Relatos do capetinha

Por: caio-omega-1 24/07/2026 2 leituras
Capa do conto

..as vezes ele se afastava e o liquido pré gozo fazia aquele fio entre a cabeça do meu pau e a boquinha dele, ele passava a língua pra ir engolindo..

Essa história não é um conto erótico e sim um relato erótico, faz tempo que aconteceu, mas foi uma ocasião tão marcante que lembro até os mínimos detalhes e as falas, eu tinha na época por volta de 25 anos de idade e o menino tinha 12 anos de idade, nossos corpos são normais, eu moreno claro, meio gordinho, pênis de 16 cm e um pouco grosso, o menino tinha uma altura proporcional a idade, meio musculoso, olho verde e branquelo do tipo periferia, moleque levado e safado, pintinho grosso com 10 cm de comprimento e prepúcio cobrindo a cabeça volumosa.

Não sou homossexual ou abusador de menores, hoje provavelmente não me deixaria levar por essa situação, vamos lá.

Eu estava deitado no sofá da minha casa quando esse pestinha chegou, não havia ninguém em casa, minha mulher e filho de 9 anos haviam saído, o capetinha já habituado e com liberdade em minha casa já foi entrando, batendo a porta e chamando o Pedrinho, meu filho, anunciei da sala que ele não estava, já na esperança que o capeta fosse embora e não enchesse tanto o saco, me enganei, ele correu pra sala ao ouvir a minha voz e parou do meu lado, eu até pensei em dar uma resposta brusca mas o coitado quase não tinha amigos e não tinha pai, acredito que passava necessidades também, ergui a mão com um punho fechado e disse:

-Toca aí moleque.

O Pedrinho sorriu socando a minha mão e perguntou:
-Cadê o Pedrinho tio?

Respondi:

-Não sei cara, acordei e eles haviam saído, tá com fome?

A cara dele não precisava de resposta, mandei ele senta e fiz um lanche e um leite achocolatado e levei pra sala, ele sentou ao meu lado no sofá de três lugares, eu olhando ele comer com vontade e ele me olhava as vezes e sorria, o safado seria um comedor de bucetas daqueles, um sorriso dele e as calcinhas estariam no chão, ele acabou de comer e encostou as costas no sofá olhando pra mim, olhei pra ele quase perguntando o que ele queria com aquela cara de interrogação e ele mandou:
-Tio você tem autocontrole?

Não entendi na hora, que porra de pergunta seria essa de um moleque daquele tamanho, eu estava respondendo “acho que s...” quando ele do nada, rápido, MUITO RAPIDO, mete a mão por dentro do meu short e segura o meu pinto, olhei pra ele surpreso e ele olhando pra mim com cara de safado, o moleque tinha uma mão quente, a mão dele meio que subia e descia enquanto apertava o meu pau, caras, não tenho desejo algum por moleques, deixei essa fase de troca-troca quando era moleque, mas o meu pau começou a subir na hora, olhei pra ele envergonhado e ele tirou a mão sorrindo vencedor, altivo e safado ele disse:

-Não tem não tio.

Pensei na hora, que filho da puta, me fodeu, mas vou foder com ele também, vamos ver se ele também não vai ficar de pau duro se alguém manipular o pau dele, olhei pra ele bem sacana e disse:

-E você seu safado infanto-juvenil (ele riu com essa expressão) tem autocontrole?

Ele na hora arqueou a sobrancelha e eu meti a mão por dentro da calça de moletom dele, ele estava sem cueca e aquele pintinho mole encheu a minha mão, o pintinho era o pequeno normal da idade, grossinho e cabeçudo, tinha um monte de prepúcio, apertei o pauzinho dele com a mão fechada e com o polegar e o indicador apertava a glandezinha dele, o sacana me cruza os braços atrás da cabeça e se esparrama mais ainda no sofá, que pilantrinha, estava curtindo a punheta, mas o pau dele não endureceu tão rápido quanto o meu, ele olhou pra mim sorrindo vencedor e movimentou as sobrancelhas pra cima como quem diz “tenho mais controle do que você tiozão.
Há não, pensei, que filho da puta, esse pintinho vai fica duro nem que eu tenha que apelar, com a outra mão livre eu puxei a parte de cima da calça pra baixo e aquele pintinho meia bamba ficou exposto, olhando no olho dele eu fui descendo, a cara dele já era de surpresa, lentamente dei uma lambida na cabecinha do pau dele ainda coberta pelo prepúcio, foi como se um interruptor fosse ligado, o pauzinho dele pulsou e ficou duro demais, dessa vez foi eu que sorri vencedor arqueando as sobrancelhas rapidamente, ele ficou vermelho de vergonha e tesão, tirei a mão do pinto dele, que pintinho lindinho, um saco gordo que delineava as duas bolinhas e aquele pau de pé, sorri e disse:

