Sanduíche na Fazenda

Por: bruno-162 • 11/07/2026 • 210814 leituras
Capa do conto
Meu nome e Zezé, sou casada, nunca tinha tido experiência com outras mulheres, 35, baixinha, meio gordinha, peitos pequenos, cintura fina, bunda tanajura e coxas grossas, sempre moramos na cidade grande, meu marido recebeu uma proposta de trabalho numa fazenda, foi uma aventura para nós.
A fazenda era toda estruturada, de tal forma que quase não se sentia falta da cidade. Certo dia a dona da fazenda, chamarei de patroa, chegou para passar um tempo, uma mulher morena alta, cabelos castanhos longos, na altura do meio das costas, corpo de monumento, seios médios, cintura marcada, quadril largo, bunda empinada, coxas grosas, bem marcadas pelos jeans apertado que ela vestia junto veio uma mais nova, a filha, que depois soube que era adotada por eles, pois não podiam ter filhos, tão bonita como minha patroa.
A patroa me pediu que ficasse responsável pelas comidas pois além de confiar em mim, tinha que manter uma dieta rigorosa, devido a uma cirurgia que tinha feito. Almoço pronto, fui saber se já queriam que servisse, levantaram e notei os belos corpos que tinham. Após o almoço ela me chamou e perguntou se o lago da fazenda estava liberado para o banho, perguntei ao gerente ele disse que sim, retornei e informei a elas. Fui para casa almoçar e recebi a notícia que meu marido e o gerente iriam viajar para um curso de aperfeiçoamento de uma máquina que chegaria em pouco tempo à fazenda e ficariam 15 dias fora.
Confirmado que o banho no lago estava liberado, ela e a filha se dirigiram para lá, chegando ao quiosque de pesca, descobriram que não tinham trazido roupas de banho para se trocar, a patroa perguntou se os funcionários costumavam ir até ali, disse que não pois as plantações ficavam no lado oposto e distante, ali seria uma parte social da fazenda. A filha, então propôs tomarem banho de calcinha só, a mãe topou e foram tirando tudo e entrando na água, eu estava estática, duas beldades nuas em minha frente, a mãe veio até o quiosque e perguntou se não queria me juntar a elas no lago, relutei um pouco ela seguiu de volta, comecei a tirar meu vestido, não tinha um corpo como os delas e estava envergonhada, não sabia o que me aguardava.
Ao entrar na água escondendo meus seios a garota tratou tolo de jogar água em mim, mergulhei e sai da água um pouco mais a frente delas, a patroa então tirou a calcinha e atirou na direção da margem, seguida imediatamente da filha e vieram em minha direção, me cercaram, comecei a tremer, elas disseram que estavam ali e já tinham notado, nas outras visitas, minha beleza e o corpo gostoso que eu tinha, a filha de supetão me agarrou pela cintura e a mãe tratou logo de me dar um beijo na boca, nunca tinha tido nenhuma experiência desse tipo, tentei me desvencilhar, sem sucesso, começaram um roça roça comigo, a filha e a mãe me fizeram de recheio de sanduíche, me pegaram pelos braços e fomos para o quiosque, lá começaram a chupar meus peitos e alisar minha xoxota, molhada, se ajoelharam uma na xoxota e outra na bunda lambendo e mordendo me dando uma sensação indescritível. Gozei e gozei muito, as duas riam, já eu envergonhada.
Retornamos a casa e elas me intimaram a retornar as 19:00. No horário estava lá, com um vestido estampado de alça, elas também estavam de vestido, jantamos, lavei os pratos e voltei para saber o que mais queriam, elas disseram que iriam continuar o que não tinham terminado no lago, me assustei mais uma vez, o que será que vem por ai. Levantaram do sofá, mandaram tirar o vestido, ficando só de calcinha tipo asa delta preta de rendinha na frente, elas se viraram de costas para mim e desataram os laço de seus vestidos, deixando cair, estavam de calcinha preta (era o que eu achava, na penumbra da luz), quando se viraram, estavam com duas cintas e dois paus um vermelho outro preto, balançando e perguntando, se eu gostei da surpresa. Fiquei gelada e assustada, elas vieram para perto de mim e a filha disse no meu ouvido, está pronta para fazer forno e fogão gostosa, me dando um tapa na bunda. Me abaixaram até a altura das cintas e ora uma ora a outra enfiavam o pau na minha boca para que chupasse, aquilo foi tomando conta de mim, o fogo foi subindo até que a patroa, se deitou no tapete da sala e ordenou que eu cavalgasse ela, sentei no caralho vermelho sentindo aquilo me preencher a xaninha toda molhada, comecei movimentos de subir e descer, quando senti uma coisa gelada no meu rego, a filha estava lubrificando meu cuzinho (virgem) para apontar o cacete nele, enfiou um dedo para ir me acostumando depois foi enfiando o cacete aos poucos comecei a me contorcer, excitada que estava e cavalguei com um pau no cu outro na buceta até gozar de novo com minhas patroas.
Nos refizemos e elas foram ao quarto tomar banho, nos quartos, e eu também fui ao banheiro social, enquanto estava no banho senti abrir a porta, a patroa entrou no box e começou a me agarrar, dizendo que anda estava com tesão e queria que eu comesse o cu dela ali mesmo, trouxe a cinta que estava colocou em mim, deu uma bela chupada no pau e se colocou de quatro no box, não me fiz de rogada e fui enfiando a cabeça e o corpo do pau no cuzinho da patroa, ela começou a remexer e se agitar pedindo que eu arrombasse o cu dela que ela queria dar o cu, e assim soquei até a coroa cair no chão de tanto gozar.
Levantou me deu um beijão de língua e disse que me aguardava no quarto para dormir, tomei o banho e enrolada na toalha fui, lá ela estava penteando seu cabelos, nua na cama, apontou onde deitaria, dormimos, agarradas, pela manhã, ela me acordou com um beijo e fomos tomar um banho foi a minha vez de dar um banho de língua naquela mulher maravilhosa que estava ali.
Continuamos tendo nossas aventuras sempre que possível, continuo com meu marido que tem um fogo doido.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

Escreva o seu conto

🕐 Últimos contos adicionados