ROSA FLOR 2 - Capítulo 39 – NOS DESPEDINDO DO TIO II

Por: marcos-214 • 19/07/2026 • 30059 leituras
Capa do conto

Aquele último fim de semana, no qual teríamos a companhia do tio antes de ele viajar pra reatar o relacionamento com a tia Carmem, prometia ser muito movimentado, pois todos queriam aproveitar ao máximo. Na sexta-feira houve muita sacanagem no final da noite e o tio comeu repetidas vezes a bunda da minha esposa até deixá-la dolorida no rabinho. No sábado acordamos com o tesão renovado, o tio e a Rosinha deram uma bela trepada matinal e depois eu e ela gozamos juntos fazendo um delicioso 69. Depois do café da manhã, eu e o tio fomos ao centro da cidade resolver as últimas pendência antes da viagem. Para o almoço, fizemos uma comida gostosa, simples e saborosa e passamos toda a tarde conversando amenidades, recebendo orientações dele a respeito dos cuidados com as casas, a dele e também a vizinha, pertencente aos meus pais adotivos, que continuariam fora do país por mais algum tempo. O tio nos contou da ansiedade e da alegria de rever a tia Carmem, sua esposa da qual estava separado há tempos. Ele nos disse que a viagem seria bem mais longa que o inicialmente planejado, pois havia conseguido autorização no seu emprego pra ficar fora do país por pelo menos seis meses fazendo cursos de especialização. A Rosinha, devido ao calor, vestia apenas um camisão comprido sem sutiã ou calcinha e não era raro vermos, pela lateral da camisa sem mangas, os seus peitos firmes e mamilos salientes. Da cintura pra baixo bastava ficar atento aos movimentos dela pra ver sua bunda e xotinha desprotegidas de calcinha. E ela, mesmo sabendo estar vulnerável aos nossos olhares curiosos, nada fazia pra evitar, aliás, parecia se divertir quando flagrava eu ou o tio apreciando seus tesouros. Como de costume, eu e o tio vestíamos shorts esportivos sem forro e meio transparentes. No caso dele via-se nitidamente o balançar da pica grande e solta debaixo do tecido, o que, ao final da tarde, foi objeto de comentário safado da Rosinha:

Rosinha (sorrindo pra mim por saber estar me provocando) – Tio, todo esse seu volume solto debaixo do short, se esfregando no tecido, não incomoda o seu amigão?

Carvalho (rindo da provocação) – Oh, Rosinha, a esfregação no tecido faz com que o meu amigão se mantenha sempre atento para uma possível amiguinha que pode estar por perto!

Rosinha (provocando) – E como é que o seu amigão sente a presença de uma amiguinha!

Carvalho (sorrindo pra mim, provocando minha mulher) – Pelo cheiro, minha flor, o meu amigão sente e persegue o cheiro de uma perseguida de longe!

Rosinha (rindo) – Sério, tio? E como é o cheiro de uma perseguida?

Carvalho – Bem, após o banho, uma perseguida não tem cheiro nenhum, além de sabonete. Eu prefiro com aroma natural, com aquele cheirinho característico antes do banho. (sorrindo pra minha mulher) – É difícil descrever como é o cheiro de uma perseguida, pois ele é único e não consigo comparar com nada conhecido. Penso que o cheiro de uma rachinha vai se formando lentamente após o banho, é um misto de suor, de xixi e das secreções úmidas naturais que vão se misturando por horas até formar o cheiro tão raro e que só vocês, mulheres, tem entre as coxas.

Rosinha (rindo) – Tio, além destes ingredientes que você falou, que formam o cheiro da perseguida, não devemos esquecer do melzinho do tesão, digo isso porque quando fico sozinha em casa, entre um trabalho e outro, sempre arranjo um tempinho pra aliviar o estresse, me excitar, e minha xaninha se molha várias vezes durante a tarde.

Carvalho (sorrindo pra nós) – Aliás, pra mim, e creio que para o Fernando também, o cheiro raro e especial dessa região tão íntima das mulheres nem deveria ser chamado de cheiro, pois é tão bom que eu prefiro chamar de perfume!

Rosinha (sorrindo) – Você gosta do cheiro de buceta, né, tio? Você é muito safado, e o Fer também, ele adora me cheirar no meio das pernas e ultimamente tá aprendendo a lavar a minha xota com a língua. (sorrindo pra mim sabendo que me provocava) – E eu tô adorando, claro, se ele continuar assim, nem vou mais precisar ir ao banheiro pra escorrer o creminho depois que alguém gozar em mim!

Carvalho (olhando pra mim) – Não se envergonhe, Fernando, sua mulher tá te provocando. Eu também já limpei muito a xota da Carmem, adorava quando ela sentava na minha cara e me dava a racha pra limpar!

Rosinha (com movimentos provocantes, se sentando no tampo da mesa, levantando a roupa, abrindo as pernas em frente ao tio e exibindo seu entre coxas, oferecendo a buceta como uma puta vadia) – Tire o short, tio, e vem cheirar minha bucetinha; neste horário ela deve estar com o perfume que você e o Fer tanto gostam!

Vendo a Rosinha tirar o camisão, se exibindo nuazinha, me acomodei na cadeira próxima. O tio Carvalho rapidamente se livrou do short exibindo o pau mole, porém grande, crescendo por ver a safadeza da minha mulher oferecendo sua racha pra ser cheirada. Ele se acomodou na cadeira em frente às pernas abertas, ou melhor arreganhadas da minha esposa e abaixou o rosto rumo à rachinha que tanto desejava.

Rosinha (com voz de tarada) – Só pode cheirar, tio, não quero que você me toque ainda! E quero que fique em pé pra eu ver seu pau endurecendo pra mim!

Minha esposa naquele momento, com as pernas abertas, sabia exatamente o poder que sua buceta exercia sobre nós; era ela quem dava as ordens! Em pé, com o corpo inclinado, o tio começou a cheirar a racha da minha mulher e pudemos ver o pinto dele engrossando e se levantando rápido até se posicionar na posição horizontal, totalmente duro e pronto pra se enfiar em algum buraquinho da minha esposa.

Rosinha (provocando) – Tá bom o cheiro da minha xota melada, tio?

Carvalho (olhando pra Rosinha) – Oh, minha linda o cheiro da sua perseguida me deixou de pau duro. (se erguendo e batendo o pau com força no montinho de Vênus da minha esposa) – Veja como ele tá durão pra você! Agora eu quero lamber sua rachinha, se o cheiro tá bom, o sabor vai tá melhor ainda!

Rosinha (rindo e fingindo reclamar) – Aiii, tio, cê tá batendo com muita força esse seu pintão pesado na minha xaninha, dói! (sorrindo, se sentindo poderosa e autorizando o tio a lamber sua racha) – Tá bom, tio, se você quer tanto sentir o gostinho da minha xota, sente aí na cadeira e pode cair de boca que ela é toda sua neste fim de semana!

Carvalho (sentando e colando seus lábios nos lábios da buceta da minha mulher) – Ohhh, que gostinho bom, além do cheiro delicioso, tá muito saborosa e melada!

Rosinha (arreganhando as pernas, puxando e pressionando a cabeça do tio contra sua buceta) – Lambe, tio, lambe bem fundo, recolhe o meladinho da minha xota, lave ela com a língua, deixe bem limpinha que depois vou querer o seu pauzão dentro dela!

Percebi que a Rosinha estava muito tesuda, adorando o banho de língua que ganhava do tio Carvalho em sua buceta. Vi a pele dela se arrepiar e seu corpo estremecer, pois o tio caprichava nas lambidas e chupadas naquela racha; ele lambia toda a xota, puxava a pele pros lados, lambia os grandes e pequenos lábios e, principalmente, a fenda entre eles. Ele esticava a língua ao máximo e certamente teria lambido o umbigo dela, pelo lado de dentro, se pudesse enfiar a língua até lá. Além de lamber, ele chupava, sugava recolhendo o mel daquela fruta deliciosa que há temos eu dividia com ele, mas que naquele final de semana, o tio teria a preferência pra usar e abusar dela.

Rosinha (se contorcendo, esfregando a buceta na cara do tio ao mesmo tempo em que puxava a cabeça dele de encontro ao seu sexo) – Ai, tio, que língua gostosa! Me lambe bem fundo, chupa minha buceta com força que ainda tem um restinho da porra que você esguichou hoje cedo aí dentro. (se arrepiando) – Ai, vou gozar, ai que delícia, lambe, enfia fundo sua língua na minha buceta, aiiiii, vou gozaaar!

