Dias atrás cometi uma pequena loucura... Sabe aqueles dias em que o trabalho está um tédio? - Pois era um dia assim. Para passar o tempo, eu resolvi entrar no chat UOL aqui de Taboão da Serra e conversar um pouco com a galera de lá, quem sabe rendia algo, né?
Conversei com vários caras, mas não dava para armar nada... Até que decidi dar atenção para um sujeito com o nick "FULANO-HH-EMBU" - Ele dizia na sala que estava no centro de Embu (onde eu trabalho), sozinho e com local. - Puxei conversa com ele.
Segundo me explicou, estava sozinho num escritório fazendo um plantão, e o local era lá, numa rua bem do centro. Desconfiei que era trote, mas ele insistiu tanto que era firmeza... Acabei acreditando. Só que ele informou que aquele era o último dia em que estaria lá. Ele mora em Osasco e na semana seguinte o escritório ia abrir para o público. Era uma oportunidade única. Como tanto o papo do cara como a descrição dele me agradaram, resolvi arriscar...
PEDI UMA SAÍDA, PEGUEI O CARRO E EM 15 MINUTOS ESTAVA TOCANDO A CAMPAINHA DO LOCAL!!!
Erasmo (nome fictício) veio abrir o portão. Ele é mais baixo que eu um pouco, calvo, 48 anos, com um corpo em forma, peito e braços peludos, olhos castanhos, com jeito e voz de macho. Me cumprimentou firme e entrei.
- Cara, não é que você veio mesmo? - ele comentou animado e com olhos brilhando. - Achei que não ia aparecer...
- Cara, se eu marco, eu não furo...
- Vem, vamos lá para dentro.
O tal escritório era na verdade uma casa que a empresa alugara no centro da cidade. Tinha na sala poucos móveis, um tapete meio gasto, e a única companhia de Erasmo ali era um gato malhado, que se enroscou em minhas pernas assim que entrei. - Bicho carente que é gato, né?
- Só uma coisa, Erasmo... Não posso demorar muito...
- Tudo bem, eu também já ia fechar tudo e ir embora, para evitar trânsito até Osasco. Vem cá...
Erasmo entrou no banheiro da casa e fui atrás, evitando que o gato entrasse conosco. Depois ele me explicou que tinha medo que tivessem instalado câmeras no local e certamente o banheiro não teria nenhuma. Achei improvável, mas...
No banheiro, já parti para o ataque alisando o pau dele sobre a calça jeans, que crescia a olhos vistos. Tirei a camiseta dele e pude ver um peito com pelos lisos e na medida, sem exageros. Com 48 anos, Erasmo tem um peitoral de dar inveja em muito carinha de 20 por aí... Fui beijando seu peito e descendo pelo caminho da perdição, sentindo um cheiro bom de macho, enquanto baixava sua calça e a cueca. Me deparo com um cacete branquinho e grosso, de uns 17 ou 18cm e torto para baixo. A essa altura eu já estava também com a minha camisa toda aberta e as calças abaixadas até os pés.
Me ajoelhei na sua frente e enquanto acariciava aquelas pernas peludas iniciei um boquete caprichado, indo da cabeça até o saco dele com a língua. Erasmo só gemia e sussurrava que estava uma delícia aquilo. Engoli seu pau até o talo... Ele acariciava meus cabelos e tremia.
Quando me levantei, ele pegou meu cacete e me punhetava devagar, quase com carinho. Não tirava os olhos do meu pau. Perguntei se ele queria experimentar e fui surpreendido com a resposta:
- Cara, nunca fiz isso... Nunca mamei outro homem.
- Mas já te mamaram antes?
- Já, sim. Mas eu... - Não deixei ele completar a frase. Percebia que ele desejava aquilo, então levei suavemente sua cabeça na direção do meu pau e ele ficou deslizando a boca nele. Esfregava meu pau no rosto com um tesão quase palpável; sua barba por fazer, áspera, machucava um pouco... Fiz ele se ajoelhar como eu tinha feito antes e guiei meu pau para sua boca. Gente, se ele nunca fez mesmo aquilo, tem vocação nata para a coisa! Ele envolveu meu pau com suavidade, meio sem jeito mas ao mesmo tempo com volúpia. Ficou o tempo todo de olhos fechados e saboreava meu pau inteiro, quase me fazendo gozar com sua boca macia e quente. O cara gozou me chupando!!! - Por isso acredito que era mesmo a primeira chupada dele, e o tesão foi demais!
Pedi que ele continuasse me chupando e ele continuou, mas quando eu avisei que tava quase gozando ele tirou a boca, não queria que gozasse nela. Mas ficou roçando o rosto em minhas pernas e virilha enquanto eu batia uma, o que me fez dar uma gozada magistral!
Limpamos o local para não deixar pistas, nos arrumamos e saímos do banheiro. O gato esperava junto da porta e nos seguiu até o lado de fora da casa, onde me despedi de Erasmo, peguei meu carro e voltei para o trabalho, muito mais bem humorado do que antes! Provavelmente, nunca mais verei o Erasmo, mas adoraria repetir a dose e ir além...
Votem e comentem amigos!!! É isso que estimula a gente a escrever mais e melhor!
Abraços!