Após algum tempo no sitio, descobri que alem da herança, ganhava chifres também.
Bom dia pessoal. Sou o André, casado com a Nina, tenho 31 anos, 1,70 cm de altura, 70kg, corpo na média e medio dotado (16 cm), a Nina tem 22 anos, 1, 48 cm de altura e 47 kg, branquinha dos cabelos negros até abaixo dos ombros, peitinhos pequenos e bicudinhos, bundinha redondinha, ppk sempre lisinha e gulosa. Resumindo ela é tipo mignon. Estamos casados a 5 anos, sendo que namorei com ela desde que ela tinha 15 anos, e quando ela fez 17 nos casamos.
A cerca de 5 meses recebi um um pequeno sitio de herança de um tio rico. Fomos la conhecer e ele ja tinha algumas coisas plantadas além de uma pequena criação de galinhas que um vizinho tomava conta para meu tio quando ele não podia ir. Quando fiz o reconhecimento da propriedade vi que la passa um córrego, e isso me animou, pois quando era garoto gostava de pescar e iria aproveitar nos finais de semana, já a parte da lida das tarefas do sitio eu não entendia nada e ia precisar arrumar alguem para fazer, ja que o vizinho só podia tratar das galinhas, pois tinha ja suas proprias tarefas de sua propriedade, então esse vizinho me disse que no armazem que tinha na comunidade eu iria conseguir alguem para trabalhar, a dia ou mensal. Então fomos, eu e Nina até a comunidade próxima procurar esse armazem, me lembro que foi num sabado a tarde, chegamos lá e pedi uma cerveja para a gente, e peguei informações com o proprietario, se ele podia nos indicar alguem para trabalhar no sitio, após explicar a situação. Então ele disse que conhecera meu falecido tio, que era gente boa, e depois disse que tinha um senhor viuvo, muito responsável, era até aposentado, mas ainda trabalhava nas roças. Pedi então que falasse a esse senhor para nos procurar no domingo, se fosse possivel, na parte da manhã para conversar e quem sabe combinarmos dele trabalhar para a gente. Ele disse que falaria sim com o senhor Antonio ( esse era o nome do homem). Pois bem, tomamos mais umas tres ou quatro cervejas e voltamos para o sitio.
No domingo, acordamos por volta de sete da manhã, enquanto fui colocar ração para as galinhas (isso eu sabia fazer, rsss), a Nina foi fazer um cafezinho, quando estava saindo do galinheiro, escutei alguem chamando na porteira do sitio, falei para entrar, e era o seu Antonio, um negão alto, devia ter uns 1,95 cm de altura, calvo, de bigode e com um pouco de barriga, mas com os bravos fortes da lida na roça.
Nos apresentamos e o chamei para irmos para a cozinha conversar, enquanto minha esposa passava o cafe. Ao chegarmos, fiz as apresentações e ele se mostrou educado e respeitoso com a Nina. Ao começarmos a conversar, ele disse que tinha 65 anos, era viúvo, aposentado e morava bem proximo de nossa propriedade, o que facilitaria ele tomar conta do sitio, já que poderia ir e voltar todos os dias para a casa dele e cuidar das coisinhas dele.
Tudo combinado, salário, e eu falei que deixaria por conta dele, o que ele visse que precisava fazer, podia, pois eu não entendia de roça. Depois de mostrar tudo a ele, inclusive o córrego que passava quase na divisa, nos despedimos e ele iria começar na segunda. Eu e Nina passamos o restante da manhã passeando pelo sitio, e depois do almoço voltamos para nossa casa, pois a noite eu iria trabalhar, eu trabalho em uma empresa de medio porte, de segunda a sexta, em escala de tres turnos diferentes, de 07:00/15:00, 15:00/23:00 e de 23:00/07:00, uma semana de cada horario e folgo sabado e domingo.
Fomos embora, dormi um pouco, fizemos amor antes de eu ir trabalhar, mas notei a Nina um pouco mais molhadinha que o costume, mas nada de mais.
