- Que saudade minha princesinha... Continua cada vez mais linda.
- Você também continua muito bonito, pai!
Fomos a um restaurante e conversamos bastante: ele contando um pouco sobre sua vida nos Estados Unidos e eu lhe contando um pouco também da minha vida: namoro, alegrias, decepções e sobre a faculdade onde tranquei a matrícula depois de apenas um ano. Sem querer ser muito direta, esperei ele me perguntar por qual motivo de ter parado com os meus estudos. Sem muita empolgação, mas fazendo uma cara de decepcionada contei sobre o valor da mensalidade que tinha ficado muito cara pra mim... Mas que estava tentando arrumar um emprego pra ver se conseguia voltar no ano seguinte. Meu coração bateu mais forte quando ouvi.
- Eu posso te ajudar!...
- Me ajudar pai, como?...
- Eu pago a faculdade pra você!...
- Seria maravilhoso pai... Mas você já paga a pensão pra mãe.
Quase voei no seu pescoço quando ele disse que independente do dinheiro que ele dava pra minha mãe, ele poderia me ajudar financeiramente no que eu precisasse.
Como ele estava de férias, passou a me pegar constantemente em casa pra almoçarmos ou jantarmos juntos. Em um passeio no shopping me fez comprar algumas coisas pra mim: vestidos, calças, calcinhas, sutiã e até sapatos (dois pares). Eu que não gostava de badalação, por ele ter me pedido, o acompanhei em um aniversário de um dos diretores da firma onde ele trabalhava... A festa foi em um clube chiquérrimo e ele me deu pra ocasião um belíssimo vestido e um dia de salão de beleza. Não me considerava nenhuma diva da beleza, mas ao ver-me diante do espelho me achei a mais linda e a mais gostosa das mulheres naquele vestido tubinho azul que moldava todo meu corpo... Rsrsrsrs. Dancei muito com meu pai e até com alguns dos seus amigos (todos velhos)... Mas o gostoso mesmo era dançar com meu pai que me apertava nos seus braços e deslizava sua mão delicadamente pelas minhas costas desnuda pela abertura do vestido. Foi a primeira vez que fui dormir no apartamento do meu pai. Chegamos duas horas da madrugada e ele me deu uma toalha pra tomar um banho e uma das suas camisas social pra vestir já que eu não tinha outra roupa além do vestido da festa. Sabendo que ia dormir na sua cama e ele no sofá, achei que poderia ficar sem a calcinha (suja) e entrando debaixo da coberta ele nem ia perceber. Acordei mais de 10 horas da manhã com meu pai me sacudindo pelo ombro. Demorei um pouquinho pra me sintonizar e também pra perceber que a camisa que eu usava como pijama estava toda enrolada na minha barriga e que eu estava praticamente nua com meu pai sentado na cama do meu lado. Puxei rapidamente o lençol.
- Meu Deus pai... Você estava me vendo, é?
- Qual o problema Clarice?
- Estou sem calcinha.
- Ué... E o mundo acabou por causa disso?
- Tô envergonhada.
Ele reclinando pra me dar um beijo.
- Na minha frente você pode ficar do jeito que quiser, sem ficar com a cara tão vermelha... Kakakakaka.
Me chamou pra tomar um café que ele tinha preparado, e quando lhe disse que ia colocar o vestido.
- Fica assim mesmo... Prometo que não vou ficar reparando.
Depois de fazer um xixi, fui pra cozinha e aos poucos fui ficando mais a vontade na frente do meu pai, sem me preocupar com a camisa que usava e que mal cobria minha xoxota. Depois de lancharmos fiz questão de lavar as vasilhas, e enquanto eu ficava na pia ele continuou sentado logo atrás de mim. Sabia que meus movimentos fazia a camisa subir mostrando praticamente a metade da minha bunda... Mas eu já estava gostando de me expor daquele jeito pro meu pai. E logo no sábado seguinte, fomos novamente pro shopping e acabamos entrando no cinema na sessão das 20:00 horas. Passando das 22:00 horas ele me chamou pra dormir novamente no seu apartamento. Ao dizer que novamente não ia ter roupas pra dormir, ele rindo.
- A gente da um jeito, não quer?
Acabei indo, e ao invés de usar uma roupa dele pra dormir achei melhor ficar só de colam que eu estava usando. E numa audácia sem limite, disse ao meu pai que ele poderia dormir comigo na cama, sem problema. Ele só de short de pijama, deitou no meu lado e ficamos assistindo um pouco de TV. Quando ele me puxou, me abraçando e fazendo com que eu colocasse minha cabeça sobre seu peito, meu olhar ficou fixo no seu short que foi tomando volume. Enquanto ele acariciava meu braço, desci a mão e fiquei alisando sua barriga vendo o tecido do seu short ficar se mexendo como se algo vivo estivesse por baixo. Sem imaginar qual ia ser sua reação, deslizei minha mão até entrar por dentro do seu short e logo achar se pau duro. Eu sentindo seu pau pulsando na minha mão, ele segurou meu rosto e foi me beijando na boca.
- Você sabe o que vai acontecer? – me perguntou.
- Sei!...
- Não tem medo?
- Não!...
E num impulso incontrolável, eu mesma fui tirando seu short deixando aquele lindo cacete ficar ali de pé esperando pelos meus carinhos. Voltei a segurar seu pau e sem um pingo de pudor comecei a dar beijos e a lamber. Quando comecei a chupar mesmo, ele gemeu muito e me puxando pra cima, ficando atrás do meu corpo foi procurando minha buceta até colocar seu pau e ir me penetrando. Foi como se eu estivesse transando pela primeira vez... Fui sentindo um prazer tão grande sentindo meu pai entrando em mim, que bastou ele dar algumas socadas pra eu ter um delicioso orgasmo. O que eu não esperava, era ter sexo por mais de meia hora, com meu pai me penetrando em várias posições me fazendo ter outros orgasmos (três no mínimo) antes de tirar e gozar muito sobre minhas nádegas. A partir desse dia passei a dormir constantemente com meu pai e aos poucos fui me transformando em uma puta bastante sem vergonha: chupava a pica do meu pai até ele encher minha boca de porra, esfregar minha buceta na sua boca pra ele me chupar, e adorava ficar de quatro pra ele enfiar na minha bunda... Adorava sentir gozando dentro de mim. Quando voltei pra faculdade, a pedido do meu pai fui morar definitivamente com ele.