Nunca em toda a minha vida encontrei uma sintonia tal, total, de paixão e amor. Eu via o Rodrigo duas a três vezes por semana (menos nas férias ou por raros imprevistos), aprendi a conhecer o seu corpo da cabeça aos pés. Como era bom o corpo dele, a pele, tudo, tudo. Faziamos quase tudo, beijava-mos, acariciávamo-nos, chupavamo-nos, lambíamo-nos, pouco faltava. A idade, ou diferença dela, nunca contou. Confidentes, amigos, amantes..., ele casado com 39 anos, eu jovem estudante com 19 anos. De inicio, eu era muito inexperiente, não apreciava chupar, mas fazia-o. O Rodrigo chupava de forma única, lambia de forma única, ele realmente era único.
Com o tempo passei a adorar sentir aquele corpo do Rodrigo, aquela boca, aqueles lábios, aquela língua, foi bom, único. Continua