RÁPIDA NO BANHEIRO

Por: carlos-369 • 13/07/2026 • 116858 leituras
Capa do conto
O Manel e eu fomos a um almoço que estava a ser uma grande seca. Era muita gente e numa chácara enorme com uma casa muito grande.
Conheci um primo de uma cunhada do meu irmão que antes do almoço e enquanto se tomava uma bebida deve ter-me achado graça e eu também o achei giro. Muito novo, descontraído e ligámos bem. Ao fim de cinco minutos de conversa, nem sei como, virou conversa de calcinha molhada. Não por acaso, ficámos na mesma mesa e ao lado um do outro. O Manel ficou noutra mesa e a conversa correu fácil. Ainda não tínhamos começado a almoçar já, por baixo da mesa, estávamos a empernar fortemente. À mesa, não podíamos continuar a conversa de calcinha molhada, mas por baixo da mesa valia tudo. Pus a mão por baixo da toalha de mesa, abri-lhe a braguilha e fiz-lhe festinhas. É uma técnica que já usei várias vezes e por isso tenho experiência.
Quando as pessoas se começaram a levantar para se servirem de doces disse-lhe que precisava de ir ao banheiro e perguntei-lhe se sabia onde era. O almoço era num pavilhão exterior, entrámos na casa, ele disse que além do banheiro no andar de baixo havia outro melhor no andar de cima, subimos os dois, entrei no banheiro e ele entrou atrás de mim e fechou a porta à chave. Disse-me que era seguro pois que o banheiro tinha duas portas, que davam para sítios diferentes e por isso podíamos sair ao mesmo tempo cada um por uma porta. Subiu-me a saia, puxou-me os collants para baixo, fodeu-me sentada na bancada ao lado do lavatório, pedi-lhe que não se viesse pois queria chupá-lo e que se viesse na minha boca. Sentou-se na sanita e chupei-o até ao fim.. Saímos cada um por sua porta e eu para não chegar ao mesmo tempo que ele à mesa fui procurar um café. Parei no jardim para conversar com algumas pessoas. Só depois de sairmos da festa pude contar ao Manel .

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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