O Marcos não perdia oportunidade para me abraçar, para me dizer como era uma mulher bonita, entre outras coisas que qualquer mulher gosta de ouvir. Nas reuniões por baixo da mesa colocava a mão na minha perna, bem acima do joelho e ia subindo devagar até tocar nas minhas coxas e me deixar completamente desnorteada.
Chegámos-nos a beijar no escritório, língua com língua, beijo bem molhado, até eu interromper tudo e dizer-lhe: "Marcos por favor, temos de parar". Ele me agarrava com as suas fortes mãos nas minhas ancas, me puxava contra ele, sentia o seu pau bem duro contra o meu corpo e dizia-me. "Por favor Tarciana me deixa beijar as suas mamas, você me está deixando ficar louco de tesão". Nesse dia fomos longe de mais, me abriu o vestido e ficou deslumbrado com as minhas tetas, por sinal grandes, mas bem firmes. Ele as apalpou, as lambeu lentamente, me deixando bem molhada, depois com os seus dedos sentiu os bicos das minhas mamas bem duros, até que a secretária bateu à porta e tivemos de interromper. Ai, se o meu marido descobrisse, pensei eu. Em breve o garoto vai contar a toda a gente que lambeu e apalpou as mamas da sua advogada e todo o mundo vai saber.
No dia seguinte, bem cedo dirigi-me à sua secretária e disse-lhe: "Preciso de falar com o Dr. Marcos". Ela disse-me que ia ver se ele me podia atender. Pouco tempo depois mandou-me entrar. O garoto me recebeu com um sorriso bem safado. Disse-lhe então que o que se tinha passado entre nós não podia ninguém saber. Ele prometeu-me, desde que eu lhe fizesse uma mamada, enquanto colocava o seu enorme caralho fora das calças. Nossa, como era enorme o pau do garoto. Tinha vontade de me ajoelhar e abocanhar aquele pau, mas não podia ceder. Dei-lhe uma bronca e sai do seu gabinete. Confesso que nos dias seguintes o caralho do meu chefe não me saia da cabeça.
No fim de semana seguinte, o meu marido foi passar o dia à fazenda dos meus sogros e levou as minhas filhas. Disse-lhe que necessitava de ficar a trabalhar.
Logo depois deles saírem, enviei um SMS ao Marcos a perguntar-lhe se não queria vir até minha casa. Nossa, mal entrou o garoto me agarrou, nos beijámos loucamente, enquanto ele me despia, me lambia todinha, demorando nas minhas mamas, depois desceu até à minha buceta de demorou-se a lamber o meu grelo. De seguida levei-o para a minha cama e deitei-me por cima dele, enterrando bem devagar o seu pau na minha buceta, depois comecei a cavalgar, aumentando a cadência. As minhas mamas baloiçavam bem perto da cara do safado, que as apertava, e as lambia, enquanto enfiava primeiro um dedo e depois dois no meu cuzinho, me chamando de safada e de puta. Comecei a gemer cada vez com mais intensidade até gozar. Então, mudámos de posição e o Marcos por cima de mim, começou a foder-me com grande intensidade, até encher a minha buceta de porra.
Fodemos a tarde toda, como dois adolescentes. Ele não descansou enquanto não comeu o meu cuzinho. Confesso que de inicio me doeu bastante, pois nunca o tinha feito com o meu marido. Ele não se importou que me doesse, só me queria comer o cu. Efectivamente ele não tinha qualquer sentimento por mim, só me queria comer, como comia todas as outras mulheres. Me chamava de puta e de cadela. Isso me excitava mais. Me deixei levar e gozei o momento. A partir de certa altura, o prazer superou a dor e comecei a saborear o prazer do sexo anal, até gozar que nem uma cadela com o cio. O Marcos tirou então o seu caralho do meu cu e o colocou na minha boca. O lambi e chupei até o garoto começar a soltar jatos de porra dentro da minha boca. Não tive alternativa e engoli tudinho.
Continuei lá a trabalhar, mas ele não mais me procurou. Desde então andou com todas as mulheres do escritório. Eu fui só mais uma. Confesso que fiquei com a minha auto-estima em baixo. Vocês não me acham verdadeiramente atraente? se acham, votem neste conto.