Safadezas com o amigo bolsominion

Por: khi-ennea-1 11/07/2026 1236 leituras
Capa do conto
E aí, blz?
A última eleição foi bastante conturbada: os brasileiros divididos, amigos e familiares brigando, e pessoas que você nunca imaginou mostrando ter um pensamento totalmente diferente do que você achava que tinha. Foi +/- assim com um amigo, que vou chamá-lo de V1( por ter o mesmo primeiro nome de outro amigo que já falei num conto).
V1 estudou comigo desde a 5ª série, logo, tivemos os mesmos professores, participamos das mesmas aulas de debates, os mesmos grupos de amigos da escola, e um conhecia a família do outro. Quando completamos o ensino médio, V1 quis servir o exército, conseguiu, mas sempre mantivemos o contato pelas redes sociais e quando ele folgava.
Durante a eleição, V1 mostrou um pensamento que até então era o contrário pra o grupo que estudou com a gente. Passou a criticar todo e qualquer pensamento de esquerda, enaltecer o exército brasileiro, postar coisas que desaprovava a luta por direitos dos lgbt's e, o pior, defender o Bozo.
Confesso que, quando não aguentava, comentava alguns post sem noção dele; mas na maioria, eu via, não curtia e deixava pra lá. A gente até tentou conversar política pelo whats, mas virmos que acabaríamos brigando, e meio que, mesmo sem combinar, passamos a desconsiderar a posição política um do outro (não sou nenhum "lulanático", só acho que tínhamos opções bem melhores que Bozo e até o Lula. E sou a favor dos direitos da classe trabalhadora é/ou assalariada) e comentar apenas coisas da vida, e zoeira.
A bentida eleição passou, um tempo depois o Exército dispensou o V1, ele ficou um tempo triste pq tava gostando de servi, segundo ele, se sentia útil, mas vida que segue.
Certo dia, precisei ir no nosso antigo colégio pegar um papel, e o V1 se ofereceu pra ir comigo por morar perto. Fomos, e na volta pedi pra passar na sua casa pq queria beber água e mijar.
Chegando em frente a sua casa, enquanto o V1 abria o cadeado do portão, eu comentei zoando:
—Uia, o popô do viado tá maior! Usou muito lá no exército perto de toda aquela macharada, né?!! Kkkkk
—Sai fora, mano! E para de olhar minha bunda, vadia.
Nisso, entramos, ele abre a janela e eu fico o esperando terminar pra pegar minha água, olhando pras fotos do irmão pequeno dele que estavam nos quadros, quando do nd sinto o FDP me dá um tapinha no saco, que até doeu um pouco.
— Isso dói caralho! Se quebrar não tem outro pra comprar
— kkkk joga isso fora. Assim cê para de reparar o que não deve.
Fui dar um tapão na sua bunda, mas ele percebeu, correu pra coxinha rindo, e eu o segui pra pegar minha água. Bebi, ele tbm, fui ao banheiro, quando saí, ele tbm entrou, e eu fiquei sentado no sofá.
Sabe quando cê já tá cansado, aí senta, o cansaço parece que dobra e a preguiça vem com as forças? Bastou eu sentar pra ficar com preguiça de ir embora, ele quando saiu do banheiro, sentou ligou a tv e começamos a conversar. Durante a conversa percebi que, realmente, ele tava com várias gordurinhas que antes de entrar pro exército ele não tinha.
—V1, cê engordou mesmo, carai. - e belisquei seu peito.
Ele se arrepiou, e fez o mesmo dizendo que é a comida de lá, que põe alguma coisa aí que não lembro o que é.
To assistindo, concentrado, e do nd sinto a mão dele se apoiando na parte de cima do sofá, logo depois põe os braços ao redor dos meus ombros, e aperta meu mamilo. Eu rio me afastando, mas ele me segura com uma mão e com o braço que ainda tava por cima do meu ombro, dá outra beliscada.
—Ah, o príncipe se arrepiou todo com 2 beliscões na teta!
— Claro! Quem é que não fica? Vc tbm se contorceu na hr que eu vi. Kkkkk – eu respondi.
— kkkk Mentira! - V1 respondeu.
— Cê sabe que é verdade, seu puto! - e devolvi a beliscada, dessa vez, demorando, mesmo ele tentando afastar o corpo. Ficou claro que o bico ficou durinho, ele olha pra mim rindo e diz:
— kkkk Todo mundo fica. - e vem novamente com o braço que estava sobre os meus ombros beliscar.
Dessa vez, mesmo percebendo, ao invés de me afastar dele, eu o imitei, jogando meu braço nos ombros dele pra alcançar o seu mamilo. Mas em vez de beliscar, eu fiquei passando meu dedo indicador e médio no mamilo dele, fazendo um vai e vem, tipo carinho.
Ele se arrepiou, o mamilo ficou ainda mais durinho, e o puto começou a fazer o mesmo com o meu mamilo, que tbm ficou rígido.
Eu já tava ligado que dali ia sair putaria, é o fato dele ter se mostrado bolsominion tava me deixando ainda mais empenhado pra tentar fazer rolar. Por isso, continuei a fazer os movimentos com os dedos, botando um pouco de mais pressão no carinho. Vi a bermuda estilo surfista do V1 começar a ganhar volume. Então ele diz:
— Bô parar com essa porra. Tá dando agonia.
— Ah cara, é legal ficar fazendo isso. E vc tá até gostando, com esse pau duro aí. - e continuei fazendo, apesar dele já não fazer mais em mim.
— Não, para mano! Se alguém chegar aí vai pensar que a gente é viado.
Vendo que ele tava p desistir, não sei de onde veio a coragem, meti o foda-se, e levei meu rosto na direção daquele mamilo marronzinho bem claro, linguando com vontade, ao mesmo tempo que sugava.
