Há dois anos estava estudando para um concurso público e fui ficando mais dentro de casa me concentrando. Eu tenho um casal de vizinhos, Carlos e Teresa são quase irmãos para mim, e eles têm dois filhos lindos, João Pedro de 11 anos, e Leonardo 06 anos. No final do ano passei no tal concurso e fizemos uma confraternização pequena para comemorar, no apto deles. Conversa vai conversa vem, falei que não iria viajar, pois estava sem dinheiro para visitar meus familiares no interior, e que ficaria em casa. Eles então me disseram que João Pedro estava indo para as provas finais e para a recuperação, e achavam que ele iria repetir. Me prontifiquei a ajudá-los, dando um reforço escolar a João, já que as matérias ainda estava tudo tão fresco na minha cabeça. Eles adoraram a ideia. Uma semana depois ela viajou com Leonardo para visitar os parentes, e João e seu pai ficaram na cidade. Carlos saia cedo para levá-lo à escola, e retornava à noite, e eu passaria as tardes com João. João com seus 11 anos era muito simpático, sorridente, um pouco carente afetivo, com uma inocência que nem vejo mais por aí, acreditava em tudo que falassem, todo magrinho, espichado na altura, com os cabelos encaracolados pretos.
Acertamos tudo: Eles me deram uma chave extra do apto. e uma ajuda de custo, que para mim estava ótimo. Eu esperava na sala da casa deles João chegar da escola, me abraçar, tomar banho, almoçar, para depois iniciar nossos estudos. Eu já estava um bom tempo sem transar com ninguém, e nesse dia, eu reparei em João, sem querer, saindo do banho. Ele passou de relance do banheiro pro quarto com a toalha solta cobrindo na frente, e sua bundinha lisa toda descoberta com marquinha de sunga, bem redondinha, branquela, ainda molhada, já foi suficiente para meu pau endurecer no short que estava usando. Passei a tarde toda dando aula e olhando seus contornos: sem pelos debaixo do sovaco, nem no peito, uns dedos grandes, mas uns braços finos, coxas finas e um detalhe, ele toda hora pega no pau, aperta como se quisesse mijar, ou tampa com um livro, ou com a mão. Porque meninos na idade dele adora segurar o pau na maior inocência?
No outro dia, eu inventei uma desculpa que precisava ajudá-lo para adiantar os estudos. João chegou e eu fui conversando com ele até o quarto, e pedi para tirar a farda porque iria estendê-la no varal. Ele ficou meio tímido, mas tirou o short e aí percebi que ele colocava o pinto para baixo, e como a cueca era apertada, ou de cor preta as vezes, não dava muitos detalhes, mas parecia que já estava amadurecendo algo ali. Passei uns dias com essa desculpa, e seguindo ele pra tirar sua roupa, e ele foi ganhando mais confiança em mim. Um dia, ele super animado falando comigo foi baixando o short junto com a cueca e eu sentado na sua frente, na cama, vi surgir uma bela pica imensa, pesada, mole, inclinada para direita, com fimose, sem pentelhos, que eu fiquei mudo sem graça, ele nem percebeu, eu não sabia se olhava para cima ou pro volumão ali em baixo. Ele tirou e foi direto pro banheiro, e eu com meu pau duro engolindo seco, a imagem dele. Como é que pode?? Fiquei obcecado em querer tocar.
Nossa, que pau grande para um menino! Passei uma hora me concentrando para não fazer besteira, e ele conversava, falava, sorria, me abraçava e mexia no pau apertando de leve. Ai, não aguentando mais, mandei ele resolver umas equações, e levemente fui tocando na sua coxa e explicando o assunto, e subindo a mão, ele concentrado fazendo, e eu explicando, aí percebi que seu pau estava ficando duro involuntariamente preso na cueca fazendo um caminho pro cu, parecia um capo de fusca de tão inchado que ficou. Eu esbarrava ligeiramente e tirava a mão, e ele nem dava bola pra isso não aparentava ainda nenhuma vergonha, eu pousei a mão na lateral do mastro, e fiquei fazendo carinho na virilha dele, ele começou a rir dizendo que fazia cócegas... Eu derrubei a caneta no colo dele, e ele rapidamente, pôs a mão para pegar, e percebeu que o pau estava duro, me olhou com um rosto sério, sem graça, mas não dizia nada, eu com a maior cara de pau, falei “Desculpe derrubei, deixa que eu pego”; e meti a mão por cima da dele, e ele encolheu na cadeira. “O que foi menino? Vou só pegar a caneta…”; E toquei de leve em cima do pau, e era grosso de comprimento. Ele ficou sem graça, e tampou com o caderno. Eu fingindo normalidade “Parece que o bicho aí acordou, Tá com vergonha?; Ele ficou mudo… “Normal menino, seu pai não te contou sobre isso?” Ele só disse que não com a cabeça…; “É normal a torneirinha ficar dura, quando estamos crescendo, vamos terminar a lição?” Ele calado aos poucos foi voltando a se sentar na cadeira, se ajeitando, e devolvendo o caderno para a mesa, e me devolveu a caneta. Como já estava tarde, preferi não tocar mais no pau dele, e nem no assunto porque Carlos podia chegar.