-Se fode também, você também não tem autocontrole.

Ele estava de braços cruzados com cara de bravo, a pele dele vermelha, olhou para mim e disse:

-Há não, não valeu, eu só segurei, isso que você fez foi apelação.

Sorri pra quebrar o gelo, foi ai que o filho da puta me surpreendeu, foi rápido, segurou o meu pinto por cima do short e prendeu a cabeça do meu pau na boca dele, mesmo pelo tecido fino eu sentia o calor e o molhado da saliva dele, que pilantrinha, meu pinto começou a ficar duro mas eu tentei controlar a ereção pensando em coisas nem um pouco excitantes, olhei pra ele com cara de vencedor e ele se empertigou fazendo o inesperado, abaixou a parte da frente do meu short e colocou a cabeça do meu pau na boca dele, puta merda, a boquinha dele era quentinha, sentia a linguinha dele explorando a textura do meu pau, sua boca não ia muito longe mas conseguia receber a minha cabeça com um pouco de desconforto, ele mamava igual uma criança mama o peito da mamãe, sua saliva ia escorrendo junto com o liquido que saia do meu pau, ele estava curtindo, fazia carinho com uma mão no meu saco e com a outra fazia carinho na minha barriga, o moleque era quente, um putinho.

Comecei a retribuir o carinho, chamando ele de meu garoto, fazia carinho no pintinho dele e dava beijos na cabeça dele, linguava a orelhinha dele, sentia aquele gosto de azedo mas nem liguei, o moleque suava, meu pau estava explodindo de tesão, a boquinha dele subia na cabeça do meu pau, ele devia ter alguma experiência com moleques, mas ele explorava o meu pau, nunca deve ter tido alguma experiência com homem adulto, as vezes ele parava de mama e olhava pra mim sorrindo, eu sorria de volta fazendo carinho no queixo dele e ele olhava de novo para o meu pau, apertava a cabeça com a mãozinha pra abrir a saída da uretra, passava a língua ali, as vezes ele se afastava e o liquido pré gozo fazia aquele fio entre a cabeça do meu pau e a boquinha dele, ele passava a língua pra ir engolindo todo o fio até chegar com a boca de volta na minha pica, pensei, caralho, que moleque puto, quando eu estava quase gozando comecei a movimentar o pau pra gozar na boca dele, repentinamente ele se afastou e sorriu pra mim, passando o antebraço na boca, eu literalmente fiquei de pau na mão, o putinho olhou pra mim vencedor, triunfante, se levantou e com dois movimentos tirou a camiseta e o shortinho, seu pintinho duro em ponto de bala, pensei, o que será que esse demoninho quer agora, vi ele se afastar e me olhando de costas ajoelhar no sofá de dois lugares, enquanto eu punhetava o meu pau lentamente ele deitou de quatro no sofá, colocou a cabeça no braço do sofá e fez o impensável, colocou uma mãozinha em cada nádega e abriu, seu cuzinho era fechado e rosadinho, rosa de verdade, totalmente exposto, piscava, eu via pela posição do moleque as bolinhas e o pintinho duro apontando pra frente, debaixo daquele cuzinho, ele olhou pra mim com o cuzinho totalmente a minha disposição e disse:

-Quer me comer tio, se você quiser eu deixo.

Puta que o pariu...

CONTINUA!

OS: Beijo na sua bunda John.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

Escreva o seu conto

🔥 Os mais lidos da comunidade