- Nossa vovô, vou adorar!...
E naquele momento; sem mais nem menos, foi ele quem perguntou se eu lembrava de quando ele me dava banho.
- Claro que lembro!...
- Então, sinto saudades daquele tempo!
Sem querer eu soltei.
- Eu também!...
- Que tal você me deixar vê-la tomando banho?
Falei do que minha mãe tinha me explicado sobre resguardar minha intimidade mesmo dentro de casa, ele falou que era só não contar nada pra ela. Pensando no celular e querendo voltar no tempo que eu adorava ser tocada pelo meu avô, topei. No dia seguinte sabendo que minha mãe estava ausente e tendo ainda bastante tempo pra ir pro colégio, eu mesmo fui até meu avô dizendo que ia tomar banho e ia deixar a porta aberta. Sem um pingo de vergonha, quando ele entrou no banheiro abri a porta do box deixando me ver peladinha já com o corpo molhado. Ele sentou sobre a tampa do vaso e ficou assistindo me lavar, e percebendo o volume na sua bermuda fiz questão de ficar virada pra ele lavando minha bucetinha fazendo movimentos bastante provocativos. Foi quanto ele levantou e veio até a porta do box perguntando se ele podia passar a mão em mim. Consenti e ele apalpou meus peitinhos, passou a mão na minha xoxota e me fazendo virar passou a mão na minha bunda dizendo que eu estava muito gostosa. Quando me virei vi ele abrindo e arriando a bermuda puxando seu pau duro pra fora da cueca.
- Que isso vovô?
- É só uma brincadeirinha Marilda; não precisa ficar com medo!
Foi minha vez de me aproximar e botar a mão naquela coisa grande e dura.
- Não estou com medo não vovô!
- Então posso entrar aí com você?
Disse que sim e ele rapidamente tirando o resto da roupa entrou e voltou a passar a mão nos meus peitinhos, xoxota e apalpar minhas nádegas. Sem ainda ter muita noção e achando normal, além de movimentar minha mão na piroca do vovô, reclinei, beijei e dei uma chupadinha no seu pau, igual fazia com meu namorado.
- Ooooh Marilda! Continua chupando, vai!!!!
Mas como mal cabia na minha boca, só fiquei chupando a ponta até ele gozar um pouquinho na minha boca, soltando o resto no piso do box. Mas pra não me atrasar, paramos e fui me arrumar pra ir pro colégio. Mas o gostoso mesmo foi quando chegou no sábado e minha mãe já tinha avisado que só retornaria na segunda-feira a noite depois do seu trabalho. Estávamos os três tomando café, e quando minha mãe saiu, tomei a iniciativa de sentar no seu colo perguntando que hora que íamos tomar banho junto, dizendo que queria chupar o pinto dele novamente. Ele dizendo que tínhamos que esperar mais um pouco que tinha o perigo da mãe por algum motivo retornar, levantou minha blusa e começou a chupar meus peitinhos, pra em seguida segurar meu rosto e me dar um beijinho na boca como se eu fosse sua namorada. Me mandou ir pro meu quarto e ficar peladinha na cama esperando por ele. Ele entrou, trancou a porta e foi ficando também pelado antes de deitar comigo, beijar novamente minha boca, chupar meus peitinhos e descendo foi abrindo minhas pernas pra começar a chupar minha bucetinha. Como era minha primeira vez, levei um susto, mas logo estava adorando receber aquelas linguadas firmes, chupadas e cutucadas com a ponta da língua que não demorou pra vir um orgasmo que nunca tinha sentido com meu namorado... Se bem que com meu namorado raramente eu gozava com ele comendo minha bundinha ou até minha xoxota (usando camisinha). Pra retribuir voltei a chupar seu pau, e quando ele começou a gozar tive que engolir tudo pra que não fizesse sujeira na minha cama. Ele com todo cuidado saiu do meu quarto me deixando ali na cama toda feliz por ter meu avô fazendo aquelas coisas comigo. Fomos almoçar no shopping onde ele comprou meu celular, e quando estamos no carro voltando pra casa, disse pra ele que queria transar de verdade com ele. Ele ficou abobalhado dizendo que não poderia fazer pois eu devia ser virgem.
- Não sou mais não vovô! Já fiz com meu namoradinho!
- Ah é? E você gosta?
- Gosto! Mas ó que ele tem um peruzinho desse tamanho!
Rimos muito quando lhe mostrei usando meus dedos só um pouco afastado um do outro. Ele parou num posto de gasolina pra abastecer o carro, e foi rapidamente em uma farmácia do lado voltando e me mostrando que tinha comprado algumas camisinhas. Em casa, fui pro meu quarto e novamente fiquei peladinha esperando por ele e ansiosa pra ele vir logo e foder minha bucetinha com aquele pauzão enorme e grosso. Entrou, trancou a porta, ficou pelado, deitando e começando a me beijar e chupar meus peitinhos. Parou, colocou a camisinha na piroca me mandando ficar de quatro. De quatro, ele veio por trás e como a camisinha já era lubrificada, seu pau escorregou pra dentro alargando minha bucetinha.
- Uuuuuuiiiii! Devagar vovô!...
Eu sentia minha bucetinha latejando em torno daquele pau duro, quando ele começou a fazer movimentos de vai-e-vem, e cada socada seu pau entrava mais um pouquinho até sentir seu corpo encostando nas minhas nádegas.
- Vai vovô, vaiiiii! Meeeete! Meeeeete!...
Sentindo aquela piroca batendo lá no fundo nas minhas entranhas, em menos de dois minutos já comecei a ter um delicioso orgasmo.
- Oooooh! Ooooohhhh! Tô gozando vovô, tô gozannnnndo!!!.
Ele sem parar de socar segurando minha cintura com as duas mãos que eu ouvia até o barulho do seu corpo batendo na minha bunda.
- Goza meu amor, goza!
Ele ainda ficou por mais alguns minutos metendo, antes de tirar seu pau da minha ardida bucetinha, soltar a camisinha e dar um nó pra não vazar nenhuma porra. Ele saiu do quarto dizendo que ia tirar uma soneca e eu continuei deitada peladinha me sentindo a garota mais feliz do mundo. Passei a transar muito com meu avô, que, não demorou pra deixar ele comer também minha bunda. Quase desmaiei com aquela rola imensa entrando na minha bunda que fiquei por uns 3 dias com dificuldade de até sentar direito. Mas, depois da terceira ou quarta vez dando a bunda pro meu avô passei a gostar de deixar me foder atrás sempre que ele pedia. Foram mais de 5 anos dando pro meu avô, até que minha mãe foi morar com um médico que ela tinha um caso e me levou junto. Muito putinha, não demorou muito pra também transar com o macho da minha mãe... Mas esse já é outra história.