A semana de trabalho passou, e eu, comprei as coisas que precisava levar para o sitio, inclusive varas de pescar. No sabado, quando chegamos la, seu Antônio ja estava trabalhando, e nos cumprimentou quando descemos do carro, e na cozinha ja tinha um café e uns biscoitinhos prontos que ele fez. Depois de descarregarmos tudo, seu Antonio nos mostrou tudo o qu tinha feito durante a semana e voltou para a lida, estava consertando uma cerca na divisa de cima. Falei para ele que a Nina ia fazer o almoço e ele poderia almoçar e se quizesse poderia encerrar a sua jornada e descansar, só voltando na segunda. Ele disse que teria que ficar até a tardinha, pois ainda tinha algumas coisinhas para terminar. Dito isso ele voltou ao trabalho. Chamei a Nina para pescar, e fomos para a beira do corrego, mas ficamos pouco tempo, pous ela tinha que fazer o almoco.
Por volta de 11:00 horas seu Antonio chega para almoçar. Ai almoçamos, e ele fala que iria fazer algumas coisas na horta, e perguntei que horas ele terminaria, pois iríamos voltar para o corrego, mas voltariamos para acertar o pagamento da semana com ele, e nos disse que la pelas 17:00 horas iria embora. Ele almoçou e foi para a horta mexer la, eu e Nina descansamos um pouco, mas Nina não.quis voltar pra pescar comigo, dizia que queria descansar um pouco mais. Então fui pescar, peguei alguns peixes e de tardezinha voltei, encontrei a Nina e o seu Antônio conversando na varanda de casa, ele estava tomando água, mostrei a eles os peixes que peguei, e quando.fui acertar a semana de serviço, ele me falou que voltaria no domingo, pois ainda tinha mais umas coisinhas para terminar, mas viria somente depous do almoço. Paguei, e ele se foi. A noite fomos dormir cedo, cansado nem quis fazer amor com a Nina. Levantamos no domingo, e seguimos a rotina, na hora do almoço, falei com Nina que ia pescar ate la pelas 16:00 horas, e quando voltassemos, arrumariamos tudo pra voltar pra cidade, Nina disse que enquanto eu pescasse ela iria adiantando tudo. Esperei seu Antonio chegar e fui pescar. Peguei mais algumas trairas e no horario voltei para casa, seu Antonio ja tinha ido embora e a Nina arrumava as coisa. Ajudei a terminar e fomos embora. E assim foi nossa rotina, durante a semana trabalhando na cidade e fim de semana no sitio. Durante tres meses era assim, eu pescando a tarde, seu Antonio nos afazeres e a Nina cuidando da casa. Até que um dia que a pescaria estava ruim, voltei para casa mais cedo, tipo, uma hora antes do que eu voltava. Chegando em casa, coloquei as coisas de pesca no paiol e chegando na varanda, não vi a Nina, mas escutei um barulho dentro de casa, fui entrando e o barulho agora era de gemidos abafados, quando chego proximo ao quarto, a porta entreaberta e, o que vi me deixou sem reação, a Nina de quatro em cima da cama, e deu Antônio fodendo ela, era inacreditavel, minha esposa de 22 anos, sendo fortemente macetada por aquele coroa negão, muito maior, com uma pica que deveria ter uns 23 a 24 cms, grande e grossa demais, ela totalmente arreganhada, com a cara no colchão, empinada para cima e ele macetando a ppk dela com força, o contraste de ver ele, negão, enorme, suando em cima dela, e ela branquinha, pequenina e recebendo aquele caralhão na ppk, me deixou com um misto de surpresa e imobilidade. Tentei ir me controlando para não fazer besteira, enquanto minha esposa e o caseiro se davam de prazer, eu ainda estava surpreso, por ser corno, pela diferença de idade deles(66/22), o contraste da cor (negão/branquinha), rola gigannte e ppk pequena, porem gulosa e a diferenca de tamanho(1,95/1,48). Enquanto isso passava pela minha cabeça, seu Antonia fodia a Nina e dizia, " é sua quenguinha branca, desde o primeiro dia ja sabia que vc era quenga, conheço putinha de longe", e ela falava " vai seu puto, me fode, e eu ví que você era safado, homem safado me deixa louca, fode minha bucetinha e goza tudo nela, que daqui a pouco o André chega". Seu Antonio continuou a foder e grunhiu forte e gozou nela, ela gemia e gozou junto, ele acabou literalmente desabando em cima dela, fazendo-a sumir debaixo dele, os dois com a respiração ofegante. Quando