Quis Nem Saber. Iniciei O Casado Na Marra

Por: Everton 24/07/2026 2 leituras
Capa do conto

Hoje eu tô cascudo. Mas já transformei um montão de machos em puta. Mas o último, foi tão inesperado, que resolvi contar. E o cara viciou no brinquedo

Me chamo Everton.
Tenho 48 anos e sou de Jundiaí.
Hoje estou morando com uma puta macha, dono de um salão famoso, que bem dizer me banca.
Faço nada pra ninguém.
Que dizer, faço sim. Boto pra viciar no meu brinquedo, a minha broca.

Tem cinco meses isso e era um dia de calor de rachar. Eu tinha passado três meses no Rio, justamente com o Rodolfo, minha esposa. Era um condomínio na Barra da Tijuca. E eu estava indo no prédio pegar meu drone. Mas tinha um cara se despedindo da esposa. Entramos juntos no elevador. Ele tinha me visto beijando o Rodolfo uns dias antes e olhou com cara estranha, comentando com a esposa. Ficou sem graça quando percebeu eu olhando pra fuça dele. Que tipo de homem não toma uma atitude quando outro homem o encara? Cismei com ele. Olhei para o corpo de academia e dei uma apreciada na bunda dele. Fiz na careta, outra ele perceber. E quando chegou o meu andar, antes do dele, eu saí até a porta do elevador, mas voltei pra dentro olhando bem pra ele. Ficou todo nervosinho. E eu resolvi que ou ele era coca e tomaria uma atitude, ou mesmo que não fosse fanta, ia virar se tivesse sozinho em casa. Já tinha aprontado algo assim uma vez. Ele estava com medo de mim e começou a cantarolar uma música estrangeira, batendo as mãos na perna.
Chegou o andar dele. Dava pra ouvir a respiração dele. Era nítido que estava cismado comigo, pressentindo que eu ia tentar fazer algo com ele. Talvez, medo de eu ser ladrão. E assim que ele saiu eu fui atrás. Ele me olhou, com aquela cara de medo, sem saber como agir, e eu não parei de olhar para ele, e deixando ele me ver olhando pra bunda dele. Bonitinha! Ele parou na porta de seu apartamento e me olhou. Estava ameaçando dizer alguma coisa, mas eu me aproximei bem dele e aproveitei que estava até tremendo. Então disse: abre, vai! Disse isso baixinho, coçando o meu pau e olhando para bunda dele. Então, olhei pra ele e disse: tava falando com ela, cara! Tá ligado né? Então ele ficou, que dava pra ver a blusa balançando no peito. Nunca mais vou esquecer aquele olhar. Então ele disse: eu vou... Tapei a boca dele com a mão esquerda, já escorando na porta, e com a mão direita abracei a cintura. Então disse: abre logo essa porta, senão vou te comer aqui mesmo. Peguei a chave da não dele e abri a porta, já escancarando. Fechei a porta e ele estava tão apavorado, que deu até pena. Mas verdade, senti pena não. Botei a broca pra fora e exibi pra ele. Já tava dura, olhando pro teto, já babando. Ele tentou fugir. Se quisesse mesmo, era só gritar. Podia ter caído pra dentro na porrada. Mas a verdade é que os instintos de preza dele já estava aflorando. A respiração e a tremedeira só evidenciava isso. Eu peguei ele pelo braço, e o imobilizei de costas, com uma chave de braço. Ele tentou se livrar. Então apliquei uma no pescoço e disse: relaxa que você vai até gostar. Mas se lutar, vou te deixar com o cu fazendo bico. Enquanto falava, fiquei sarrando a bunda dele. E foi nesse momento que eu percebi que não precisava mais pegar pesado. Ele podia ter encolhido a bunda, afastando ela. Mas não fez. Então eu larguei o braço e o pescoço e dei uma agarrada, puxando pra mim com meus braços cruzados no tórax dele e segurando os ombros. Ele ainda fez menção de tentar se livrar, mas já estava dominado por dentro. Só faltava dominar por fora e depois botar pra dentro. Enquanto roçava minha barbicha no pescoço dele, disse: bom garoto! Vou ser bem legal contigo, tá? Só até largar leitinho. E então ele disse: Pô, cara! Me solta! Eu sou casado. Não sou bicha.