— Schiiiiii, caralho mano quê é isso? - nem respondi, continuei linguando. Se tava gemendo é pq tava gostando...
— Ai, ai caralho! Ui! Schiiiiii... Para... Ai, ai... Se alguém chegar aí vai ver essa porra.
Botei o tesão um pouquinho de lado e vi que ele tava certo. Se alguém chegasse e se empurrasse, mesmo a janela sendo alta, daria pra ver a gente. Então parei, olhei pra ele, pro volumão na sua bermuda e falei:
— Vem! - o puxando pro corredor, ficando de frente a porta do banheiro. Com ele de pé, encostado na porta do banheiro, voltei a abaixar meu rosto e retornar meu trabalho com a língua naquele peito.
— Caralho! Aaai.. para com essa porra... Aah!
— Cala a boca que vc tá gostando - e continuei passando a língua, dessa vez olhando pra sua cara como um desafio a negar.
Ele parece que cansou da negação, fechou os olhos, segurou minha cabeça e surrou:
— Isso, vai... Caralho, schiiiiii.. caralho!
Toquei no pau dele, que dava várias pulsada, fiquei massageando, com a outra mão, peguei na mão livre dele e a levei pra dentro da minha cueca.
— Não caralho, se alguém descobri a gente tá fudido - fala V1, afastando a mão (caralho, pensando agr, que chato isso, né?! Esse quero mas não quero dele. Não sei como não desistir hehe).
— Essa onda morre aqui, man - respondi, puxando a mão dele pra dentro da minha cueca de novo.
Ele não tirou, mas com a mão que tava na minha cabeça, ele pegou na minha e a levou dentro da cueca dele tbm.
Ficamos nessa por alguns minutos, devem ter durado +/- uns 10min - é difícil calcular tempo quando o pau tá duro kkkk. Ele quando não satisfeito, eu suspendi a cabeça, olhei pra ele, segurei pelos ombros e o virei de costas, deixando seu corpo todo colado a porta do banheiro.
— Não mano, cê não vai me comer.
— Relaxa, só vou brincar.
— Cê não vai me comer, tô falando.
— Confia V1, só vou brincar.
Comecei a sarrar naquela raba empinada, pela cueca que tava meio embolada, dava pra ver que era bem peluda, mas isso me deu ainda mais tesão, e as minhas sarradas passaram a ter ainda mais pressão.
Como quem tá na chuva é pra se molhar, botei minha mão por dentro da cueca dele, com o dedo alcancei aquele cu, e fui metendo a ponta.
— schiiiiii, oh ta louco? Cê tá abusando.
— Por favor, tá gostoso, já disse que vai morrer aqui.
— Você não vai me comer!
— Não vou comer, só tô brincando. Relaxa!
— Eu vou fazer o mesmo contigo depois, caralho.
— Tá...
— Tô falando sério
— Tá, relaxa.
E com isso, meti meu dedo todinho naquele rabo, ele se mostrou bem desconfortável nos primeiros minutos, até pensei em parar pq o que me dá tesão é saber que a pessoa tbm ta sentindo. Mas quando tava quase pensando em parar, os suspiros de incômodos começou a virar de tesão. E como uma confirmação irrefutável, os "ai, ui, caralho" voltaram.
Meus senhores, não vou mentir, ali eu castiguei aquele cu com força. Ia lembrando de cada postagem absurda a favor do político que ele tanto apoiou e mandando dedo a dentro.
— Tá gostando de ganhar dedada, safado?
— Schiiiiii, caralho...
— Responde, porra!
Ele olhou pra mim entre suspiros e negou com a cabeça, como quem diz que nem fudendo iria me confirmar isso. Correndo o risco de fazer ele querer parar com aquela putaria gostosa, comecei a estocar o dedo mais fundo, fazendo uma pressão meio bruta enquanto fazia o vai e vem.
— Quero ver vc não gemer pelo menos!
— Ui, caralho... Caralho... Isso... Vou fazer o mesmo com vc, schiiiiii depois!
Acho que ficamos nisso por mais uns 20min, até que ele levou a mão pra trás, segurou meu pau, botou pra fora, e começou a bater, enquanto fazia movimentos com o corpo, como tivesse fudendo a porta. Percebendo que ele tava perto de gozar, parei de por tanta pressão no dedo, e voltei ao vai e vem frenético, o puto gozou gemendo grosso, soltando um "Puta que pariu!" e eu gozei, ouvindo aquele gemido gostoso de macho que mesmo com dedo na bunda continua gemendo másculo.
A gente melou a porta todo de gozo, ele foi no banheiro pegar o papel higiênico pra limpar, quando viu que eu esperava ele terminar com o papel pra limpar a ponta do dedo que melou um pouquinho, ficou sem graça. Sorri amigável pra ele, peguei o papel, depois lavei as mãos, esperei uns 5 minutos pra fazer a média e me despedi.
Não sei se foi pq depois da goza ele estava esgotado, ou foi a cena do meu dedo sujo que o fez ficar com tanta vergonha a ponto de não exigir, só sei que ele não pediu pra fazer o mesmo como ele várias vezes repetiu. Sinceramente, não estava com vontade nenhuma que ele fizesse, mas trato é trato, acho que fiquei os 5min lá, pra ver se ele falava alguma coisa, mas como percebi que o clima ficou esquesito, sem os 2 sabendo o que dizer, fui embora. Quando cheguei mandei uma mensagem falando que cheguei bem, perguntei como ele tava, ele respondeu com um suave e botou vários papos das festas do exército que as Marias das fardas vão tudo querendo dar, e sobre as transas com a namorada.
Estamos fingindo que nada aconteceu. Bora ver até quando. Desculpe o texto longo e os erros.
Até breve, seus putos!

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