Meu corninho, então pediu que ele dormisse com agente se é que seria possível dormir naquela noite. Aquele negão concordou e o meu corninho ajoelhou ao meu lado e começou a acariciar aquela rola já dura. Deu uma lambidinha e colocou na boca. Sugou com gosto e eu ali ajoelhada bem ao lado do meu maridinho vendo ele mamar aquele pauzão. O negão segurava a cabeça do meu corninho e falava: - Viadinho boqueteiro, é disso que você gosta não é meu corninho? E o meu corninho respondeu com a boca naquele cacetão: - Aham! Me come seu gostoso, enfia toda essa pica no meu rabo. Chegando perto dos dois eu beijei o negão e falei pro meu maridinho: - Agora, ele vai fazer você de mulherzinha, meu corninho viado. Ficando em pé, o meu maridinho olhava sobre os ombros. Já estava na pontinha dos pés, com as pernas abertas e o rabinho exposto. Era tarde para voltar atrás. Já era viadinho.
O negão, começou a colocar aquele pau no rabo do meu corninho e ele começou a gemer: - Ahhhhh...
E, eu vendo aquela cena falei: - Vai meu viadinho, pode gemer, eu sei que é bom! Essa picona entrou no meu rabinho todinha. Você vai adorar! E cada vez que ele entrava mais com aquela tora negra o meu corninho falava apontando pra mim: - Ai que pau gostoso, me come, mete essa pica no meu cu, me faz de putinha igual a ela!
Ele começou a tirar e colocar sem dó e o meu corninho: - Aiiiii fode, me come, mete, me faz de viado, come tua putinha... ai ai ai! De repente eu vi a porra escorrendo do meu pauzinho dele e falei: - Meu viadinho gozou levando vara?.É um putinho mesmo!. Depois de um tempo ele não aguentava mais e se encostou na parede quase desmaiando.
A sensação de se sentir todo preenchido por aquele mastro enorme e grosso, fez ele gozarde novo imediatamente, gritando para o negão meter com força, para ele não ter dó e gritava dizendo que ele era delicioso e que iria meter com ele sempre que ele quisesse, que eu se sentia realizado recebendo a pica dele. Me aproximei e perguntei: - Tá bom, amor? E, gemendo o meu corninho respondeu: - Hummm...tá bom demais sentir esse pau enorme no meu rabinho! O negão, dava tapas ao mesmo tempo, chamando-o de viadinho, putinha, cadelinha, safadinha. Eu, estava só olhando e apreciando aquela situação. Meu maridinho, revirava os olhinhos, sua boca secava, seu pauzinho estava duríssimo eu queria que ele ficasse ali por horas. Perguntei novamente se ele estava gostando e eleme espondeu dizendo que não tinha palavras para descrever tudo aquilo. Disse que eu o amava demais e que somente uma mulher como eu pra entender os desejos de um marido. Eu ri e disse que ele merecia muito mais.
Nosso macho então resolveu gozar! Mandou eu abaixar ali perto do cacete dele. De repente ele tirou o pau do cu do meu maridinho e enfiou na minha boca. Que delícia poder provar o gosto e o cheiro do cu do meu maridinho e daquele pauzão negro ao mesmo tempo. Ele fez várias vezes isso, até não aguentar mais e gozar no cu do meu corninho. Encheu o cu dele de porra ao mesmo tempo que fazia ele gritar de tesão. O meu corninho até virou pra traz pra ver a minha carinha. Eu dava gritinhos de tesão e felicidade. Então o negão falou pro meu maridinho: - Pronto!. Já te comi e você já sentiu como é bom levar a minha vara. Agora pode se lavar. Meu corninho saiu cambaleando pra ir pro chuveiro.
Ele me levantou do chão e começou a me alisar novamente, segurei na sua pica de novo e ela não demorou a ficar dura entre os meus dedos, então comecei a punheta-lo com carinho, ate ele começar a gemer baixinho. Ele se deitou no sofá e eu me ajeitei sobre ele e ficamos na posição de 69. Ele enfiou a língua na minha bucetinha e eu a cabeça do enorme pau na boca. Ficamos assim por algum tempo e eu comecei a gozar na boca dele e em pouco tempo ele gozou de novo, mas agora eu recolhi tudo e engoli deixando a pica dele limpinha. Ele falou: - Você chupa e dá gostoso! Quero te foder mais um pouco…vou passar a noite fodendo esse seu cu apertado! Então, com muito jeitinho pedi pra ele me foder a bucetinha, só um pouquinho.
Ele deitou em cima de mim e se aconchegou no meio das minhas pernas me abraçando e beijando a minha boca. Com movimentos rápidos ele entrava e saia. Quando ele saia eu forçava ele para entrar de novo. Ele dizia,quando tirava a boca da minha: - Mexe piranha, piranha gostosa, piranha safada!. Ele meteu o pau na minha bucetinha com raiva, como se estivesse sido desafiado. Socava bem forte e dizia:– Toma pau piranha, puta, cadela, safada! Eu senti um arrepio subindo até a nuca e ele segurando meu seio e metendo forte na minha xaninha! Com muito tesão, eu apertei ele no meio das minhas pernas e gozeiiiiii gostoso, o pauzão dele ficcou dentro da minha bucetinha por uns instantes esperando eu gozar gostoso.
Logo em seguida ele, falou: - Vira esse rabo pra cá! Eu sabia que o nosso combinado era só no cuzinho, mas eu tava gostando. E, lá fui eu sofrer de tesão a felicidade naquela vara negra dentro do meu cuzinho! O meu corninho saiu do banho e passou pela sala dizendo: - Tá dando o cú de novo, é cadela? Vou esperar vocês no quarto!
Nossa! Metemos a noite toda!
O buraco dos nosso cuzinhos e o da minha bucetinha estavam escancarados. Era só enfiar que entrava tudo, facim, facim. A minha bucetinha estava toda esporrada, os nossos cuzinhos esporrados, bocas esporradas, o cheiro de porra era inebriante e o meu corninho e eu estávamos alucinados, queríamos mais. O cara nunca tinham visto nada igual. Gozamos muito foi uma loucura.
Quando amanheceu, o cara cansado de tanto gozar foi embora, só levanto os nossos dinheiros deixando os nossos celulares, jóias e taus com a gente e eu e o meu maridinho fomos dormir.
Bjus
Debora
Roubada em plena Pandemia!(final)
Roubada em plena Pandemia!(final)
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