Eu disse: então vai virar um bicha casado. Puxei o short dele juntamente com a cueca, me abaixei e meti a cara no rego dele, agarrando a bunda e arreganhando ela. Ele estava segurando no balcão central da cozinha e não fez nada. Então meti a língua no cu e comecei a lamber, metendo saliva lá pra dentro. Ele arrepiou, da pele parecer galinha depenada. E até deu uma empinadinha. Então eu levantei, mantendo as mãos na bunda dele já encostando a broca no rego. Então perguntei, com o queixo em seu pescoço: você curte, né! Só tava fazendo doce. Ele estava ofegante e tremendo igual basta verde. E respondeu que não, balançando a cabeça, enquanto eu sorria. Então insisti: você nunca deu, nem... Ele balançou a cabeça, que não. Estava com cara de quem tinha acabado de presenciar um acidente terrível. Mas eu já tinha visto essa mesma cara um monte de vezes. Era a primeira experiência dele com um homem. E pelo visto, ele nem pensava nisso. Mas eu perguntei: mas você queria, né! Tinha curiosidade? Ele continuou balançando a cabeça, negando. Eu ri e fui ajeitando a pontinha da broca no cu e fazendo ela ir entrando, ajudando com os dedos. O gemido dele me encheu de tesão, que até senti quando vem aquela quantidade de lubrificante. Meu cacete estava tão duro, que até parecia que ia quebrar. E com ele dando aquela fugidinha, eu fui empurrando pra dentro até a portinha interna. Quando ele virou a cabeça pro teto, comecei a beijar o pescoço e a orelha. Deixei a broca parada, só latejando, e prendi ele pela barriga com meus braços e fui metendo pra dentro sem pressa, pra não doer. Fui fazendo o cu dele querer minha broca inaugurando acesso. E estava tão gostoso que eu não aguentei. Disse pra ele: cara, foi mau! Mas eu vou gozar no teu cu, tá? Antes de terminar de falar, eu acabei gozando. E que gozada gostosa. Eu soltei o cara e só me afastei um pouco, pra ver minha broca só com uns centímetros pra dentro do cu dele, pulsando. E ele começou a se masturbar, enquanto olhava pro meu caralho. Então eu aproveitei, e puxei ele pela bunda e fiz a broca penetrar. Até que entrou fácil. Era cu virgem mesmo. Mas o cu estava facilitando o acesso, de tanto tesão que o cara tava sentindo. E assim eu fui entrando mais e mais, com minha broca soltando leite no caminho. Ela estava esfregando minha porra no cu dele. E eu só parei quando ele deu aquele fugidinha. Ainda tinha broca de fora. Mas era o limite dele. Mas eu queria romper esse limite também. Enganei ele. Fingi que ia retirar, mas dei aquele tacada, segurando na barriga, que ele gemeu alto, tentou fugir, mas era tarde. Eu já estava com a virilha na bunda dele. Não ficou nada de fora. E só esperei a broca finalizar a descarga de leite, e tirei de vagar. Assim que tirei, pensei em botar de volta e socar naquele cu. Mas já tinha se passado um tempo e o Rodolfo é impaciente. O cheiro também não estava nada agradável. Tirei o restante de porra e esfreguei na bunda dele. Me vesti, disse pra me procurar no face e fui embora.

Faltando um dia para voltarmos de viagem de férias, eu estava no jipe dele, surrando aquele cu, até ele gozar sem mãos. Não gozei no cu dessa vez. Queria dar leitinho na boquinha do rapaz. E fiz ele mamar igual bezerro. Descarreguei gostoso na boca dele. Pena que acabou vomitando. Foi aquele estrago. E eu ainda estava terminando de gozar.
Se o Rodolfo soubesse disse, mandava me matar.

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