Assistindo aquela cena linda da minha amada gozando na boca do tio, tive que soltar meu pau, pois o tesão era tal que quase gozei antes da hora. Lentamente o tio descolou sua boca da portinha do paraíso da Rosinha, deu-lhe uns beijinhos carinhosos na rachinha e se levantou. Ao sorrir pra mim, vi seu rosto todo molhado do caldo de buceta da minha mulher. Ela se deitou ofegante sobre a mesa, ainda se contorcia com os últimos espasmos do gozo e lentamente foi relaxando. Cansada, deixou que suas pernas pendessem dobradas e abertas exibindo a xotinha linda. Naquele fim de semana, o último no qual teríamos a companhia do tio Carvalho, o meu espírito de corno estava elevadíssimo e então, sem qualquer vergonha, fui até minha esposa, segurei-lhe os calcanhares e levantei suas pernas até colocá-la em posição de frango, ou melhor, de galinha assada e incentivei o tio:

Eu (encostando os joelhos dela nos peitos exibindo seus tesouros entre as coxas) – Você ainda não gozou, tio, vem meter um pouco na Rosinha e sentir o quanto a buceta dela tá quentinha e molhadinha, aproveite bastante dela neste fim de semana.

Rosinha (apesar de toda mole depois do gozo, ainda teve força pra me repreender) – Feeerrr, que maridinho mais corninho você é, tá me oferecendo descaradamente pro tio me comer, né, safado! (se apoiando nos cotovelos, tentando fechar as pernas pra dificultar a metida do tio, porém sem sucesso, pois eu as mantive abertas) – Se você quiser ser corno e me dar pro tio, vai ter que segurar o pau dele e pôr na minha xota!

Carvalho (sorrindo da safadeza da Rosinha e cutucando com o pau o entre coxas dela nas laterais da buceta fingindo não encontrar o caminho da felicidade) – É, Fernando, sua mulher tá mesmo a fim de te fazer de corno! Aproveite porque isso é muito bom!

Eu, sem qualquer vergonha, agarrei o cacetão do tio pela base e apontei pra entradinha da buceta da minha amada. Foi algo bem rápido, mas suficiente pra eu sentir outra vez que meus dedos não se fechavam ao redor daquele cacete duro.

Carvalho (cheio de tesão, metendo a estrovenga na racha da Rosinha e agasalhando seu pau no buraquinho quente) – Ohhh, delícia de buceta, quente e molhadinha!

Rosinha (puxando minha cabeça e me beijando de língua) – Amo muito você, meu corninho, você é o maridinho corno mais gostoso do mundo!

Os dois tarados começaram a se foder de forma selvagem, o tio metendo o pau até o fundo e empurrando o útero dela e depois tirando até sobrar só a cabeça na portinha da racha, enfiando e puxando. Minha putinha, toda arreganhada, gemia com os joelhos próximos dos peitos, rebolando e esfregando a xota no púbis do tio. Achei que gozariam naquela posição, mas a Rosinha teve uma ideia:

Rosinha (interrompendo os movimentos, sorrindo pro tio) – Tio, quero mudar a posição, deite-se de costas aqui na mesa que vou sentar no seu pau!

Segundos depois a Rosinha, em pé sobre a mesa, foi se agachando, de costas pro tio, até encaixar a cabeça da pica na portinha da buceta e, em seguida, deixando seu corpo cair fazendo com que sua buceta engolisse toda a pica.

Rosinha (sorrindo safada pra mim, se apoiando com as mãos ao lado do peito do tio e arreganhando as pernas exibindo a sua buceta gulosa cheia de pau) – Ai, Fer, o pau do tio é muito gostoso, veja como ele enche minha buceta, tô sentindo ela toda esticada! (dando uma reboladinha pra frente e pra trás) – Vem, amor, vem lamber minha bucetinha cheia de pau, vem sentir o cheiro e o sabor de foda!

Eu (sentando na cadeira em frente a eles, me ajeitando, aproximando meu rosto daquele teatro de safadezas onde a buceta da minha esposa comia com gula todo o pauzão do tio Carvalho, encarando ela) – Seu grelinho tá enorme, tá duro e fora da casinha, muito lindo!

Rosinha (gemendo ao sentir o toque da minha língua no seu grelinho) – Ufffff, meu grelinho tá duro de tesão, muito tesão de sentir minha buceta cheia de pau de outro macho e meu maridinho corno lambendo tudo. (puxando minha cabeça pro meio das suas coxas e pressionando meu rosto naquele local molhado e com cheiro de foda) – Lambe tudo, meu corninho, lambe minha buceta e o pau do tio, veja como tá cremoso aí embaixo, lamba e engula todo o nosso creminho de foda!

Caros leitores, vocês devem estar me achando muiiito corno, não é? Se é isso que estão pensando, eu concordo com vocês, eu nunca havia me sentido tão corno em toda a minha vida. Eu fazia aquilo sem qualquer vergonha, eu queria aproveitar ao máximo as delícias daquele momento. Apreciei mais uma vez aquela cena da buceta gulosa da minha esposa comendo o pauzão do tio Carvalho e cai de boca. Sentindo o cheiro inebriante daquela foda, estiquei minha língua e lambi o creme formado por aqueles dois sexos que se comiam com tara. Lambi tudo, os lábios da buceta esticados pros lados e também o pouco que sobrava de pau pra fora da racha. Subia e descia a língua recolhendo o creme daquela trepada e, ao perceber que a Rosinha estava próxima de gozar outra vez, dei maior atenção ao grelinho duro e fora da casinha. Aquele pequenino membro feminino nunca estivera tão grande, duro e saliente; colei meus lábios naquele encontro de sexos, buceta e pau, e suguei com carinho o grelinho que eu sentia pulsar entre meus lábios. Achei que a Rosinha gozaria primeiro que o tio, mas não foi assim:

Carvalho (metendo de baixo pra cima, atolando fundo o pau na minha mulher) – Vou gozar, aiii, que foda gostosa, vou esporrar, tá vindo, aiiiii, tô esporandooo!

Meu tesão era tamanho que continuei lambendo a buceta gulosa da minha mulher sem me importar que o tio estava despejando dentro dela toda a sua carga de esperma. Quando os espasmos do tio começaram a diminuir, a Rosinha se sentou de forma a ver o que acontecia entre suas pernas e, ao me ver lambendo sua buceta, o pau do tio e a porra que ia saindo de dentro dela, não mais resistiu:

Rosinha (gozando outra vez, puxando e pressionando minha cabeça contra aquele encontro de sexos) – Isso, meu corninho, lambe tudo, lambe minha buceta cheia da porra do tio, veja quanto creminho tá saindo de dentro dela, isso, lambe tudo! (se arrepiando e se estremecendo ao ser atingida pelos primeiros espasmos do gozo) - Aiiiii, meu corninho, vou gozar, que delícia de chupada na buceta, nunca senti sua boca tão gostosa assim, ai, vou gozaaaaaar!

Sabendo que a xota da Rosinha fica sensível após o gozo, esperei que os espasmos do prazer diminuíssem e lentamente fui parando de lamber e passando a beijar carinhosamente aquela racha aberta e ainda cheia de pau.

Carvalho (delicadamente empurrando a Rosinha, desfazendo o engate entre eles) – Puta que pariu, tô mole! Preciso descansar, que gozada gostosa!

O tio se afastou de nós e, cambaleante, foi até uma poltrona existente no canto da varanda e sentou, relaxou e pareceu dormir.

Rosinha (falando preguiçosa) – Amor, quero sentir você metendo e gozando em mim também, mas antes quero que você limpe minha xota com a boca!

Apesar de achar que seria muita cornoagem da minha parte lamber aquela xota gozada pelo tio na presença dele, decidi agradar minha mulher, afinal seria o último fim de semana que teríamos a companhia dele. Dei uma olhada rápido pra onde ele estava e o vendo de olhos fechados, cai de boca e fui lambendo com delicadeza aquela racha inchada, molhada de fluídos de foda e vazando porra. Ao invés de engolir, decidi recolher o creme na boca e dividir com a minha putinha.

Eu (beijando a Rosinha, abrindo minha boca e deixando escorrer o creme do tio pra dentro da boca dela) – Tome porra do tio, minha putinha!

Rosinha (sorrindo com olhar de apaixonada) – Te amo muito, meu corninho! (me empurrando delicadamente após me beijar) – Vai lá na minha xota, lambe e chupe ela gozada do pau de outro macho, pega mais porra do tio e vem dividir comigo!

E assim repeti o ato tesudo de lamber, sugar, guardar na boca e beijar a Rosinha até não haver mais caldo de foda vazando pelo túnel da buceta inchada. Meu tesão era grande, eu também queria meter e gozar naquela buceta que minutos atrás agasalhava o cacetão do tio Carvalho. Minha posição era boa e, em pé no chão, me ajeitei em frente à Rosinha, segurei suas pernas arreganhadas na posição de galinha assada e soquei com tara o meu cacete pra dentro do túnel macio, ou melhor, folgado, aberto, arrombado, mas muito delicioso e tesudo. Comecei a meter num ritmo cadenciado olhando meu pau entrando e saindo naquelas carnes rosadas, quentes e molhadas e logo vi mais porra saindo junto com meu pau. Tirei meu cacete daquela buceta deixando o buraco aberto, me abaixei e caí de boca recolhendo o restante de porra que ainda vazava e fui beijar minha esposa.