No outro dia, assim que João chegou ele ficou um pouco calado do que de costume, e eu fingindo estar tudo bem. Fomos pro quarto tirar a roupa, e ele com cuidado só tirou o short, e foi se dirigindo pro banheiro… Então pensei rápido, e falei "João, posso te fazer umas perguntas?” Ele ficou com cara de assustado, e eu lancei logo “Porque você coloca seu pinto para baixo? É porque fica mais confortável para você? Foi seu pai quem ensinou?”; Ele não sabia por onde falar e ficou meio procurando palavras… “Como seu orientador, tenho obrigação de te ensinar algumas coisas de educação pessoal!” João todo cabisbaixo sentou do meu lado. Eu com uma voz séria, como se ele tivesse feito algo de errado, perguntei “João, Carlos já conversou com você sobre seu pinto? Fale a verdade!”; “Não…”; E Com seus colegas?”; "Também não… Eu tenho vergonha…”; “Vergonha de que?”; “Dele…” apontando pro pau, e continuou “O pinto dos meus colegas, não é tão grande, e aí eles ficam me perturbando com apelidos chatos… ai fico com vergonha, porque eles falam alto pra sala toda ouvir, e comecei a colocar pra baixo para esconder… “; Fiquei com pena, ele realmente era muito infantil, inocente. “Você falou isso pra um professor?”; “Não…”; “Certo, Você só está crescendo, e os pintos dos seus colegas também vão crescer, e vocês nem vão mais se lembrar disso… E tem mais, dessa maneira que você coloca pode machucá-lo. Deite aqui… Posso examiná-lo, para ter certeza que está tudo bem?”; Ele afirmou com a cabeça, e escondeu o rosto com os braços.
Fui tirando sua cueca, e lá estava aquela pica grossa descomunal, só para mim, acreditem tinha 17cm de um pau adulto, para um menino de 11 anos... Descolei ela dos ovos que também eram enormes, e com uma mão massageei eles e com a outra fiquei tocando o pau. Em segundos, o pau estava duro, reto, cheio de veias, e fui batendo uma punheta de leve, e João suspirando. Aumentei o ritmo, e dava uma cuspida para facilitar, e João nada dizia. Sem perder tempo, comecei a colocar a cabeça do pau na boca, e sugava, molhava, descia a mão até a base e subia, ele só se contorcendo e não olhava pra mim, comecei a descer com a língua da cabeça até os saco, e suas pernas se contraem e eu imaginei que ele iria gozar… Aumentei o ritmo da punheta, e ele se estremeceu todo, e o gozo voou por cima dele, melando a cama, seu rosto, seu peito, barriga e minhas mãos. Eu na hora já pus na boca, e provei o néctar. Muito delicioso o gozo de menino novo!!
João, ficou deitado todo melado sem saber o que aconteceu e perguntou “ Fiz xixi?”, Ri. Aí peguei a toalha e o limpei… “Isso é gozo. É leite de homem, pode experimentar, é seu, com isso você vai crescer mais robusto…” peguei um pouco que saia da cabeça do pau dele, e dei para ele experimentar, João fez cara de nojo, mas quando pôs na boca, até que gostou… “Vou te ajudar sempre, meu menino, você vai ficar fortinho, e vá tomar logo seu banho, pra começar os estudos!” João feliz, levantou com a toalha na mão e correu pro banheiro!
Desculpem se ficou longo, mas quis trazer esse momento inicial, para dizer que é muito complicado às vezes iniciar algo sem perder o juízo, e ou a confiança dos meninos… Me digam como foi para vocês? Na próxima, conto como ficamos mais íntimos, e como fiz com o Carlos.
Reforço Escolar 01 - O início
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