A minha primeira vez aconteceu no interior de SC quando eu tinha 17 anos. Meu pai na época criava cães da raça Weimaraner, e um costume bastante comum era cruzar a fêmea com um cachorro de raça que fosse um bom exemplar para tirar uma cria de descendentes para comercialização. Em uma dessas ocasiões uma das cadelas entrou no cio e meu pai pediu emprestado de um amigo um dog macho para cruzar com a cadela. O engraçado dessa experiência, é que, quando o dog chegou pra fazer o serviço, tudo foi acompanhado com plateia, ou seja, os donos, amigos e compradores assistiam junto. Um dia voltando da escola, ganhei uma carona do vizinho até em casa, eu cursava o ensino médio na época. Quando descemos do carro, e nos aproximando do muro, nos deparamos com o dog tentando meter na cadela. O casal de cães ficavam soltos no quintal e eu já os tinha visto engatados antes, mas dessa vez foi diferente, o meu vizinho estava vendo tudo e comentando:
–Ele vai atolar, ainda não acertou, agora vai, agora atola.
O dog montado na cadela continuou o movimento rápido até encaixar as estocadas e acabar com os dois grudados.
Não deu outra, fiquei com aquilo na cabeça e durante a noite, no mesmo dia, quando todos já tinham ido dormir, chamei a cadela para a garagem e acendi uma lanterna. Ela estava com a buceta muito inchada, e não parava quieta, me lambia e me empurrava com o traseiro e meu pau já estava muito duro.
Na garagem tinha um sofá, e como ela era de porte grande coloquei ela em cima pra ficar numa altura boa. Comecei tocando na buceta dela, abrindo com os dedos, e sem pensar muito, talvez pelo efeito da adrenalina, quis sentir o gosto daquele buraquinho. Passei minha língua na entradinha e, fiquei maluco, meu pau já estava babando de tesão. Eu só pensava no que o vizinho tinha falado, eu queria saber como era atolar. Comecei a lamber aquela buceta macia, abria e metia a língua bem fundo. Comecei também a revezar a chupada na buceta com dedadas bem lubrificadas do líquido que saia de dentro daquela buceta canina, provavelmente porra do dog misturado com o melzinho dela.
Tirei a bermuda e a cueca, e em pé mesmo comecei a pincelar meu pau na buceta. Eu já estava quase gozando.
Posicionei a cabeça do meu pau, e fui forçando aos poucos (meu pau é cabeçudo, 17 cm ) com calma consegui passar a cabeça inteira do meu pau na bucetinha quente dela. Depois de alguns minutos colocando só a cabeça, tirando e me concentrando pra não gozar, vi que sua bucetinha já tava acostumada e ia alargando na entrada, foi quando me curvei e puxei ela mais pra perto um pouco e atolei inteiro dentro dela. Senti a buceta contrair e apertar meu pau, não consegui bombar muito forte, e fiquei parado, se eu me mexesse o gozo seria inevitável. Dei umas três estocadas e agarrei com a duas mãos bem firme na cintura, gozei dentro dela já quase perdendo o equilíbrio. Quando puxei o meu pau que ainda tava meia bomba escorreu porra e o líquido do orgasmo dela. Foi inesquecível, repetimos mais algumas vezes, mas isso fica pra outro relato.
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Relato da minha primeira experiência com uma cadela no cio
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