Rosinha (beijando e sugando minha boca denunciando sua tara por aquela safadeza) – Ai, que delícia de corninho, eu tenho! Agora que você começou a gostar de limpar minha buceta da porra de outro macho, eu te amo ainda mais!

Meu tesão aumentava, voltamos a meter e não demorou muito pra gozarmos:

Rosinha (suspirando, curtindo o orgasmo que atingia seu corpo) – Aiiiii, vou gozar no cacete do meu maridinho corno, ai, que delícia gozar com o meu amorzinho!

Eu (metendo forte) – Goze, putinha, goze no meu pau que vou encher sua buceta de porra quentinha, tome, tome porra, vagabunda!

Rosinha (relaxando após os espasmos do gozo) – Ai, que coisa boa, sou a mulher mais feliz do mundo, tenho dois machos pra me comer e me encher de porra quentinha!

Após o êxtase do prazer maior, tirei o pau de dentro da Rosinha e me acomodei numa cadeira próxima pra descansar, mas minha esposa parecia ainda ter alguma safadeza a fazer. Ela desceu da mesa sorrindo safada pra mim e foi em direção ao tio Carvalho. Ele, que parecia adormecido na poltrona, abriu os olhos quando percebeu a Rosinha subindo no assento. Inicialmente ela ficou em pé com a xota sobre a cabeça dele e depois, flexionando os joelhos, posicionou a xota próxima do rosto dele.

Rosinha (sorrindo um sorriso safado pra mim ao sentir o toque da língua do tio na sua fenda melada) – Tome, tio, uma frutinha com bastante caldo pra você matar a sede!

Para minha surpresa, não percebi nenhum gesto de repulsa do tio Carvalho, pelo contrário, agarrou as nádegas da Rosinha e a puxou pra si enfiando a cara entre as coxas dela e lambendo a buceta recém gozada por mim. O tio mais uma vez me surpreendeu com a sua total ausência de preconceitos e nojos, colou seus lábios nos lábios da minha mulher e lambeu a xota até deixá-la limpinha satisfazendo a tara dela. Após algum descanso, o tio na poltrona, eu na cadeira e a Rosinha, que havia voltado a se deitar na mesa de refeições, percebemos que a noite caia. Apesar de ainda amolecidos pelos prazeres do sexo, acendemos as luzes, esquentamos o jantar e, após saciarmos nossos estômagos e limparmos tudo por ali, fomos pro banco do jardim tomar a última cerveja da noite. Batemos um papo gostoso, sem safadezas, pois estávamos muito satisfeitos de sexo. Ao final, tomamos banho na ducha e fomos cada qual pra sua casa dormir e descansar da maratona sexual iniciada na sexta-feira.

Rosinha (na cama, me abraçando por trás) – Amor, desde sexta-feira você tá muito corninho e eu tô adorando isso! O que eu mais gosto, é quando você limpa minha xaninha depois que outro macho gozou em mim! (pegando no meu pinto mole e provocando) – Corninho que é corninho de verdade, dá a esposa pra outro comer e depois limpa com a boca a bucetinha dela! (se aconchegando) – Agora você é um corninho completo!

Eu (imaginando que talvez a Rosinha estivesse querendo mais sexo, cortei logo o assunto por absoluta falta de forças pra encarar uma buceta, por mais gostosa que fosse) – Durma, minha putinha, durma que eu não aguento mais meter e gozar hoje!

Dormimos pelados, abraçados, satisfeitos e felizes!

Na manhã seguinte, domingo, acordei cedo, com o pinto muito duro e uma vontade enorme de mijar. Enquanto eu me aliviava sentado no vaso empurrando o pau pra baixo, lembrei que aquele dia que se iniciava seria o último pra aproveitar a companhia do tio Carvalho. Voltei pra cama e a Rosinha, também com a bexiga cheia, foi pro banheiro se aliviar. Ao retornar pra cama, ela pegou o celular e digitou algo. Apesar de curioso, nada perguntei, mas ela mesma, ao se deitar, me abraçou e falou:

Rosinha (agarrando meu pinto mole e falando com cara de safada) – Amor, passei um zap pro tio Carvalho dizendo que levantei pra fazer xixi e voltarei a dormir, mas se ele quiser, poderá vir aqui no nosso quarto pra me acordar. Tudo bem pra você?

Eu (sonolento) – Rosinha, você nem acordou ainda e já tá pensando em sexo, quer dar pro tio logo cedo? E quer que ele venha te comer aqui na nossa cama?

Rosinha (me abraçando) – Amor, você já é um corninho completo, não fará mal algum eu trepar com outro macho aqui na nossa cama, acho que isso vai te dar muito tesão!

Eu (com sono e preguiçoso) – Você é muito putinha! (me aconchegando a ela) – Vou continuar dormindo!

Adormeci novamente e acordei minutos depois quando a Rosinha entrava no quarto, provavelmente voltando da sala. Ainda sonolento, porém curioso, fingi dormir. Ela subiu na cama e veio montando em mim em posição de 69. Tentei continuar fingindo, mas ao sentir o suave perfume do entre coxas da minha amada, não resisti e me entreguei às delícias que aquela racha quente iria me proporcionar. Começamos a nos lamber e chupar, eu na xota e ela no meu pinto mole que logo ficou durão.

Rosinha (desmontando meu rosto e me beijando) – Amor, inverta sua posição, vire sua cabeça pros pés da cama e seus pés pra cabeceira.

Eu não entendi o motivo daquela mudança, mas nada perguntei, simplesmente obedeci, como sempre faço, pois me dá prazer agradar a minha esposa putinha. Deitado como ela queria, continuei por baixo me deliciando com a boca quente agasalhando meu cacete duro e enfiei minha língua, lambendo e sugando aquela fenda úmida que soltava seu sumo do tesão em quantidade suficiente pra matar minha sede. Uma delícia! Minutos depois, ainda com a cabeça entre as coxas da minha mulher, pensei ter ouvido barulho na porta da sala, que nunca trancamos. O meu prazer era enorme e continuei lambendo aquela fruta deliciosa. Ouvi passos vindo em direção ao quarto e, imaginando ser o tio Carvalho que vinha até nós, continuei lambendo o sexo quente o molhado da minha mulher:

Carvalho (aparecendo na porta do quarto e nos vendo naquele delicioso 69) - Bom dia, Rosinha e Fernando! Desculpe invadir a casa, eu não queria atrapalhar vocês, mas vim porque fui convidado logo cedo pela Rosinha que me disse pra eu vir acordá-la!

Rosinha (tirando meu pau da boca) – Tio, você demorou pra vir me despertar e nós já estamos acordados, um pouco ocupados, mas pode entrar!

Sabendo que a minha esposa putinha, tendo acordado com fogo entre as pernas, havia armado aquela situação, relaxei e continuei lambendo aquela xota deliciosa. Olhei pra trás e vi o tio Carvalho na porta do quarto assistindo o nosso 69. Naquela posição ele via a Rosinha por trás, seu cuzinho piscante e a bucetinha que eu lambia apaixonadamente. Nos assistindo, iniciou carícias no seu o pau por sobre a toalha amarrada na cintura, mas logo se desnudou e iniciou uma massagem lenta na picona que crescia e engrossava. Eu continuava lambendo a fenda melada e, vez ou outra, olhava pro tio que aumentou o ritmo da massagem e começou uma punheta. Quando a pica endureceu, ele foi pra frente da minha mulher e deu o pau pra que ela chupasse junto com o meu.

Carvalho (oferecendo a pica pra minha mulher) – Chupe o meu pau também, linda!

Rosinha (elogiando) – Uau, tio, seu pinto já tá durão, que pauzão delícia!

Senti a Rosinha juntando o meu pinto com o do tio, apertando e tentando abocanhar os dois juntos, mas sem sucesso. Era muito volume pra que ela conseguisse agasalhar tudo na boca! Tesuda, minha esposa passou a revezar sua boca nos nossos pintos, chupava um pouco um, depois o outro até que fez um pedido que me deixou um pouco apreensivo:

Rosinha (pressionando a xota no meu rosto como se tivesse receio de que eu tentasse tirar minha cabeça do seu entre coxas ou fugir dalí) – Tio, me come, quero que você me pegue por trás e enfie esse seu cacetão gostoso na minha xaninha.

Carvalho (vindo por trás dela balançando o cacetão duro) – Com prazer, minha flor!

