O tempo, esse implacável inimigo, foi passando e atingimos a maturidade. Não adianta querer dourar a pílula e usar eufemismo. A verdade é que ficamos velhos demais para esse tipo de curtição. Bem... pelo menos eu com meus 62 anos. A Liza, coroa também, tem “só” 54 anos. Mas está gordinha, fora de forma, enfim, festinhas pareciam ser coisa do passado e eu já tinha perdido a esperança de ser corno novamente.
Mas o mundo dá volta e a vida nos revela algumas surpresas inimagináveis. Vamos aos fatos.
A Liza não dirige e depende de mim para tudo que envolva locomoção. Ou melhor, dependia! Depois que inventaram o tal do UBER a vida ficou bem mais fácil. Quando não posso levá-la, ela chama um UBER e resolve.
Numa dessas chamadas, ela foi transportada por um motorista UBER de nome Amaury, um mulato de 53 anos, bem apessoado e, sobretudo, muito simpático.
O cara passou um cartão com seu número de contato. Da próxima vez que a Liza precisou de carro, em vez de acionar o aplicativo UBER, ligou para o Amaury.
À noite, quando cheguei, ela narrou o fato. Disse que tinha conhecido o cara e chamara diretamente pelo contato e que tinha rolado um papo meio sedutor, mas sem nada de concreto.
Óbvio que tudo se acendeu em mim e dei o maior incentivo. Ela disse que iria seguir em frente, para ver o que aconteceria. Fato é que, naquela mesma noite, a vi se depilando, dando um trato no cabelo, enfim, fazendo todo o ritual do acasalamento.
No dia seguinte, quando estava em meu trabalho, à tarde, por volta das 16:30 horas, ela ligou, mandando-me ir para casa imediatamente. Não fiz pergunta alguma e fui correndo para casa, com a cabeça a mil.
Cheguei antes dela. Tomei um banho e fiquei a esperá-la. Passados uns 45 minutos, eis que ela chega. Abracei-a e já senti o cheiro de suor e sexo. Perguntei como tinha sido e ela me arrastou para o quarto antes de começar a falar.
No quarto, ela mandou-me tirar a roupa, despiu-se e deitou-se na cama, dizendo:
- Dá uma conferida na minha xoxota e aproveita para limpá-la.
Ao abaixar-me, deparei-me com uma xana vermelha, inchadinha e cheirando a porra. Caí de boca e senti o gosto do esperma de outro macho. Daí ela foi narrando, dizendo que ele veio pegá-la em casa, saíram e o papo começou a rolar solto, até porque o principal sinal verde já tinha sido dado, quando minha esposa sentou-se no banco da frente, do carona. Ela disse que, na medida em que o papo ficava mais quente, ele começou a passar a mão nas pernas dela, não encontrando nenhuma objeção. A mão boba continuou subindo, até tocar a buceta dela a essa altura já bem molhadinha, ao que ele falou:
- Acho que ela está querendo algo dentro dela...
Minha esposa fez que sim com a cabeça, já que a voz se encontrava embargada pelo tesão. Ela mesma sugeriu que fossem a um motel. Foram e treparam de tudo o que é jeito. Segundo ela, ele é um bom comedor e tem uma pica bem saborosa, de bom tamanho.
Enquanto narrava, minha esposa rebolava na minha cara e eu suguei o que pude, o que não foi muito, mas estava saboroso. Como é bom sentir esse gosto e essa sensação.
Ela disse que vai começar a sondar a possibilidade de me incluir na jogada. Vamos ver se ele topa. Também disse que, na próxima, vão trepar na minha cama.
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