Engole minha pica, sua puta safada.

Por: ro-tessera-1 08/07/2026 1236 leituras
Capa do conto
Sempre pedia pro meu marido transar comigo e outro homem. Ele negava. Até que descobriu que já tinha dado 3 vezes pra um vizinho nosso enquanto ele viajava.
Eu dava muito gostosinho pra ele porque era daqueles que gostam de amor e pancada. Transar com ele era delicado, romântico e tinha sua dose de sensualidade. Sempre que me comia dizia coisas bonitas e era selvagem ao mesmo
tempo. Ele me chupava deliciosamente e aquela brincadeira começava a ficar séria. Eu realmente estava pegando gosto de sentar na pica do vizinho. Quando meu marido descobriu sobre a terceira vez preocupou-se e disse que queria me ver dando pra ele sem que ele soubesse e que portanto era pra eu combinar com o vizinho em casa que ficaria escondido.

O vizinho chegou na hora marcada. Eu estava louca de tesão.
Logo que abri a porta fui sendo molhadamente beijada com aquela língua que meu corpo já conhecia bem. O vizinho gostava de uma boa sacanagem e mandava em mim absolutamente. Meu marido estava atrás da porta que levava aos quartos e tinha me mandado fazer exatamente o que o gostoso ordenasse.

Quando ainda nos beijávamos ele deu a primeira ordem.
"Minha vadia deliciosa... tira essa calcinha tira e coloca essa xaninha prá fora, coloca...". Imediatamente lancei minha xaninha.

"Agora pede pra eu chupar com uma voz bem manhosa, pede..."

"Me chupa, por favor..eu suplico... que saudades dessa língua"... A verdade é que em poucos segundos esqueci a presença do meu marido porque o vizinho me levava à loucura. Esqueci mesmo...

"Quer que eu coloque minha pica grossa aí dentro, quer"?
"Quero..." eu dizia ofegante e molhada.
"Então antes diz pra mim que a minha pica é a que você mais gosta, diz..."
"A sua pica é a que eu mais gosto... a que mais quero entrando na minha buceta melecada.. me dá essa pica, por favor..."

E ele me deu a pica num movimento brusco que me fez sentir até dor. Dor que no minuto seguinte virou um tesão incontrolável.

"Quer que eu coma mais fundo, quer?"
"Quero. Me come mais fundo, mais forte..."
"Então repete que igual minha pica você nunca viu e que seu marido te come mais ou menos..."
"Ele me come mais ou menos, por isso que eu dou prá você, por isso que quero sua pica..."

E mais pica eu via e sentia. Ele me virava, chupava meus peitos, me fazia mulher enquanto gemia num tesão absoluto. Ele me comia e me chupava. Quando veio o primeiro tapinha de leve na cara. De mão aberta, bem vagabunda mesmo.

"Dá outro tapinha, por favor"
"Pede, cachorra. Pede e geme"...

E quanto mais ele me estocava forte mais eu queria força. Precisava gozar logo.
Minha buceta estava em chamas altíssimas, batendo palma... queria gozar logo pra gozar outra e outra vez... Aquela pica me dava sensações deliciosas. Logo que gemi o gozo que veio incessante, ele me enrabou sem dó. Ele comia meu cuzinho e segurava meus cabelos com força como se comesse uma puta de rua.

"Você é minha putinha, né? Você quer dar mais ainda pra mim? Quer que eu te faça gozar na minha boca, quer?"

"Quero tudo. Quero mesmo gozar na sua boca e no seu pau gostoso".

O vizinho me fez gozar 4 vezes. Eu já enxergava meu marido atrás do batente com cara de quem não estava gostando. Antes de sair, o vizinho ainda me deu um beijo na xoxotinha. Foi embora e eu me joguei no sofá.

"Amor?"

Ele veio furioso.

"Engole minha pica, sua puta safada."

Sentei animada e com a buceta já acesa, cai de boca na pica que eu conhecia muito bem e adorava. Chupei, chupei e de cara coloquei meu cu encaixado ali.
Rebolei, rebolei e rebolei. Gemi muito. Mais ainda porque tinha que mostrar serviço. Ele me puxou os cabelos, me bateu na cara e na bunda e me chamou de vagabunda da pior espécie. Me colocou de quatro, estocou aquela pica louca
dentro de mim como se fosse sair pela boca. Gozei de quatro. Fui lançada contra parede e comida suspensa, em pé, estocada no colo dele. Gozei de novo. Então ele
me disse que arrancaria dos meus peitos. E lambeu-os com uma fúria tão desesperada que gozei mais uma vez. Minha buceta ainda pedia mais. Fomos pra varanda e lá, com a brisa me refrescando, pedi outra rodada de pau duro. Que
veio em seguida. Ele me colocou com as pernas arreganhadas e me comeu loucamente. Eu sentia dor e prazer. E mais outro tapa na cara. Dessa vez mais forte. E pra aliviar, a tirada da pica da buceta seguida da lambida
acalentadora. Ele me comeu tanto... Mordeu minha bunda com força, me chamou de piranha sem vergonha. Disse que eu nunca mais daria pra ninguém com tanto gosto.
Me mandou gritar na varanda. Me lambuzou de sorvete de flocos e comeu tudinho novamente como se fosse a primeira vez. Aquela noite gozei nove vezes. Entre vizinho e ele ..

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