Não tive nenhuma reação além de continuar lambendo a fenda molhada e recolhendo os sucos do tesão que matavam minha sede. O tio subiu na cama, se ajoelhou atrás da bunda da minha mulher e, sem qualquer inibição por eu estar lambendo a xota dela, apontou o cacetão no buraquinho onde eu lambia e começou a enfiar aquele poste que entrava centímetro por centímetro parecendo não ter fim.

Rosinha (gemendo) – Ufffff, que delícia ter dois machos pra me comer e me fazer feliz!

Ao sentir o saco do tio se esfregando na minha testa nos movimentos de vai e vem que fazia com o pau na minha esposa, tentei me afastar um pouco dando mais atenção ao grelinho duro, mas não obtive sucesso. Caros leitores, certamente vocês estão pensando no tamanho da minha cornoagem, e eu também pensei o mesmo, mas me conformei com aquela situação, afinal, não era a primeira vez que o tio metia na Rosinha enquanto eu e ela fazíamos 69, ou seja, não era a primeira vez que eu sentia na testa o saco do tio e, na língua, o picão deslizando pra frente e pra trás entrando e saindo na xota da minha mulher. Comecei a curtir aquela situação, agarrei os peitos da Rosinha beliscando de leve os mamilos, do jeito que ela gosta, e caprichei nas lambidas e chupadas no grelinho duro fora da casinha. Sem me importar com o pau e o saco do tio ralando minha testa e nariz, dei o prazer que a Rosinha merecia tentando fazer com que aquele domingo, o último com o tio Carvalho, fosse o melhor possível.

Rosinha (esfregando na minha cara, com energia, parte da buceta que não estava ocupada com o cacetão do tio) – Ai, tá muito bom ter uma pica e uma língua na minha buceta, vou gozar, ai, que tesão, vou gozar, vou... tô gozandooooo!

Eu e o tio fomos diminuindo o ritmo dos carinhos que fazíamos na minha esposa. Ele manteve o pau dentro dela, porém sem meter, e eu passei a dar beijinhos naqueles lábios vaginais esticados pros lados devido ao enorme volume que os separava. Pensei que daríamos um tempo pra que ela descansasse antes de continuarmos, mas o tio preferiu poupar suas energias:

Carvalho (tirando lentamente o pau de dentro da Rosinha deixando que ele tocasse minha testa ao sair totalmente da toquinha e se deitando ao nosso lado) – Ufa! Melhor eu parar e guardar energias, ou não terei o suficiente pro dia todo!

Continuei em baixo da minha amada apreciando a belíssima paisagem que uma mulher naquela posição pode oferecer. Que delícia ter minha fêmea sobre mim, em posição de 69, as coxas abertas e, entre elas, a racha linda de lábios carnudos mostrando entre eles a portinha da felicidade e, acima, o cuzinho apertadinho que vez ou outra se contraia e piscava! Que cena linda! Após descansarmos por alguns minutos, o tio foi tomar uma ducha no quintal enquanto eu e a Rosinha preparamos o café da manhã para todos.

Rosinha (enquanto comíamos nosso café matinal) – Fer e tio Carvalho, neste domingo, último dia em que estaremos todos reunidos, eu gostaria que fosse especial e pensei que seria gostoso se praticássemos naturismo durante todo o dia. (sorrindo safada e nos olhando) – Que tal não vestir roupa nenhuma e passarmos o dia pelados?

Eu (curioso) – Rosinha, cê tá propondo ficarmos pelados enquanto cozinhamos, comemos, limpamos?

Rosinha (sorrindo) – Siiim, não vejo problema algum, aliás, tenho certeza de que será muito gostoso sentir o corpo livre de roupas e, além disso, dará mais tesão e poderemos nos provocar e brincar a todo momento; vai ser muito bom!

Carvalho (se levantando, soltando a toalha enrolada na sua cintura, fazendo movimentos de meter e balançando desavergonhadamente o pintão mole pra cima e pra baixo fazendo ele bater na barriga) – Eu topo!

Rosinha (próxima ao tio, rindo, esticando o braço e agarrando o pintão dele, puxando a pele e pondo a cabeça pra fora) – Tio, você é muito sem vergonha, ficou feliz ao saber que vai passar o dia exibindo pra mim esse seu pintão de cavalo, né!

Carvalho (sorrindo) - Fiquei feliz porque sei que você vai adorar passar o dia entre dois homens pelados e, tanto eu quanto o Fernando, queremos ver você feliz!

Eu (sorrindo da safadeza da minha esposa) – Siiim, queremos ver você sempre feliz!

Rosinha (se curvando e beijando a cabeça do pinto do tio que crescia) – Já estou feliz, tio! (vindo até mim me beijando a boca) – Fer, você é o melhor maridinho do mundo!

Após terminarmos nosso café da manhã, limpamos a mesa e lavamos as louças. O tio continuou pelado, eu e a Rosinha também tiramos a pouca roupa que tínhamos cobrindo nossos corpos, ela o vestidinho curto, e eu o short esportivo sem forro.

Eu guardava a comida que sobrou e a Rosinha levava louças na pia pro tio lavar, todos nós pelados. Naquele momento não havia nenhuma safadeza entre nós até que a minha esposa se encaixou forçadamente entre o tio e a pia dizendo que precisava lavar as mãos. Imaginem, leitores, a Rosinha peladinha prensada entre a pia e o tio, peladão! Com os movimentos que ela fazia pra lavar as mãos, acabava esfregando a bunda no pinto mole que começou a crescer. O tio, continuando a encoxar minha esposa, apenas sorriu pra mim e seu olhar parecia dizer: “Sua esposa é muito safada, eu não tenho culpa do que tá acontecendo!”. Logo minha mulher saiu da cozinha sorrindo safada ao ver o tio de pau meio duro. Terminada a limpeza, cada qual foi trabalhar em outros lugares, limpando, guardando, organizando, tanto na nossa casinha, quanto na casa do tio, pois ele queria deixar tudo limpo antes de viajar. Horas depois, trabalhando pelados, estávamos suados, mas terminamos de organizar tudo.

Rosinha (feliz) – Que tal irmos todos tomar banho na ducha do quintal pra tirar o suor antes de começarmos a fazer o almoço? (sorrindo safada) – Proponho dar banho em vocês e deixá-los bem limpinhos, que tal?

Pegamos sabonete, bucha e toalhas e seguimos, eu e o tio logo atrás da Rosinha que, sabendo que apreciávamos sua bunda, exibia seu rebolado sexy rumo à ducha. Iniciamos um banho a três, a Rosinha entre eu e o tio, ora ela lavava um, ora se virava e lavava o outro. Eu e ele íamos lavando a minha mulher, ora a parte da frente, ora a de trás e não demorou pra nossos pintos ficarem duros ao sermos acariciados e lavados pelas mãos habilidosas da minha esposa assanhada. A Rosinha se curvou e pegou meu pinto pra lavá-lo e, assim, arrebitou a bunda em direção ao tio que, safado, aproveitou pra lavar seu traseiro, a xaninha e também o cuzinho.

Rosinha (lavando meu pau e sorrindo pra mim) – Fer, enquanto eu lavo seu pinto, o tio safado tá lavando e enfiando o dedo na minha xaninha! Você não se incomoda de outro macho mexer na xotinha da sua esposa?

Eu (sorrindo) – Não me incomodo porque sei que você é muito safada e tá gostando do dedo dele na sua bucetinha!

Rosinha (sorrindo) – Mas, amor, agora o tio tá abusando de mim, ele tá enfiando o dedo também no meu cuzinho! Você vai deixar?

Eu (fingindo reclamar, fazendo com que a Rosinha se erguesse) – Acho melhor eu lavar você, Rosinha, vire-se e ajude o tio a lavar o pau, deixe que eu lavo os seus tesouros!

E assim fizemos, a Rosinha curvou-se apontando a bunda pra mim e, inclinada pro tio, começou a lavar o pau dele que estava tão duro quanto o meu. Aproveitei a oportunidade e a posição em que ela estava e também lavei os seus buraquinhos, enfiei o dedo na xaninha e, com espuma de sabonete, lavei o cuzinho por dentro. Que buraquinho apertado tem a minha amada!

Rosinha (se virando pra trás) – Amor, lave bem lavadinho o meu furinho, pois nunca se sabe quando ele receberá um carinho de uma língua safada, né! (se virando pro tio e me provocando) – Oh, tio, seu pau é muito grande, é necessário muito sabonete pra lavar isso tudo!

Eu (castigando a Rosinha pela provocação, enfiando fundo o dedo no rabinho dela) – Safada!

Rosinha (sorrindo pra mim e rebolando o belo rabo) – Tarado!

Minutos depois, excitados, terminamos nosso banho, nos enxugamos e fomos preparar nossa refeição, sempre simples, porém saborosa.

