Esse menino começou a chorar e tapei a boca dele. Com a outra mão, aprumei o pau duro feito estaca e meti de uma vez. Ele gritou!
Sou Getúlio, tenho 41. Eu deveria ter 13-14 anos e Abdias tinha 7. Ele era filho do porteiro do prédio em que eu morava. Sempre vinha brincar no meu apartamento, pois eu tinha uma coleção grande de Comandos em Ação e de carrinhos.
Uma tarde, a porta do apartamento estava aberta, eu estava só em casa e ele entrou. Eu estava na cama de pau duro vendo uma revista pornô. Ele se aproximou, perguntou o que era aquilo e porquê eu estava daquele jeito.
Eu expliquei que estava excitado, que as histórias da revista tinham me deixado daquele jeito e já emendei uma conversa de que meninos e meninas brincavam uns com os outros. Não sou gay, mas queria esvaziar a gala das bolas e uma punheta só não ia dar vencimento.
Fiz ele se aproximar de mim, sentou do meu lado e o fiz tocar. Pra deixar ele mais à vontade, eu comecei a tocar o pintinho dele também. Daí encostei ele na parede, estávamos na minha cama, e comecei a lamber a pintinho dele. “Agora é a sua vez.”
Fiz ele pegar e pedi pra ele botar na boca. Relutante, ele disse que não ia fazer e eu o puxei com força “vai sim”. Meti a cabeça na boquinha dele e fui empurrando até ele engasgar.
“Pronto, já chega”.
“Não senhor!”
Fui batendo uma punheta com o pau enfiado na boca dele, em seguida, fui fazendo o movimento de chupada segurando a cabeça dele. Me ajoelhei na frente dele, segurei a cabecinha dele com as mãos e comecei a foder a boquinha do Abdias.
Gozei!
Ele engasgou um pouco, mas engoliu boa parte, com os olhos em lágrimas. Dei uns biscoitos, refrigerante, ele brincou um pouco ainda com meus Comandos e foi embora.
Essas brincadeiras de punheta e chupadas durou uns três dias. Mas um dia eu tava com muito tesão. Tinha visto uma menina se trocando no banheiro do colégio e fiquei louco, precisava colocar pra fora, mas antes tinha que colocar pra dentro - se é que me entendem.
Abdias passou perguntando se poderia brincar e eu disse que sim, mas dessa vez seria diferente.
Ele ja vinha em direção à minha bermuda, mas dessa vez não aguentei. Joguei ele na cama de costas, baixei o calção e a cueca dele e sem muita cerimônia, deitei por cima dele e comecei a empurrar a cabeça.
Esse menino começou a chorar e tapei a boca dele. Com a outra mão, aprumei o pau duro feito estaca e meti de uma vez. Ele gritou!
Fui socando e ele ia gemendo e soluçando no ritmo de cada bombada.
Virei ele de frente, feito um franguinho, notei que tava meio melado de merda e sangue, mas voltei a meter enquanto batia uma punheta no pintinho dele que estava durinho. Ele só chorava e pedia pra parar quando notei que tinha sangue no meu cacete.
Tirei, botei ele sentado na minha frente, e soquei meu pau na boca dele, dessa vez até gozar.
Ele fez que iria vomitar, mas eu mandei ele engolir. Devo ter lhe feito alguma ameaça antes de limpa-lo, mas não lembro o que disse. O certo é que passou-se mais ou menos duas semanas sem que eu o visse até que ele apareceu de novo pedindo pra brincar com os bonecos. Eu disse que sim mas ele tinha que pagar o preço.
Fodi esse menino por uns 3 meses, até que o pai dele deixou de trabalhar no prédio e foram embora.
Muitos anos depois, encontrei com ele no Centro Cultural Dragão do Mar, lá de Fortaleza. Ele estava com uns 16 anos. Ele passou por mim e pegou no meu pau. Fui em direção ao banheiro, ele veio junto e lá o fodi novamente.
Ao sair ele me apresentou seu namoradinho, um menino de uns 14 anos.
Nunca mais nos vimos.