que tesão! Que tesão! – Rodrigo segurava firme a bunda da dona Odete enquanto também puxava a sua calcinha. Logo, tudo estava apertando aquela buceta de lábios inchados.
Rodrigo colocou dona Odete de quatro sobre a sua própria cama. Retirou a sua calcinha com força enquanto ela apenas gemia.
__ Espera! – disse dona Odete enquanto se mexia na cama até o criado mudo. Virou a foto com o marido para baixo.
Rodrigo abriu a mão e a levou ao alto. Em seguida, de uma só vez, desceu dando um tapão forte de mão aberta na bunda da dona Odete.
__ Assim você vai deixar marca!
__ É isso que eu quero!
__ Filho da puta você, hein!
Rodrigo dava tapas e mais tapas. Já era possível ver a marca da sua mão impresso em vermelho naquela bunda grande, redonda e que se mexia em ondas a cada tapa. Sem perder tempo, com a ponta dos dedos ele abriu a buceta de dona Odete e sem avisar ou esperar meteu logo tudo de uma vez. Era incrível a visão daquela buceta toda depiladinha, com os lábios inchados, rosinha e pronta pra receber pau. Quanto cacete já não tinha castigado aquela buceta deliciosa? Agora era a vez de Rodrigo.
Dona Odete gritou. Com a idade, ela não ficava mais lubrificada com tanta facilidade e por isso, o pau entrou rasgando dentro da sua buceta. Mas o cacete de Rodrigo estava molhado o suficiente para se acostumar lá dentro. Depois de meter violentamente durante 2 ou 3 minutos, ele puxou o pau pra fora e virou dona Odete de frente. Se abaixou novamente e cuspiu em sua buceta. Odete tratou de espalhar toda a saliva com a mão. Rodrigo não resistiu e tentou morder levemente o grelo mas Odete novamente o puxou para cima até fazer o cacete encaixar novamente na entrada da buceta e socou tudo repentinamente de uma vez, com força. Olhando nos seus olhos, enquanto rebolava com o pau dentro de si, dona Odete segurou forte nas costas de Rodrigo, cravando as unhas nas costas do rapaz.
__ Você gosta com força né? Então fode!
Rodrigo deu vários tapas na cara da dona Odete.
__ Vai! Vai, fode e bate nessa cachorra vai! Me dá pica, fode essa boceta firme, eu quero tudoooooo!
Rodrigo batia no rosto e nos peitos de dona Odete. Até que ela se virou sobre ele.
__ Agora é a minha vez de mandar!
A mulher se transformou. Começou a subir e descer e saltar com força naquele cacete como se não houvesse amanhã. Rodrigo se curvou para frente e tentou abocanhar todo o peito de dona Odete. Como era muito grande para a sua boca, ele mordia o biquinho firme, quase arrancando.
__ Ai ca-chor-rooooo!
A sucção de Rodrigo era cada vez mais forte que quando ele parou de mamar naqueles peitos deliciosos dava pra ver a marca da chupada.
__ Se o meu marido vê isso, eu tô ferrada.
Rodrigo abusou. Queria agora deixar marca também no pescoço e na nuca da dona Odete mas ela não deixou.
__ Me trata como puta mas não deixa marca. Paulo não é corno.
__ Ah é! Agora é, com certeza! E vai ser muito mais.
Enquanto Odete cavalgava e rebolava sobre Rodrigo, as mãos do rapaz desciam rapidamente pelas costas da coroa, seguravam firmes as suas nádeas e iam rápido até o cuzinho dela. Ao sentir os dedos de Rodrigo encostando no seu cuzinho, dona Odete parou sobre Rodrigo e rebolou com o pau todo fincado dentro da sua buceta.
__ Não, não, não! A buceta eu dou todinha pra você, olha. Esfrega o pau dentro dela, põe com força... mas o cuzinho é só do meu marido.
Rodrigo então puxou a cabeça de dona Odete para trás até ela sair de cima dele e a deitou na cama, enfiando o cacete repentinamente até o talo, fazendo-a engasgar e quase perder o ar. A vara foi fundo na garganta, dona Odete ficou vermelha, os olhos lacrimejando mas Rodrigo tomado de tesão, raiva e da vontade de dominar uma mulher madura de verdade, cochichou bem devagar.
__ Não vai dar o cuzinho então vai tomar leitinho lá no fundo da garganta.
Dona Odete tentou engolir o pau inteiro mas novamente engasgou com os jatos de porra cada vez mais forte batendo no fundo da sua garganta e escorrendo pela língua e até pelo queixo antes que ela pudesse fechar a boca e engolir tudo. Ainda segurando em seus cabelos, Rodrigo direcionou a cabeça de dona Odete para lamber desde o saco até a ponta do cacete, limpando tudinho sem deixar uma única gota.
A partir daquele dia e até o final das férias, Rodrigo e dona Odete criaram um código. Ela oferecia o café. Ele entregava o leite.