Durante os preparativos do almoço aconteceram algumas provocações, passadas de mão, esfregação de corpos, toques em partes íntimas; todos nós fingindo que não era proposital, mas muitas vezes as brincadeiras faziam nossos pintos pulsarem e crescerem. Minha mulher é mestre em provocar! Pelados e sentados sobre toalhas, almoçamos, conversamos muito, o tio nos contou que iria se encontrar com o irmão Júlio e a cunhada Júlia e iriam todos morar na mesma casa junto com a tia Carmem. Ele dizia que sentia muita falta da esposa, não apenas do sexo gostoso que faziam, mas também do amor e carinho que sentiam um pelo outro, e admitiu que sonhava com a primeira transa entre eles após a reconciliação.

Rosinha (provocando) – Tio, você ainda se lembra do cheirinho íntimo da tia Carmem, aquele cheirinho de xota que te enfeitiçou quando vocês começaram a namorar?

Carvalho (rindo) – Claro que, sim! O cheirinho da minha Carmem é tão especial e inconfundível que, quando estávamos juntos, eu sempre dizia a ela que se eu estivesse de olhos vendados entre muitas mulheres nuas e tivesse que encontrá-la cheirando as várias xotas, eu a descobriria entre todas somente pelo perfume íntimo!

Rosinha (rindo) – Tio, se eu tivesse intimidade com a tia Carmem, iria mandar uma mensagem pra ela dizendo pra não se lavar por algumas horas antes de você chegar!

Carvalho (rindo) – Não precisa sugerir nada, ela certamente fará isso, pois sabe que vai me deixar taradão com o cheirinho natural da xotinha gostosa!

Todos rimos. Buscamos mais cervejas na geladeira e continuamos nosso papo:

Eu (curioso) – Tio, você acha que as safadezas, ou melhor, as trocas de casais entre você e a tia Carmem e os meus pais irão continuar quando vocês se reencontrarem?

Carvalho (exibindo uma expressão de dúvida) – Não pensei nisso ainda, mas tenho certeza de que a sua mãe Júlia e a Carmem estão com saudades de uma troca de casais e até mesmo de uma safadeza a quatro, todos juntos na mesma cama. Eu e o meu irmão Júlio também sempre gostamos de uma putaria, emprestar nossas esposas pra outro comer e depois pegá-las usadas. Atualmente quem deve estar passando bem e comendo muito é o Júlio, pois além da esposa tem que apagar o fogo da minha Carmem, aquela mulher não fica sem pica por mais de três dias (risos)!

Rosinha (curiosa) – Você gosta de ser corno, tio?

Carvalho (sorrindo safado) –Me dá muito tesão ser corno e confesso que estou sentindo falta de pegar a minha Carmem depois dela dar pra outro, fantasio muito em transar com ela toda suada, com cheiro de outro macho e melada de porra. (olhando pra mim) – E isso vai acontecer com você também, Fernando, pois hoje você divide a sua amada Rosinha comigo, mas garanto que quando vocês ficarem somente os dois, você sentirá falta de pegar a sua esposinha usadinha, suada e recheada de porra de outro macho. Resumindo, meu querido sobrinho, o prazer da cornoagem é tão marcante que, uma vez sentido, nunca mais é esquecido!

Rosinha (rindo safada pra nós, me provocando) – Tomara, tio, espero que logo que você viajar, o meu amorzinho Fer sinta vontade de ser corninho outra vez e me deixe dar pra outros machos. Mas, tio, eu também fantasio muito em ser corna, sinto uma vontade imensa de ver o meu maridinho beijando, chupando os peitos, cheirando e lambendo outra bucetinha e, claro, metendo bem gostoso numa outra putinha diferente de mim. (rindo e continuando a provocação) – No dia em que eu ver o Fer comendo outra putinha, acho que vou gozar só de olhar!

Carvalho (sorrindo) – Você é muito safada, Rosinha! Acho que você é muito mulher pra um homem só! (olhando pra mim) – Fernando, vá pensando na possibilidade de fazerem amizades com outras pessoas liberais, mas que sejam honestas, sinceras e responsáveis, pois assim poderão curtir uma putaria gostosa de vez em quando! Variar é bom, experimentar outros cheiros e sabores é uma delícia, e digo que é bom tanto pro homem quanto pra mulher. Se nós homens gostamos de sentir um corpo feminino diferente, beijar outra boca, chupar outros peitos, meter numa xotinha ou bundinha diferente, o mesmo acontece com as mulheres, elas também têm desejos de sentir outro macho, outra pica pra chupar e comer. Não se reprimam, vocês gostam muito de sexo e penso que fazer amizades, viver novas experiências será muito bom!

Eu (tentando mudar o assunto, pois não estava gostando muito do incentivo que o tio dava pra minha mulher) – Iremos sentir muito sua falta quando você viajar, tio, mas creio que vamos nos acostumar a viver e transar somente eu e a Rosinha, afinal, éramos só nós dois antes de morarmos com você. Mas, se o desejo e o tesão forem grandes, pensaremos em conhecer outras pessoas!

Eram quatro horas da tarde e ainda faltava um bom tempo pro jantar. A preguiça gostosa que se sente após o almoço havia passado e estávamos todos despertos, cheios de energia. O tio deu mais algumas instruções relativas aos cuidados com as casas dele e do meu pai, nos passou o endereço onde iria morar com a tia Carmem e o irmão Júlio e a esposa Júlia e, por fim, relembramos o que ele deveria levar nas malas, que estavam praticamente prontas. Essa conversa criou um clima de despedida e, antes que a tristeza caísse sobre nós, a Rosinha animou o ambiente:

Rosinha – Tio, que tal você pegar mais cervejas pra nós?

Estranhei o pedido da Rosinha, pois normalmente sou eu ou ela quem pega cervejas na geladeira. Desconfiei que ela estivesse armando uma arte e não demorou muito pra eu ter certeza disso. Aproveitando que o tio estava de costas pra nós, ela rapidamente se levantou e, de frente pra mim, apoiou um dos pés na cadeira, abriu as pernas exibindo a xaninha linda e enfiou o dedo no tunelzinho do paraíso sorrindo sapeca. Depois de enfiar o dedo algumas vezes, foi até o tio Carvalho:

Rosinha (abraçando o tio por trás, agarrando o pinto mole com uma das mãos e levando a outra, aquela do dedinho melado de melzinho de xota, em direção ao rosto dele) – Tio, sei que você tem bom paladar, quero que experimente o tempero desta comidinha que vou lhe oferecer daqui a pouco. (primeiramente deslizando suavemente no nariz dele o dedo que havia enfiado na xota e em seguida enfiando na boca) – O que você acha, tio, o cheiro e o sabor estão atraentes?

Considerando que a Rosinha havia se banhado no final da manhã, portanto há algumas horas, certamente o cheiro e o gosto característicos de xota estavam bem presentes entre suas pernas. O tio, após cheirar e chupar o dedo da minha mulher, respondeu:

Carvalho (sorrindo safado pra mim) – Rosinha, esse perfume e esse sabor são inconfundíveis, afirmo que a comidinha que você dará pra mim será muitíssimo apreciada, pois só de sentir o cheiro e o sabor, o meu “apetite” está crescendo!

Rosinha (rindo e massageando o pau do tio que começava a crescer em sua mão) – Quer comer agora, tio?

A partir daí, com o tesão crescendo, os dois safados esqueceram as frases de duplo sentido e escancararam desavergonhadamente a conversa:

Carvalho (virando-se pra minha mulher, cheirando e beijando o dedinho que ela havia melado com caldinho de xota) – Eu vou adorar enfiar minha cara no meio das suas pernas e sentir o cheiro e o sabor da sua frutinha!

Rosinha (sorrindo safada) – Podemos começar com você chupando a minha frutinha, tio, mas vou querer muito mais que cheiradas e lambidas. (entortando o pau do tio pra baixo, se pondo na ponta dos pés, abrindo as pernas e encaixando a pica entre as coxas) – Onde você prefere me comer, tio, no seu quarto ou na cama em que durmo com o meu maridinho?

Carvalho (percebendo a safadeza da Rosinha e olhando pra mim e rindo) – Essa pergunta eu acho melhor o Fernando responder!

Fiquei mudo por alguns segundos e a Rosinha, aproveitando minha indecisão, se agachou em frente ao tio, agarrou pela base a piroca grossa e abocanhou tudo que conseguia ao mesmo tempo em que pegava o saco pelas bolas e massageava com tesão.

Eu (sentindo meu pau duro e imaginando que, sendo o último dia de putarias com o tio, teríamos que aproveitar ao máximo) – Quero que seja no nosso quarto, tio, na cama onde durmo com a minha esposa putinha que tá doidinha pra me fazer de corno!

Rosinha (tirando da boca o pau do tio, vindo até mim e me beijando de língua) – Que delícia, Fer, vou trepar com outro macho na cama em que durmo com você, obaaaaa! (me abraçando) – Amo muito você, meu corninho!