vi que estavam se recompondo, sem saber o o que fazer, sai de casa e peguei as coisas de pesca e voltei para o corrego, fiquei la pensando sem chegar a alguma conclusão, apenas que ver a Nina toda arreganhada pro seu Antonio me deu tesão demais. Estava com a cueca esporrada e nem havia percebido. Voltei para casa mais calmo, maz sem ainda saber o que fazer. Quando cheguei na varanda, encontrei os dois conversando como se nada tivesse acontecido. Minha Nina sorridente como sempre (é claro né), e seu Antônio tomando café, me disse que ja estava indo embora, mas voltava no domingo para terminar umas tarefas, cousinha a toa, e sempre no domingo, vinha depous do almoço, agora entendi porque, enquanto eu pescava, ele fisgava a Putinha da minha esposa Nina. Além de ter virado corno, ainda pagava, rsss. Assim que ele saiu, catei a Nina e a levei pro quarto, estava cheio de tesão e ela tentou sair fora, talvez com medo de eu perceber alguma coisa, não titubeei e deixei a peladinha, derrubei ela na cama e cai de lingia em sua ppk, que estava inchadinha, abertinha e vermelha de tanto ser fodida pelo seu Antônio. Quando comecei a chupar, o restinho do vreme deixado pelo caseiro veio, foi meio.esquisito, o gosto, mas no tesão, acabei engulindo, a ppk dela ainda com cheiro de pau, peli visto so deu tempo deles se arrumarem e ela não tomou banho, ela gemia de tesão e surpresa, e eu parei de chupar e botei meu pau nela, que entrou folgado, o velho era bem dotado, mas no tesão que eu estava gozei logo. Deitamos para nos descansar e eu disse para a Nina que a amava muito.
A noite, lembrava da cena dos depois e fodi a Nina de novo, e ela perguntando que fogo era aquele, disse que era tesão acumulado, rss. No outro dia, seguimos a rotina e eu ja estava doido pra ver o Seu Antonio fodendo ela de novo. Depois do almoço ele chegou e fui pescar, mas dessa vez queria ver mais que o final, esperei uma meia hora e voltei, cheguei bem silencioso, e eles estavam na sala, pela fresta da janela, pude ver, ele em pe e ela agaichada, pagando um boquete daqueles, onde ele fodia a boca dela, forçando aquela rolona em nela e ela fazendo garganta profunda, juro que não sabia dessa qualidade da Nina. Ela engasgava e babava, escorria lagrima dos olhos dela, ele ria mas não parava. Depois ele colocou ela de pernas abertas no sofa e chupou a buceta, ela gemia alto com a lingua aspera dele. Em seguida, ele sentou e com a rola apontando para o alto, Nina se posicionou de frente para ele e encaixou a cabecona daquela pirocona preta na entrada da ppk dela e foi deslizando para baixo, até ficar só aquele sacão de reprodutor de fora. Nina começa a cavalgar forte, enquanto se beijam na boca, o tesão tomou conta de mim, Nina cavalgando, gemendo e gozando e seu Antonio mamando e mordiscando os peitinhos dela. Nina gozou muito, e parou, seu Antonio levantou com ela engatada nele, e de pé, segurando as pernas dela e ela apoiada no pescoco dele, começou a foder ela novamente, ficaram assim uns 10 minutos, ele fodendo com força, ela sentindo aquela rola tocando em seu útero e gemendo de prazer, seu Antonio a levou para a nossa cama e a colocou de quatro, dessa vez subiu na cama e posicionou pir cima dela, metendo forte mais uns 20 minutos, até os dois gozarem e ele mais uma vez encher a buceta dela de porra, eu tinha entrado dentro de casa e consegui ver, quando ele saiu de cima dela, Nina ainda foi chupar o Pau dele pra deixar limpinho e brilhando. Nesse momento, sai de casa e fui para a beira do corrego, bati uma punheta e gozei demais. Quando voltei, seu Antonio ja tinha ido embora, e fiz como no dia anterior. Fodi Nina, depous arrumamos nossas cousas e voltamos para a Cidade. E assim as coisas foram acontecendo, nos finais de semana seu Antonio fodia ela de dia, e eu a noite, ela feliz, tinha dois machos, seu Antonio fodendo uma novinha e eu feliz por ser corno. Até que um dia tivemos uma reviravolta para melhor.
Peço desculpas por ter ficado longo o relato inicial (outros relatos virão), não tinha como so chegar e contar que o caseiro comeu a Nina, e peço desculpas por algum erro de digitação e até o próximo relato.