Quero dar pro meu pai – parte 3

Por: ana-107 • 24/07/2026 • 255 leituras
Capa do conto

E aí pessoal? Vocês tão de boas? Vim aqui atualizar vocês sobre eu e meu pai. Aproveito pra agradecer algumas dicas nos comentários, vocês são top.

Então, meu pai passou dois finais de semana viajando, resolvendo umas coisas dele. Então desde a última vez que postei só passei com ele esse último final de semana.

No sábado a gente nem conversou direito, tivemos pouco contato. Ele passou a manhã inteira na loja do meu avô e a tarde ele foi arrumar umas telhas aqui de casa. Passou a tarde toda trabalhando no sol quente. Via ele trabalhando e o corpo dele ficava pingando de suor, todo suado. Ele tava todo sexy em cima da casa arrumando as telhas. Quando ele me pedia água, eu ia levar pra ele. Eu tava só de sutiã e shortinho, ele ficava me olhando com pouca roupa mas não dizia nada.

Quando ele terminou, já tava ficando noite.

Ele foi tomar banho e depois fomos jantar. A gente jantou e eu fiquei lavando a louça. Quando eu fui ver no quarto, ele já tava dormindo, parece que tinha apagado. Eu fiquei fazendo uns carinhos nele, fiz cafuné, fiz carinho nos braços e nas costas dele, mas ele nem deu sinal. Acho que tava muito cansado. Eu coloquei um pijama de algodão e deitei na cama pra dormir com ele. Antes de dormir, fiquei me tocando lá embaixo até gozar, fantasiando com meu papito gostoso.

No domingo a gente passou quase o dia todo na casa do meu avô. Voltamos pra casa já tava de noite.

Quando ele foi pra cama dormir, eu fui logo também, pra ficar um pouco com ele ainda acordado. Fui deitar com ele na cama vestida com uma blusinha sem sutiã e uma calcinha de algodão.

Quando a gente tava deitado na cama, comecei a jogar umas coisa aleatória pra ele, eu tava com umas ideia na cabeça:

Eu: Pai, o senhor acha que eu já tenho idade pra namorar?

Pai: Idade eu acho que não tem não.

Eu: O senhor começou a namorar com quantos anos?

Pai: Com 12, por que?

Eu: Ah pai, se o senhor começou a namorar com 12 então eu já posso namorar com 14.

Pai: Marrapá, essa geração de hoje é cheia das vontade né?

Eu: Claro né pai, direitos iguais.

Ele ficou calado. Achei que ele tava amolecido, então fui provocando ele:

Eu: Então se eu começar a namorar, o senhor não vai brigar comigo não né?

Pai: Não, Celinha, não vou. Só não quero saber de você ficar namorando um e outro. Não quero saber de rapariga dentro de casa.

Eu: Claro que não né pai?

Meu pai sempre foi carinhoso comigo e no fundo eu sabia que ele nunca ia brigar comigo se ele soubesse de namoro meu. Mas queria continuar assuntando ele e inventei história de um menino que quer me pedir em namoro:

Eu: Pai, tem um menino na escola que me pediu em namoro.

Pai: Ah é? E é por isso que você tá com esse arrodeio todinho?

Eu: Kkkkk não né.

Pai: Eu conheço ele?

Eu: Acho que não.

Pai: Ele tem quantos anos?

Eu: 14 também.

Pai: E você vai aceitar o pedido dele?

Eu: Ainda não sei. Ele já namorou antes e eu ainda sou BV.

Pai: E o que é BV?

Eu: Ah pai, vai dizer que o senhor não sabe o que é BV?

Pai: Não, o que é?

Eu: É boca virgem.

Pai: Ah sim, acho que entendi.

Então, mesmo sem eu ser BV, falei pra ele:

Eu: Pois é pai, como esse menino já beijou antes, eu fico com vergonha de namorar com ele e pagar mico. Então queria pedir pro senhor me ensinar a beijar.

Ele tava tão de boa e aí falou mais sério:

Pai: Oxente, que conversa é essa?

Eu: Ah pai, o senhor podia me ensinar a beijar pra mim já ir treinada e não passar vergonha.

Pai: Isso não existe não, Celinha, de pai ficar beijando filha.

Eu: Mas não é ficar beijando de namoro. É tipo beijo de filme. O senhor só vai me ensinar a beijar.

Pai: Mas não tem diferença não, é tudo beijo.

Eu: Mas não tem problema nenhum um pai beijar a própria filha. O senhor tá no seu direito.

Pai: Mas isso é errado, Celinha.

Eu: Eu não acho.

Pai: Você não acha não é?

Eu: Não. O senhor me ensina a beijar, pai?

Pai: Cuide de dormir que é melhor pra você.

Ele virou pro lado e não falou mais nada. Eu também fiquei na minha, remoendo minhas ideia que não tinha dado certo e fui dormir.

Na segunda-feira, acordei cedo pra voltar pra casa de mãe. Me arrumei logo e fiquei esperando meu pai ir me deixar. Ele se arrumou e nem falou comigo, nem me deu bom dia.

Quando a gente entrou no carro, ele ligou o carro e ficamos lá na garagem. Ele ficou olhando pra frente, parado lá com o carro ligado e a porta da garagem fechada, então perguntei:

Eu: O que foi pai?

Ele tirou as mãos do volante, olhou pra mim e perguntou:

Pai: Celinha, você ainda quer aprender a beijar?

Eu: Quero sim, pai.

Pai: Se eu te ensinasse, você ia contar pra alguém?

Eu fiquei espantada com aquela pergunta que meu corpo arrupiou. Me apressei pra responder:

Eu: Claro que não né.

Pai: Olha Celinha, se eu te ensinar isso, ninguém pode ficar sabendo, nem seu avô, nem sua mãe nem ninguém.

Eu: Eu não vou falar pra ninguém não pai.

Pai: Então tá bom, vou confiar em você. Olha só, o beijo não tem segredo não, é só encostar na boca do outro e ficar lambendo os beiços do outro. Vai fazendo isso bem devagar entende?

Eu: Tá, então me mostra como é.

Ele se aproximou da minha boca e começou a me beijar. Me fiz de desentendida, como se nunca tivesse feito aquilo, e deixei ele conduzir. Não foi um beijo curto nem um beijo muito longo, mas pra mim durou uma eternidade. Ficar ali só nós dois, sentindo a boca dele, o hálito fresco de quem tinha acabado de escovar os dentes, sua mão tocando em meu ombro, seu calor. Meu coração batia mais forte e eu fiquei me tremendo de nervosa, não sei se ele percebeu. Foi tudo muito bom! É claro que eu fiquei excitada. Se ele quisesse, eu dava pra ele ali mesmo dentro do carro.

Depois do beijo ele ficou esquisito. Só abriu a porta da garagem e saiu dirigindo. Não disse nada. Quando cheguei na casa de mãe ele só me deu a benção e tchau, não disse mais nada.

Acho que ele ficou com vergonha, porque eu também fiquei. Foi uma sensação diferente e nova, foi muito melhor que meu primeiro beijo. Eu fiquei tão feliz de ter beijado meu pai! Não sei como as coisas vão ficar daqui pra frente, mas acho que já é alguma coisa né? Vou ver se consigo atiçar ele até ele me comer.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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