Saímos da varanda e seguimos rumo ao meu quarto, onde durmo com minha esposa. Ele e a Rosinha iam na frente e eu atrás, apreciando minha putinha pelas costas admirando seu belíssimo rabo. Ela, cheia de tesão e doidinha pra meter, caminhava ao lado dele agarrando a pica que tanto desejava ter dentro do seu corpo. Ao chegarmos no quarto a Rosinha, com jeito de tarada, empurrou o tio mandando que ele se deitasse de costas na cama e montou ele em posição de 69.

Rosinha (sentando na cara do tio e esfregando a buceta na sua boca) – Cheire minha buceta, tio, cheire e chupe que você vai adorar, ela tá bem cheirosa e molhada, do jeito que você gosta! (agarrando o cacetão do tio, puxando a pele, botando a cabeça pra fora e cheirando a cabeça ruidosamente) – Ufff, ufff, ufffff, puta que pariu, esse cheiro de pica me deixa tarada demais! (abocanhando, enfiando na boca a cabeça inchada e brilhante e mamando como uma atriz pornô) – Delícia de caralho!

Minha Rosinha sempre foi uma excelente chupadora de pica e essa sua habilidade me conquistou logo no início do nosso namoro, quando ela chupou meu pau pela primeira vez, no mesmo dia em que nos conhecemos. Antes de mim ela já havia chupado vários outros cacetes e certamente foi com os antigos namorados que ela aprendeu a arte de chupar uma pica. Ela nunca escondeu isso de mim e confesso que me dava tesão quando ela me contava das transas com os ex namorados. Ali no nosso quarto assisti ela chupando a picona grossa dele por algum tempo, mas logo fui também apreciar o tio lambendo a buceta dela. Ele lambia toda a região, as laterais internas das coxas, os grandes lábios da racha molhada, enfiava a língua na portinha do paraíso e, de vez em quando, dava umas linguadas no cuzinho deixando o buraquinho bem molhado de saliva. Quando o tio viu que eu observava o que ele fazia na minha mulher, resolveu me provocar e aumentar o tesão que eu sentia. Sorrindo pra mim, ele pressionou o dedo no centro das pregas anais e lentamente foi enfiando no buraquinho apertado que se abriu pra agasalhar o invasor.

Rosinha (tirando o pau da boca, gemendo e provocando) – Aiii, tio, safado, hoje eu tô com muito tesão no cu, se você continuar enfiando o dedo no meu buraquinho, vou sentir vontade de dar ele pra você!

O tio, com a cabeça entre as coxas da minha mulher, sorriu pra mim, deu mais uma linguada no rabo dela e enfiou todo o dedo no buraquinho apertado. Por algum tempo continuaram se chupando até que a Rosinha interrompeu a safadeza:

Rosinha (saindo de cima do tio) – Putz, tio, esse seu dedo no meu rabo tá me enlouquecendo, vamos mudar de posição, pois não quero gozar ainda. (empurrando as pernas dele pra cima) – Fique de frango assado que eu vou comer você!

Eu continuava sem entender, pois naquela posição de frango assado a Rosinha, em ocasiões passadas, havia comido minha bunda com consolos algumas vezes, mas naquele momento não havia nenhum brinquedo por perto e, então, aguardei os acontecimentos. O tio Carvalho, como sempre fazia, obedeceu, talvez até sem saber quais eram as intenções da Rosinha, e puxou os joelhos pra junto do seu peito. Ele era bem tranquilo quanto ao sexo, tanto ou mais que a Rosinha e atendeu ao pedido dela, pois sabia que logo receberia algo muito prazeroso. Caros leitores, surpreso eu vi minha esposa ajoelhada na cama, se movimentando e aproximando sua xota do pau, pegou e entortou o pinto dele pra frente até conseguir encaixá-lo na racha da buceta e baixar o quadril comendo o piroca numa posição que eu e ela ainda não havíamos feito. Nos vídeos, aquela posição era chamada de amazon position. Vou tentar descrever, mas seria melhor que aqueles que ainda não conhecem, que busquem na internet. Imaginem o tio Carvalho deitado de costas, em posição de frango assado e com a bunda bem aberta exibindo o cu. Minha Rosinha em frente a ele, joelhos apoiados no colchão, pernas abertas e encostando a xota na região do pau, puxando e entortando o cacete dele pra frente e enfiando na sua buceta. Resumindo, é a mesma posição que nós, homens, adoramos pegar nossas mulheres, ou seja, forçamos seus joelhos até encostar nos peitos, abrimos suas pernas e metemos a pica na deliciosa rachinha que nos enchem de tesão e prazer. A Rosinha fez o mesmo, mas com a diferença de que ela forçou o pau do tio pra frente de forma a engolir ele com a buceta. A partir do encaixe, ela iniciou movimentos como se estivesse metendo no tio, mas era a buceta dela que comia o pau. Eu já havia visto em vídeos pornôs casais metendo naquela posição, mas eu e a Rosinha nunca havíamos trepado daquele jeito. Ao vê-la fazendo aquilo com o tio, confesso que senti um leve ciúme, mas logo me concentrei em apreciar a bela cena da minha mulher efetivamente comendo o pau do tio Carvalho. Ela “metia” lenta e carinhosamente curtindo as delícias da sua buceta comendo o cacetão, mas, às vezes, pra me provocar, sorria e metia de forma violenta, batendo sua buceta no corpo dele fazendo barulho de corpos se chocando. O tio, naquela posição expondo o cu que piscava incansavelmente de tesão, curtia as delícias que a minha esposa proporcionava com sua buceta gulosa comendo o pau dele.

Rosinha (empurrando as pernas do tio, o mantendo na posição de frango assado e movimentando o quadril pra frente e pra trás comendo o cacete grosso) – Tá gostando, tio, da minha buceta gulosa devorando o seu cacetão? Você gosta que eu te coma nessa posição?

Carvalho (segurando suas pernas arreganhadas, olhando entre elas e assistindo a buceta da Rosinha comendo seu pauzão) – Tô adorando, minha linda, nunca nenhuma mulher me comeu nessa posição, puta que pariu, tá uma delícia ver e sentir sua buceta comendo meu cacete, isso, me come, engole meu pau com sua buceta gulosa!

Rosinha (olhando pra mim, pro meu cacete duro e provocando) – Tá gostando de ser corninho, amor, e de ver sua esposinha puta comendo outro macho de cacete maior que o seu? Tá gostando, meu corninho, de ver minha buceta gulosa engolindo o caralhão do tio?

Eu (cheio de tesão, evitando tocar meu pau pra não gozar antes da hora) – Tô adorando ver você bem puta e comendo o pau de outro macho com sua buceta gulosa, tô cheio de tesão, veja como meu pau tá duro e babando!

Naquela posição de amazona não havia muitos movimentos a serem feitos além de pra frente e pra trás, mas às vezes ela se apoiava nas coxas do tio, levantava o quadril e então metia de cima pra baixo também. E era metendo assim que ela deixava que o peso do seu corpo provocasse a penetração total do cacete na sua buceta.

Eu (me aproximando, olhando o pau entrando profundamente até forçar os lábios vaginais pros lados evidenciando o grelinho duro pra fora da casinha) – Putz, Rosinha, você é muito puta e sua buceta muito gulosa, ela tá comendo todo o pau do tio!

Rosinha (continuando a “meter no tio”, falando com cara e voz de tarada) – Eu adoro cacete, amor, além do seu pau gostoso, eu gosto de experimentar outras picas! (me provocando) – Amor, quando o tio viajar, você vai arranjar outros machos pra mim?

Não tive tempo pra responder, pois o tio anunciou seu gozo:

Carvalho (ofegante) – Ufff, vocês dois falando essas putarias vão me fazer gozar!

Rosinha (aumentando o ritmo dos movimentos, tirando o pau do tio até sobrar só a cabeça dentro dela e comendo tudo de novo com força) – Goze, tio, deixe seu caralhão esguichar bastante porra dentro de mim, enche minha buceta com seu leitinho quente que depois vou sentar e rebolar na sua cara e você vai lamber e chupar minha buceta esporrada até deixar ela bem limpinha!

Carvalho (não conseguindo segurar seu prazer maior, tentando metendo de baixo pra cima) – Puta que pariu, vou gozar, vou gozar, ai, que delícia!

Rosinha (diminuindo seus movimentos e deixando que o tio metesse de baixo pra cima) – Ai, tio, que cacetão grosso, cê tá arregaçando minha buceta! (após sorrir pra mim) – Ai, que delícia, tio, tô sentindo seu caralhão gozando, isso, mije toda a sua porra dentro da minha buceta, tô sentindo ela bem quentinha entrando em mim!

A Rosinha falava tranquila, percebi que ela não havia gozado, mas se deliciava dando prazer ao tio Carvalho, fazendo ele gozar bem gostoso dentro dela!

Logo que os espasmos de prazer do tio terminaram, ela sorriu pra mim me fazendo entender que faria uma arte. E fez! Num movimento rápido ela desfez o engate com o tio e sentou na cara dele.

Rosinha (posicionando a xota bem próxima à boca do tio) – Me lambe, tio, chupe minha xaninha gozada e limpe toda a meleca que você esguichou dentro dela!

Vi o tio Carvalho puxando minha mulher pra baixo, colando seus lábios nos lábios da minha esposa, sugando, lambendo e engolindo sua própria porra, exatamente como eu já havia feito várias vezes.

Rosinha (iniciando um rebolado lento e cadenciado) – Ohhh, tio, que lambida gostosa, ai que delícia sentir você limpando minha buceta, ai, ai, vou gozar, vou gozaaaaar!

Assistindo aquela cena, senti meu pau duro como pedra, parecia que iria explodir de tão inchado! A Rosinha, exausta devido ao esforço anterior para comer o tio e também depois de gozar, se jogou na cama sendo chacoalhada pelos últimos espasmos do gozo. Relaxada, se deitou displicentemente com as pernas arreganhadas me presenteando com a visão da buceta toda aberta e arrombada exibindo suas carnes rosadas. O tio continuou deitado, cansado, e vi que lambia os lábios recolhendo o restinho do creme que havia escorrido da buceta da minha mulher. Minha amada, mesmo ofegante e respirando com dificuldade, não se esqueceu de mim:

Rosinha (sorrindo ao me ver apreciar o seu entre coxas) – Quer meter, amor, quer sentir minha buceta toda arregaçada depois do tio me arrombar com o caralhão dele?

Caros leitores, quando conheci a minha Rosinha, uma das coisas que eu mais gostava era meter meu cacete na xaninha dela e sentir o aperto de suas carnes e músculos que, às vezes, parecia querer estrangular meu pau, mas agora confesso, desavergonhadamente, que sinto um tesão ainda maior quando tenho a oportunidade me meter na rachinha fodida pelo cacetão do tio Carvalho, toda larga, arrombada e arregaçada! Não esperei que ela me chamasse pela segunda vez.

Eu (me acomodando entre as pernas abertas da minha amada) – Putinha!

Rosinha (sorrindo carinhosa) – Corninho!

Empurrei meu pau e senti as delícias que é meter na buceta da mulher amada depois que ela foi comida por outro macho, e mais tesão me dava ao saber que um cacete bem maior que o meu havia aberto aquelas carnes quentes, mas que ainda se mantinham acolhedoras! Meti e senti meu pau escorregando pra dentro do túnel alargado, entrando fácil.

Rosinha (sorrindo, provocando) – Tá gostando, amor, da minha buceta arrombada pelo cacetão do tio Carvalho? Tá sentindo seu pau nadando dentro da minha buceta larga?

Eu (metendo devagar, segurando o gozo) – Tô adorando comer sua buceta metida, tô sentindo ela bem larga, quentinha e muito gotosa!

Rosinha (me abraçando com braços e pernas, agarrando e abrindo minhas nádegas, procurando meu cu e enfiando um dedo no furinho) – Goze, meu corninho, me dê sua porra quentinha!

Eu não aguentava mais segurar meu gozo, pois após tanto tempo assistindo minha esposa putinha fodendo com meu tio dotado, meu tesão era enorme e, pra aumentar ainda mais a minha excitação, sentia as delícias daquele dedo atrevido se mexendo no meu rabo. Dei mais uma metida profunda naquela buceta quente e, ao sentir meu gozo aflorando, tirei rapidamente meu pau daquela racha gostosa e montei nos peitos dela dando meu cacete pra ela chupar.

Eu (enfiando meu pinto na boca da Rosinha) – Quero gozar na sua boca, putinha, chupe meu cacete que eu vou gozar, aiii, vou esporrar, tá vindo, ai, que coisa boaaa!

Senti correntes elétricas percorrendo todo o meu corpo, minha pele se arrepiar e a vista escurecer. Minha Rosinha, submissa, acariciava minha barriga enquanto recebia na sua boca os jatos de porra quente que saiam do meu pau. No auge do prazer, doido de tesão e querendo expulsar todo o meu caldo de macho, meti na boca da minha mulher da mesma forma que meto na buceta ou no cu quando estou gozando. Talvez eu tenha enfiado o pau um pouco mais fundo que o normal, mas ela não reclamou e esperou que eu esvaziasse meu saco na sua boca até a última gota. Que delícia de gozada! Ao terminar, me deitei ao lado dela pra descansar, mas ela se virou e veio até mim sorrindo com a boca fechada. Sabendo o que ela faria, retribui o sorrido e aguardei o beijo no qual dividiríamos o meu gozo. Colamos nossos lábios, abrimos nossas bocas e ela me fez provar do meu próprio creme. Caros leitores, nas primeiras vezes que a Rosinha fez isso comigo, confesso que senti algum nojo, mas, depois de tantos beijos dividindo porra, depois de tantas lambidas na xota gozada, eu já não sentia nenhum nojo e estava me acostumando até a limpar a xota melada. Amo tanto minha mulher que, se isso dá prazer a ela, aprenderei a satisfazer essa sua tara!

Descansamos por mais alguns minutos até que o tio Carvalho se levantou dizendo que iria tomar uma ducha no quintal e esquentar o jantar. Eu também, apesar da preguiça, me esforcei, levantei e fui ajudá-lo deixando minha mulher descansando na cama. Somente mais tarde, quando o jantar já estava quente, a Rosinha apareceu na varanda, veio até mim e me beijou nos lábios.

Eu (sorrindo pra ela) – Você demorou. Tá tudo bem?

Rosinha (sorrindo safada, falando baixinho no meu ouvido) – Tô ótima, amor, demorei porque estava fazendo uma higiene interna! (respondendo ao meu sorriso de interrogação) - Quero que a última trepada com o tio Carvalho seja especial, vou dar tudo pra que ele se lembre de mim por muito tempo!

Eu (sorrindo) – Putinha!

Após o jantar, arrumamos tudo por ali, tomamos banho no quintal e nos sentamos pelados no banco pra apreciar uma cerveja gelada; eu numa ponta, o tio na outra, e a Rosinha entre nós. Durante a prosa tentamos afastar o clima de despedida, de última noite juntos, e pra isso tentávamos manter o papo animado.

Rosinha (ao terminarmos nossa cerveja) – E aí, tio, que tal uma saideira?

Carvalho (sorrindo) – Você ainda quer beber mais, minha linda?

Rosinha (sorrindo sapeca) – Não tô me referindo a cerveja, tio, tô falando de outra coisa! Que tal irmos pro seu quarto e você comer minha bunda, me enrabar bem gostoso pra que nos lembremos por bastante tempo da nossa última trepada?

Uau, que surpresa! Não esperava que minha amada esposa se oferecesse ao tio de forma tão desavergonhada. Há algum tempo ela vinha se soltando, se tornando mais safada, falando e praticando sexo como se estivesse fazendo algo bem comum, tal como se alimentar ou beber, mas às vezes ela ainda me surpreendia.

Carvalho (sorrindo pra mim) – Fernando, meu sobrinho, aconselho que cuide muito bem da sua saúde pra estar sempre disposto, digo isso porque essa sua esposa fogosa vai exigir muito de você! (provocando a Rosinha) - Talvez seja uma boa ideia pensar em alguém pra te ajudar a apagar todo esse fogo que arde entre as pernas dela!

Rosinha (rindo, pegando e apertando o pinto mole do tio) – Tiiio, não sou tão tarada e tão puta quanto você imagina! Tenho certeza de que o meu amorzinho Fer vai cuidar muito bem de mim, vai me dar muito carinho, amor e também muito pinto e muito gozo! Era assim antes de eu conhecer você e estou certa de que ele vai me dar tudo que quero e preciso pra apagar o meu fogo após você viajar!

Todos rimos. Minha esposa, que já tinha o pinto do tio na sua mão direita, também pegou no meu com a esquerda e começou a massagear movimentando suas mãos pra cima e pra baixo, ora olhando um, ora o outro até que os dois endureceram.

Rosinha (sorrindo pra nós e me surpreendendo outra vez) – Meus amores, segurar esses pintos duros me encheu de tesão, tô doidinha pra abrir as pernas! Que tal irmos todos pro quarto do tio pra brincarmos, ou melhor, fazer umas putarias bem gostosas?

Carvalho (provocando) – Vai abrir as nádegas também, minha flor?

Rosinha (se levantando, nos puxando pelos pintos) – Hoje vou abrir tudo pra você, tio, hoje será a noite do BBB, boca, buceta e bunda; você poderá usar e abusar de mim!

Seguimos todos pro quarto do tio, caminhávamos devagar porque a Rosinha se recusava a soltar nossos pintos. Superada a dificuldade de passar os três juntos pelas portas, chegamos ao quarto dele.

Carvalho (provocando minha esposa quando ia buscar água na cozinha) – Rosinha, você já se recuperou da nossa enrabada selvagem de sexta-feira? Você vai aguentar outra hoje?

Rosinha (sorrindo pra mim, provocando eu e o tio) – Não totalmente, tio, ainda sinto o meu furinho traseiro um pouco dolorido, mas o meu amorzinho Fer vai me ajudar e tenho certeza de que conseguirei satisfazer os seus instintos mais selvagens!

Eu (questionando minha esposa quando o tio foi pra cozinha) – Rosinha, que história é essa de que eu vou ajudar você a ser enrabada pelo tio?

Rosinha (me abraçando, beijando e punhetando meu pau enquanto o tio estava ausente) – Fer, quero dar muito pro tio, quero que ele aproveite de mim como quiser, pois será nossa última trepada. (me encarando) - Eu gostaria que você fosse bem corninho e me ajudasse em tudo que for preciso pra eu dar pro tio, principalmente quando ele for me enrabar porque acho que vai doer. Pode ser?

Eu (sorrindo) – Rosinha, você tá mais putinha a cada dia que passa!

Rosinha (sorrindo, apertando meu pau) – Mais putinha e mais apaixonada pelo meu corninho!

A Rosinha sorriu pra mim, se deitou na cama apoiada em travesseiros e abriu as pernas exibindo a buceta, esperando pelo tio Carvalho.

Carvalho (ao entrar no quarto e ver minha esposa arreganhada e mexendo no grelinho duro fora da casinha) – Uau, minha flor, hoje você tá muito a fim de dar, heim!

Rosinha (abrindo com os dedos os lábios da xota, exibindo suas carnes rosadas e molhadas) – Hoje eu tô muito tarada, tio, tô a fim de dar muito, ganhar muito pau e muito gozo, mas você terá atenção especial na putaria que iremos fazer, quero que aproveite de mim, pode usar e abusar porque hoje serei todinha sua pra você fazer o que quiser comigo!

Me surpreendi mais uma vez, mas não senti ciúmes. Ao invés disso, senti ainda mais tesão vendo minha mulher deitada de pernas abertas se oferecendo como uma puta vadia. Naquele momento tive uma ideia e corri pra minha casinha voltando segundos depois com a máquina fotográfica. Entrei no quarto e comecei a filmar o tio, ele estava deitado de bunda pra cima, acomodado entre as pernas da minha esposa chupando a xota dela como se aquela racha fosse a mais deliciosa das sobremesas. A Rosinha exibia no rosto uma expressão de felicidade que só as mulheres têm quando sentem prazer. Me aproximei e filmei a língua do tio passeando entre os lábios da racha, entrando, lambendo e recolhendo os sucos do tesão que, de tão abundantes, eram suficientes para matar a sede de um amante apaixonado.

Rosinha (provocando) – Veja, meu corninho, um outro macho lambendo a bucetinha da sua esposa putinha! Tô tão tesuda que a minha rachinha tá babando de vontade de comer o cacetão dele! Posso dar pra ele, amor?

Eu (segurando a filmadora com uma mão e meu pau com a outra) – Pode, minha putinha, pode dar pra ele, vou adorar ver você gemendo numa piroca grossa e comprida, bem maior que a minha, enterrada na sua buceta!

O clima que se formava era diferente das outras vezes, parece que o meu tesão e o da Rosinha aumentavam por sabermos que estávamos gravando um vídeo.

Rosinha (colocando as mãos na cabeça do tio) – Vem, me foder, meu macho tesudo, vem meter essa sua picona grossa na minha buceta que ela tá com muita fome, ela quer comer algo bem comprido e grosso.

O tio Carvalho deu mais algumas lambidas na rachinha da minha mulher e se ergueu indicando que iria dar o que ela pedia. Vendo que eu filmava, ele também se empolgou e se exibiu esfregando e molhando a cabeça da pica entre os lábios vaginais. O ato exibicionista continuou e ele deslizou a glande desde o grelinho duro fora da casinha e foi descendo até chegar no cuzinho, onde fez uma leve pressão dando a impressão que iria meter toda aquela enormidade naquele buraquinho pequenino.

Carvalho (sorrindo pra mim, forçando o pau no cuzinho até a Rosinha gemer de dor) – Hoje vou foder muito esse cuzinho apertadinho, vou enterrar toda a minha pica, até o talo e fazer essa putinha gostosa gemer de dor e tesão!

Rosinha (gemendo, empurrando com as mãos as coxas do tio tentando afastá-lo dela) – Ai, tarado pauzudo, deixe meu cuzinho pra mais tarde, agora quero seu cacetão entrando e enchendo a minha buceta!

Carvalho (apoiando o pau sobre o montinho de Vênus da Rosinha de forma que a base ficasse na altura da entrada da buceta e, assim, a cabeça alcançava o umbigo dela) – Veja, minha putinha, que o meu cacetão, quando estiver todo enterrado dentro de você, vai alcançar o seu umbigo. Prepare-se que eu vou enfiar meu pau grosso na sua racha e vou te fuder até você sentir a cabeça da minha pica empurrando o seu útero!

Rosinha (olhando pro tio com cara de tarada) – A minha buceta gulosa vai adorar comer todo o seu cacetão, pode meter tudo que eu aguento! (me provocando) – Veja, amor, a piroca do meu macho é tão grande que vai chegar até o meu umbigo! Filme o pau dele agora, ainda fora da minha bucetinha, e também depois que ele meter tudo dentro de mim, quero que grave o quanto a minha bucetinha é gulosa, ela vai comer todo o pau do meu macho pauzudo! (olhando pro tio) – Mete, meu macho caralhudo, enfie esse cacetão de cavalo na minha buceta!

Não sei explicar o motivo, pois nada foi combinado entre nós, mas a partir do momento em que todos estavam cientes de que eu filmava aquela safadeza, ninguém mais se chamou pelo nome ou o parentesco. Eu, com o pau doendo de duro, continuava a filmar os detalhes da trepada, porém tentando evitar gravar os rostos. O tio continuava provocando minha esposa, esfregava o pau nas coxas, nos lábios vaginais, escorregava a cabeça na portinha do paraíso, mas não metia.

Rosinha (louca pra sentir aquela pica dentro de si) – Ai, amor, eu tô doidinha pra sentir o picão do meu macho na minha xaninha e ele não quer meter. Me ajude, por favor, pegue no pauzão dele e ponha na minha bucetinha! Agrade a sua putinha!

Mais uma vez percebi o quanto minha esposa era safada querendo me fazer de corno. Doido de tesão pra ver o tio Carvalho metendo nela, passei a filmadora para a outra mão e, sem qualquer vergonha, agarrei o cacetão grosso dele, filmando minha mão naquele nervo duro, e o apontei pra entradinha da buceta da minha vadia.

Eu (evitando falar a palavra tio e exercitando a minha cornitude) – Vai, macho pauzudo, come a minha esposa, mete nela, dá o que ela tanto gosta e precisa, enterra essa pica grossa na bucetinha dela!

Carvalho (metendo lenta e firmemente, enfiando todo o pau numa só estocada até pressionar seu púbis nos lábios vaginais da minha mulher) – Veja, corno, filme minha pica entrando na buceta da sua esposa putinha, escute ela gemendo de dor e tesão, ela gosta de dar pra outro macho na presença do marido!

Me arrepiei de tesão vendo de tão perto a vara comprida e grossa entrando, esticando e preenchendo toda a rachinha da minha mulher; aquilo foi desaparecendo centímetro por centímetro e parecia não ter fim. Quase gozei só de ver!

Rosinha (gemendo) – Aiiiii, tarado cacetudooo! Cê tá me arrombando, tá rasgando minha buceta com esse caralho enorme! (depois de rebolar no pau do tio acomodando ele dentro de si, me provocando) – Veja meu maridinho corninho, filme as sua esposa putinha dando pra outro macho pauzudo, veja uma pica maior que a sua fudendo a sua vadia! (esticando a mão e apertando meu pau duro) – Aiii, que delícia sentir o pau do meu corninho bem duro vendo a esposinha putinha dando pra outro macho!

Eu (provocando) – Tá gostando, putinha, de comer outra pica maior que a minha?

Rosinha (me provocando) - Tô adorando esse cacetão, amor, filme ele todo metido na minha buceta! Pegando minha mão e me fazendo massagear sua barriga) – Aperte meu umbigo, corninho, aqui, ó, sinta o pau do meu comedor dentro de mim, Ufffff, tô sentindo a cabeça no meu umbigo, ai, que dor deliciosa! (gemendo pro tio) – Mete tudo, quero seu cacete inteiro dentro de mim, enfie tudo na minha

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